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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Amazonas anuncia a criação de conservação estaduais.
Parques e reservas de desenvolvimento sustentável somam 4,2 milhões de hectares. Estado busca parcerias internacionais para sua implantação.
O governador do Amazonas, Eduardo Braga, anuncia, a criação de 6 unidades de conservação estaduais, totalizando 4,2 milhões de hectares. São dois parques estaduais – Samaúma e Cuieiras -, duas reservas de desenvolvimento sustentável - Cujubim e Piagaçú-Purus -, mais a Floresta Estadual do Rio Urubu e a Reserva Extrativista do Catuá-Ipixuna. Com isso, a proteção ambiental estadual aumenta sua área total em 50%.
Entre unidades de conservação, federais ou estaduais, e terras indígenas, o Amazonas soma 59, 2 milhões de hectares em áreas protegidas. “O Governo Estadual, sozinho, investe entre US$ 10 e 60 por hectare na criação de novas unidades, que necessitam de plano de manejo, monitoramento, controle e educação ambiental”, destaca Virgílio Maurício Viana, secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas. “Por isso, a parceria internacional é extremamente importante: é o momento de criar vias econômicas éticas a partir daqueles que usufruem os benefícios e serviços ambientais da nossa floresta e ecossistemas aquáticos”.
Viana ressalta, porém, que “florestas não são paisagens vazias: nossas florestas são habitadas por extrativistas, ribeirinhos e indígenas, estes de diferentes grupos étnicos, num total de 103.700 pessoas, falando 30 línguas distintas. Há, também, na região, cerca de 20 grupos indígenas não contatados”. De acordo com o secretário, estas populações tradicionais e indígenas têm um papel chave na proteção da biodiversidade, que deve ser devidamente valorizado.
Liana John
Fonte: Estadão
08/set/03
O governador do Amazonas, Eduardo Braga, anuncia, a criação de 6 unidades de conservação estaduais, totalizando 4,2 milhões de hectares. São dois parques estaduais – Samaúma e Cuieiras -, duas reservas de desenvolvimento sustentável - Cujubim e Piagaçú-Purus -, mais a Floresta Estadual do Rio Urubu e a Reserva Extrativista do Catuá-Ipixuna. Com isso, a proteção ambiental estadual aumenta sua área total em 50%.
Entre unidades de conservação, federais ou estaduais, e terras indígenas, o Amazonas soma 59, 2 milhões de hectares em áreas protegidas. “O Governo Estadual, sozinho, investe entre US$ 10 e 60 por hectare na criação de novas unidades, que necessitam de plano de manejo, monitoramento, controle e educação ambiental”, destaca Virgílio Maurício Viana, secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável do Amazonas. “Por isso, a parceria internacional é extremamente importante: é o momento de criar vias econômicas éticas a partir daqueles que usufruem os benefícios e serviços ambientais da nossa floresta e ecossistemas aquáticos”.
Viana ressalta, porém, que “florestas não são paisagens vazias: nossas florestas são habitadas por extrativistas, ribeirinhos e indígenas, estes de diferentes grupos étnicos, num total de 103.700 pessoas, falando 30 línguas distintas. Há, também, na região, cerca de 20 grupos indígenas não contatados”. De acordo com o secretário, estas populações tradicionais e indígenas têm um papel chave na proteção da biodiversidade, que deve ser devidamente valorizado.
Liana John
Fonte: Estadão
08/set/03
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