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REVISTA DA MADEIRA - EDIÇÃO N°68 - DEZEMBRO DE 2002

Silvicultura

Silvicultura

O estabelecimento de plantaes florestais na pequena propriedade rural uma excelente forma de se utilizar a terra, propiciando diversos benefcios diretos e indiretos. Entre eles esto a produo de madeira para uso na propriedade; criao de uma poupana verde; melhor aproveitamento da terra; proteo dos solos, mananciais e cursos dgua; proteo das culturas agrcolas e do gado contra o vento; aumento da oferta regional de madeira; diminui a presso sobre as florestas naturais, para a produo de madeira; otimizao da mo-de-obra familiar ou contratada

importante destacar tambm a questo da ocorrncia da vespa-da-madeira (Sirex noctilio), o abastecimento futuro do mercado madeireiro, bem como a necessidade legal de reposio florestal. Neste sentido , a existncia de pequenos povoamentos de Pinus sp. distribudos de maneira dispersa, contribui para reduzir os danos causados por este inseto, aumenta a oferta de madeira que vai oferecer maior estabilidade aos mercados regionais, alm de efetivar a obrigao legal dos consumidores de matria prima de origem florestal.

Adicionalmente, existem expectativas de que possa faltar madeira no mercado domstico, durante as prximas duas dcadas. Assim, pode-se antever que pequenos proprietrios rurais obtero elevados nveis de retorno financeiro, e satisfao pessoal, na medida em que possam produzir madeira objetivando atender a crescente e irreversvel demanda por essa matria-prima, em suas diferentes formas, dimenses e caractersticas intrnsecas. Para que isso seja possvel, no entanto, imprescindvel que a necessria orientao tcnica esteja disponvel e seja efetivamente propiciada.

O manejo de plantaes florestais implica decidir sobre as aes silviculturais que devem ser executadas hoje, de tal modo que se possa produzir a madeira com as caractersticas desejadas, no momento da sua demanda e na quantidade requerida, ou seja, onde, quando, como e quanta madeira deve ser produzida? Esse um problema extremamente complexo. Manejo Florestal o processo de tomar decises acerca da composio, estrutura e localizao de um recurso florestal, enquanto a Silvicultura trata da teoria e da prtica do estabelecimento, da composio e do crescimento de povoamentos florestais, com a finalidade de atender objetivos preestabelecidos pelo manejo.



Prticas Tradicionais

Uma anlise crtica da seleo de terras para reflorestamento, assim como das prticas tradicionalmente utilizadas no manejo e na silvicultura das plantaes estabelecidas com espcies de Pinus, no Brasil, faz-se oportuna, e apresentada como segue:

Terras marginais e sua vocao florestal

Tradicionalmente, terras ditas marginais so aquelas inadequadas para a prtica da agricultura. Dessa forma, o entendimento convencional no mbito do setor rural indica que aps no ter sido possvel praticar horticultura, produo de gros (soja, trigo, milho, etc. ), pecuria de leite ou de corte, enfim aps no ser possvel identificar nenhuma outra utilidade para uma determinada rea, tem-se ento que aquela uma rea com vocao florestal!

O pensamento anteriormente exposto, pode estar equivocado, uma vez que terras que so marginais para a agricultura podem tambm ser marginais para a silvicultura, ou seja, a necessidade ou a obrigatoriedade legal, de que um determinada rea deva ter a sua cobertura florestal conservada ou recomposta, no deve ser entendida como um compromisso ou uma certeza de que, em uma rea com aquelas caractersticas, a silvicultura de produo poder ser necessariamente praticada de forma econmica. Isso ser apenas uma possibilidade!

Entre as possveis explicaes ou justificativas para que terras sejam consideradas marginais, destacam-se:

solos com caractersticas fsicas inadequadas, como, por exemplo, reas em que ocorre o afloramento de rochas (solos com drenagem deficiente, solos compactados, ou solos, ditos muito rasos).

