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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Manter floresta é meio mais econômico de obter água pura.
Estudo divulgado pela World Wildlife Foundation (WWF) e pelo Banco Mundial mostra que a manutenção de reservas florestais e áreas de preservação nos arredores de grandes metrópoles pode ser um meio mais eficaz e barato de obter água pura para o abastecimento da população do que construir complexos centros de tratamento.
O trabalho revela que mais de 30% das 105 maiores cidades do mundo dependem de parques e reservas para o fornecimento. Das seis metrópoles brasileiras analisadas (Brasília, São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Salvador e Fortaleza) só a capital cearense não depende de áreas protegidas para o abastecimento.
O Parque Estadual da Cantareira, com 7.900 hectares remanescentes de Mata Atlântica, fornece 50% da água consumida na Grande São Paulo. O restante vem do Parque Ecológico Guarapiranga, Reserva Estadual Morro Grande, Estação Ecológica Itapeti, e os parques estaduais Juqueri e Alberto Loefgren. "Há décadas a administração de Nova York optou por purificar a água potável filtrando-a naturalmente pelas florestas, a um custo inicial de US$ 1 bilhão a US$ 1,5 bilhão em dez anos", disse Michael Becker, do WWF. "É sete vezes mais barato do que os US$ 6 a 8 bilhões que seriam gastos na forma tradicional de tratar e distribuir água potável".
Fonte: A Tribuna/RJ.
O trabalho revela que mais de 30% das 105 maiores cidades do mundo dependem de parques e reservas para o fornecimento. Das seis metrópoles brasileiras analisadas (Brasília, São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Salvador e Fortaleza) só a capital cearense não depende de áreas protegidas para o abastecimento.
O Parque Estadual da Cantareira, com 7.900 hectares remanescentes de Mata Atlântica, fornece 50% da água consumida na Grande São Paulo. O restante vem do Parque Ecológico Guarapiranga, Reserva Estadual Morro Grande, Estação Ecológica Itapeti, e os parques estaduais Juqueri e Alberto Loefgren. "Há décadas a administração de Nova York optou por purificar a água potável filtrando-a naturalmente pelas florestas, a um custo inicial de US$ 1 bilhão a US$ 1,5 bilhão em dez anos", disse Michael Becker, do WWF. "É sete vezes mais barato do que os US$ 6 a 8 bilhões que seriam gastos na forma tradicional de tratar e distribuir água potável".
Fonte: A Tribuna/RJ.
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