Solos com baixos nveis de fertilidade ou suscetveis eroso.

Localizao inadequada (distncia muito grande para o escoamento da produo agrcola).

Topografia desfavorvel (declividade que impossibilita a mecanizao da agricultura).

Inexistncia de outros usos mais rentveis.

Esses fatores tm sido usados com freqncia como argumento para recomendar tanto o fomento como a extenso florestal no Pas. No entanto, existem evidncias suficientes para sugerir que essa recomendao questionvel ou que, pelo menos, no pode ser generalizada. Argumenta-se portanto que o mais importante objetivo par o proprietrio rural deve ser a maximizao do retorno econmico que o uso da propriedade possa possibilitar e que, por este motivo, todos os esforos devem ser dirigidos para o alcance do propsito desejado. Assim, a utilizao preferencial de terras marginais para a atividade de reflorestamento, como exposto, deve ser devidamente analisada antes de se tomar uma deciso de investimento.



Espaamento

Nas Regies Sul e Sudeste do Brasil, durante as duas ltimas dcadas, os seguintes valores para espaamento inicial (e respectivas densidades de mudas por unidade de rea) tm sido utilizados com mais freqncia para o estabelecimento de plantaes florestais:

2,00m x 2,00m (2.500 mudas/ha);

2,00m x 2,50m (2.000 mudas/ha).

Constata-se, na atualidade, que tais espaamentos so muito conservadores, permitindo que a competio entre as rvores (pelos fatores que influenciam o crescimento, tais como gua, luz e nutrientes) se instale em idade muito precoce. Assim, esses espaamentos conduzem produo um elevado nmero de rvores com pequenos dimetros, sendo necessria a realizao de um primeiro desbaste em idade muito precoce, para diminuir, ou eliminar, a competio que se estabeleceu entre as rvores. Um primeiro desbaste, realizado nessas condies, no propicia um retorno financeiro adequado. Na verdade, freqentemente o custo da realizao desse primeiro desbaste, nessas condies, maior que a receita que poderia ser obtida. Por vezes, dependendo das circunstncias, esse desbaste sequer realizado.



Desbaste

Em decorrncia do espaamento inicial tradicionalmente adotado, proprietrios florestais tm realizado em suas plantaes entre 4 a 5, ou mais desbastes, ao longo da rotao, verificando-se as seguintes caractersticas, conseqncias negativas e/ou limitaes:

Os desbastes so realizados nas idades de 8, 12, 16, 20 e 24 anos.

Os desbastes so muito freqentes e leves, com intensidade de corte seletivo inferior a 30%.

Os stios so usados na sua mxima capacidade de produo.

O desbaste pr-comercial no praticado.

Produz-se um grande volume de toras de pequeno dimetro e com baixo valor.



Poda

A poda ou desrama consiste no corte dos ramos da copa de uma rvore, objetivando a produo de madeira livre de ns e destinada indstria de processamento mecnico. Freqentemente verifica-se uma seleo deficiente de povoamentos florestais (ou talhes), assim como de rvores, a serem podadas, na medida em que:

Realiza-se a poda em povoamentos com baixa produtividade.

As rvores podadas apresentam caractersticas inadequadas, como graves defeitos no tronco, tais como bifurcaes e/ou tortuosidades.

A primeira poda realizada muito tarde, entre 7 e 8 anos de idade das rvores

Ocorre assim a poda de ramos secos (produzindo ns mortos e que depreciam a madeira).

Produz-se um cilindro nodoso de grande dimetro (com menor percentual de madeira limpa, sem ns, para um determinado dimetro final desejado para as toras).

A poda no integrada com a prtica dos desbastes (existindo portanto pouco espao de crescimento para as rvores podadas o que no permite o seu desenvolvimento em sua mxima capacidade produtiva potencial).



Corte Final

O corte final ou raso, realizado idade de rotao, tem sido executado, usualmente, entre 25 e 30 anos. Verifica-se tambm que, se porventura realizada a anlise econmico-financeira no documentada. Dessa forma, salvo as grandes empresas florestais adequadamente estruturadas, proprietrios florestais raramente consideram aspectos econmicos-financeiros em suas decises de corte-raso. Normalmente, na pequena propriedade rural, a deciso referente ao corte final tem sido baseada apenas nas necessidades financeiras que se apresentam, em determinado momento, para o proprietrio, ou em conseqncia ao aparecimento de uma oferta, julgada interessante, para compra da sua madeira.

Quando se analisa apenas a produo fsica de madeira, a deciso sobre a idade para o corte final pode ser baseada no critrio de mximo incremento mdio anual (IMA). Em contraposio, uma anlise econmico-financeira deve considerar tanto os fatores internos como os fatores externos ao empreendimento, como custos, receitas, taxas de juros, preos, caractersticas do mercado local e regional.

Os desbastes podem ser uma fonte antecipada de renda. Por esse motivo, tradicionalmente decide-se primeiro sobre a realizao dos desbastes, e somente depois sobre a idade para o corte final ou rotao. Em condies ideais, entretanto desejvel uma soluo global, quando so analisados, de forma integrada e simultnea, os efeitos do espaamento inicial (densidade de plantas por unidade de rea), dos desbastes, da poda e da idade para corte final, sobre a produo de madeira. Nessas condies, faz-se uso de um modelo de simulao do crescimento e da produo florestal e eventualmente de um modelo de otimizao.

Diversos critrios de anlise esto disponveis para o exame do fluxo de caixa e da economicidade de investimentos na atividade florestal. Entre os critrios usados com mais freqncia, os seguintes so mencionados:

Valor Presente Lquido VPL.

Taxa Interna de Retorno TIR.

Valor Esperado da Terra VET.

O Valor Esperado da Terra VET tem o especial mrito de considerar que a terra ser perpetuamente destinada produo florestal, conforme Ahrens (1992); o procedimento analtico resulta em um Valor Presente Lquido para uma srie infinita de regimes silviculturais idnticos.



Perspectivas

sempre desejvel promover uma integrao entre as atividades de produo florestal, as caractersticas da matria-prima utilizada pelas indstrias e as necessidades dos consumidores finais para os produtos produzidos. Por esta razo, convm ao produtor florestal considerar os seguintes aspectos:

Tratar a atividade como um sistema de produo de madeira.

Entender que a qualidade e a quantidade de madeira a produzir implica satisfazer os requisitos da sua utilizao final, ou seja, deve-se levar em considerao as caractersticas requeridas, pelo mercado, da matria-prima que esteja sendo produzida.

Considerar as expectativas de falta de madeira para processamento mecnico, pois existem, na atualidade, amplas possibilidades para a produo de toras com maior valor agregado, particularmente na pequena propriedade rural.

As alternativas de utilizao da madeira produzida por espcies de Pinus podem ser reunidas em trs categorias bsicas como segue:

Madeira para produo de fibras e/ou biomassa: toras de pequeno dimetro para utilizao em indstrias de celulose e de papel, assim como para a converso de cavacos e fibras em produtos de madeira reconstituda (chapas de partculas de madeira aglomerada, chapas de fibra e similares).

Madeira para processamento mecnico: toras de grande dimetro para processamento em serrarias e laminadoras (produo de desenrolados e faqueados, e que sero, por sua vez, utilizados por indstrias que produzem as chapas de compensado).

Madeira para utilizao na propriedade rural (construes rurais, cercas, pontes, etc.).

A deciso sobre os objetivos para a produo florestal certamente deve ser fundamentada na anlise de diversos aspectos que definem as possibilidades e as limitaes para a produo florestal. A distncia entre a propriedade rural e o mercado comprador, para a madeira que venha a ser produzida, e as caractersticas desse mercado so fatores determinantes do sucesso do empreendimento florestal e que, por esta razo, sempre devem ser considerados.



Local Das Plantaes

Deve-se considerar as seguintes condies ideais de localizao, obviamente nem sempre disponveis ou existentes:

Em reas com declividade inferior a 25 graus;

- Permite-se a reduo dos custos de plantio, de manuseio e de corte ou colheita.

- Obtm-se maior eficincia nas operaes de corte, tanto nos desbastes como no corte-raso.

Prximas a estradas e ao mercado, devido aos menores custos de transporte;

- Objetivando uma adequada remunerao pela madeira produzida.

- Considerando os custos (fretes) para o transporte da madeira.

Se possvel, em solos com boa qualidade, pois na prtica do reflorestamento, o retorno monetrio para um mesmo investimento maior em stios com alta produtividade.

Na seleo de reas para o estabelecimento de uma plantao florestal, convm tambm considerar o seguinte fato: dada uma rea territorial fixa, os custos das mudas e das operaes de plantio e de manuteno sero os mesmos, independentemente da qualidade do solo; o que poder variar so os nveis de produtividade das rvores, e, portanto, a produo de madeira. O mesmo raciocnio aplica-se qualidade das sementes, do material gentico e das mudas utilizadas.

Convm sempre considerar que podem existir restries legais para o corte de rvores e de povoamentos florestais, mesmo em plantaes florestais, quaisquer que sejam as espcies utilizadas, nativas ou exticas, quando elas esto localizadas em reas que devam estar cobertas com florestas de preservao permanente. Assim o Cdigo Florestal (Lei Federal 4771/65) determina que so de preservao permanente as florestas e demais formas e vegetao natural situadas em faixas marginais aos cursos dgua (as matas ciliares), ao redor das nascentes ou mananciais, no topo de morros e em terrenos muito ngremes (i.e. com declividade superiora 45 graus). Quando a declividade do terreno situar-se entre 25 e 45 graus, admite-se apenas o corte seletivo. Em funo dessas restries administrativas ao uso da propriedade, recomenda-se que proprietrios rurais consultem o respectivo rgo ambiental estadual antes de iniciar o estabelecimento de plantaes florestais.



Espaamento Inicial

Em contraposio aos espaamentos praticados no passado e descritos anteriormente, na atualidade pode-se utilizar uma menor densidade inicial de mudas/h, na medida em que sejam verificadas as seguintes garantias de homogeneidade do futuro talho:

Material gentico de boa qualidade e grande produtividade.

Melhor seleo das reas para plantio.

Melhores tcnicas de preparo do solo.

Alta taxa de sobrevivncia das mudas (ou, alternativamente, baixa mortalidade inicial).

Melhores tratamentos silviculturais (roadas/capinas, combate a formigas, podas e desbastes).

Medidas efetivas e eficientes de proteo contra fogo (construo e manuteno de aceiros).

Desta forma, recomenda-se a adoo dos seguintes espaamentos e respectivas densidades populacionais de mudas por hectares:

2,00m x 3,00m (equivalente a 1.667 mudas/ha)

2,50m x 3,00m (equivalente a 1.333 mudas/ha)

3,00m x 3,00m (equivalente a 1.111 mudas/ha)

Outra forma de examinar a questo da densidade populacional inicial a considerao da razo do nmero de mudas no plantio e o nmero de rvores desejadas para o corte final. Dessa forma, no passado plantava-se 2.500 mudas por hectare para produo de 250 rvores no corte final. Na atualidade, e na medida em que garantias de homogeneidade do futuro talho estejam presentes, pode-se plantar apenas 1.250 mudas por hectare.



Regime De Desbaste

Muito embora a realizao de desbaste signifique uma antecipao de renda, ao longo da rotao, sempre existir um custo associado sua execuo. Por esse motivo, desejvel reduzir o nmero de desbaste, aumentando a intensidade do corte de rvores em cada desbaste. Em funo do exposto, ao se decidir sobre a realizao de desbaste, recomenda-se que sejam considerados os seguintes fatores:

- Considerar a realizao de no mais que dois ou trs desbastes seletivos (intensidade de remoo de 40% do nmero de rvores existentes) s idades de 10, 14 e 18 anos.

-Os desbastes devem ser mais pesados e mais tardios que os praticados tradicionalmente.

- Os desbastes devem ser compatveis com os objetivos da produo.

- O ideal que os regimes de desbastes sejam concebidos por modelagem e simulao (considerando custos e receita).

- O propsito produzir toras de grandes dimenses e de maior valor, no mais curto espao de tempo.



Regime de Poda

A poda ou desrama uma operao silvicultural, que se justifica sempre que existir o interesse do proprietrio rural na produo de toras, com elevada proporo de madeira limpa e livre de ns, para processamento mecnico, em serrarias ou laminadoras. Objetivando-se evitar a produo de ns mortos, deve-se podar preferencialmente os ramos verdes, em idade precoce de tal forma que no seja retirada mais que 40% da copa verde. Por esse motivo, sugere a observao das seguintes recomendaes:

- A primeira poda deve ser realizada entre 4 e 5 anos, no final do inverno, at uma altura entre 2,70 e 3 m.

- A segunda poda deve ser realizada aos 7 ou 8 anos de idade, at uma altura entre 6 e 7 m, dependendo das exigncias do mercado regional para toras.

- Convm observar uma integrao entre as operaes de podia e de desbaste, objetivando-se propiciar um amplo espao de crescimento para as rvores qm que tenha sido realizada a poda.

O objetivo agregar o valor s toras produzidas, obtendo, desta forma, uma melhor remunerao pela matria-prima.

A deciso sobre o corte final ou corte- raso, em um sistema de produo de madeira de pnus para processamento em serrarias e laminadoras, altamente remunerador para o proprietrio rural, deve levar em conta as seguintes informaes fundamentais:

- Considerar, em princpios, uma rotao de 20 a 25 anos.

- Fazer uma anlise econmico-financeira para a deciso sobre o corte final.

- Consideraes sobre o mercado (preos vigentes e volume a cortar).



A produo de madeira com plantaes de espcie de Pinus, em especial da madeira para processamento mecnico, deve ser feita preferencialmente nas seguintes condies:

- Usar reas com pouca declividade.

- Usar reas prximas a vias de acesso e pequenas distncia do mercado.

- Usar solos da melhor qualidade possvel.

Adicionalmente, aps ter sido identificada a espcie de Pinus mais adequada para o alcance dos objetivos estabelecidos , deve-se selecionar o melhor material gentico para as condies de clima da regio e condies de solos existentes na propriedade. Os regimes silviculturais devem ser tambm compatveis com os objetivos com os estabelecidos para a produo. Assim, a silvicultura a ser praticada na pequena propriedade rural deve contemplar os seguintes aspectos:

Espaamentos iniciais amplos.

Adequada proteo contra formigas cortadeiras.

Construo e manuteno de aceiros (para preveno contra fogo), quando pertinente.

Desbastes pesados e mais espaados no tempo.

A poda ou desrama, quando praticada, deve ser criteriosa.

O regime silvicultural a ser praticado deve ser aquele que propicie o mximo retorno econmico para o investimento realizado.

Finalmente, na pequena propriedade rural, convm tratar o investimento realizado como aquele que constitui a floresta da famlia, envolvendo todos os seus integrantes na sua manuteno e proteo, produzindo, desta forma, um patrimnio que ser utilizado, com muitos benefcios, pela presente assim como pelas futuras geraes, de forma cclica e contnua.



Srgio Ahrens

Eng.Florestal, M.Sc.,Dr., Pesquisador em Biometria e Manejo Florestal, Embrapa Florestas.

Maio/2003