Voltar
Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Pesquisa inédita aponta onde estão os entraves às exportações.
Representante do segundo maior setor industrial exportador brasileiro, a Abimaq - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos acaba de concluir uma pesquisa inédita entre os seus associados, que identifica os principais problemas encontrados pelas empresas nas suas operações de exportação.
O levantamento contou com o apoio técnico de especialistas da Associação e resultou em um amplo quadro com um passo a passo de uma venda externa e os entraves encontrados. Esse roteiro crítico foi enviado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com o objetivo de alertar o governo federal para as dificuldades que os empresários enfrentam no dia-a-dia e solicitar uma ação direta e coordenada em face da complexidade de órgãos e departamentos oficiais envolvidos na área de comércio exterior.
O levantamento constatou que os principais entraves às exportações estão na área de Financiamento (27%), Promocional (22%) e Logística (13%). Além disso, as dificuldades burocráticas e operacionais (13%), ao lado das barreiras não-tarifárias, ambas com 13%, também foram apontadas pelos entrevistados como grandes empecilhos para o pleno desenvolvimento das exportações, seguidas pelas Garantias com (12%).
Na área de financiamento tiveram destaque os obstáculos para obtenção de crédito através do programa BNDES-Exim Pré-embarque e para obtenção de garantias exigidas pelo BNDES-Exim e Proex. Os empresários ainda apontaram as questões de ordem promocional, que impedem a abertura de negócios, o conhecimento de mercados potenciais, o estreitamento de relações comerciais, entre outros aspectos. Nesse campo, as empresas enfatizaram que a falta de divulgação da imagem do Brasil enquanto produtor de máquinas e equipamentos no exterior também é um grande entrave ao processo de incremento e aumento das exportações. O principal ponto detectado pelas empresas é com relação ao custo para realização de ações promocionais (31%), seguido por dificuldades na identificação de parceiros no exterior (24%) e acesso a informações mercadológicas (19%).
Logística e burocracia
Na área logística, os principais entraves ficaram por conta dos custos dos transportes (54%), seguidos por problemas de infra-estrutura, condições precárias e onerosas (20%).
Segundo as associadas, os processos operacionais e burocráticos continuam sendo um grande empecilho à exportação. Para mais de 41% das respostas, esses pontos estão relacionados com órgãos como a Secretaria da Receita Federal, o departamento de Operação de Comércio Exterior (Decex) e o Banco Central. Já 33% das respostas consideraram a documentação exigida para as operações como volumosas e altamente detalhistas.
Com relação às barreiras tarifárias, 38% destacaram a dificuldade provocada pela falta de informações sobre os regulamentos e leis do país para o qual deseja exportar, seguido, com 26% das respostas, pelo alto custo do atendimento das exigências na emissão de certificados de qualidade ou ensaio de produtos. A exigência de atendimento a especificações e normas técnicas para os produtos foi lembrada por 17% dos entrevistados.
No bloco de perguntas sobre as garantias das operações, 73% das respostas apontaram que os entraves encontram-se na burocracia para obtenção do seguro de crédito (35%). Para 38%, os obstáculos estão nos altos custos da obtenção desse seguro.
Do universo da pesquisa, em que foram analisadas 110 empresas, 90% atuam no comércio exterior, sendo que 64% através de operações de exportação direta, ou seja, sem a presença de intermediários. Desse total, 72% realizam transações de exportação com freqüência. Quanto ao perfil das empresas, 38% são de pequeno porte (com até 50 funcionários) e 13% são grandes empresas (com mais de 400 funcionários).
Assessoria de Imprensa da ABIMAQ
Jornalistas: Tereza Anunziata / Giuliana Benzi / Daniel Padilla
Tels : 5582-6355 / 5582-648
05/set/03
O levantamento contou com o apoio técnico de especialistas da Associação e resultou em um amplo quadro com um passo a passo de uma venda externa e os entraves encontrados. Esse roteiro crítico foi enviado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com o objetivo de alertar o governo federal para as dificuldades que os empresários enfrentam no dia-a-dia e solicitar uma ação direta e coordenada em face da complexidade de órgãos e departamentos oficiais envolvidos na área de comércio exterior.
O levantamento constatou que os principais entraves às exportações estão na área de Financiamento (27%), Promocional (22%) e Logística (13%). Além disso, as dificuldades burocráticas e operacionais (13%), ao lado das barreiras não-tarifárias, ambas com 13%, também foram apontadas pelos entrevistados como grandes empecilhos para o pleno desenvolvimento das exportações, seguidas pelas Garantias com (12%).
Na área de financiamento tiveram destaque os obstáculos para obtenção de crédito através do programa BNDES-Exim Pré-embarque e para obtenção de garantias exigidas pelo BNDES-Exim e Proex. Os empresários ainda apontaram as questões de ordem promocional, que impedem a abertura de negócios, o conhecimento de mercados potenciais, o estreitamento de relações comerciais, entre outros aspectos. Nesse campo, as empresas enfatizaram que a falta de divulgação da imagem do Brasil enquanto produtor de máquinas e equipamentos no exterior também é um grande entrave ao processo de incremento e aumento das exportações. O principal ponto detectado pelas empresas é com relação ao custo para realização de ações promocionais (31%), seguido por dificuldades na identificação de parceiros no exterior (24%) e acesso a informações mercadológicas (19%).
Logística e burocracia
Na área logística, os principais entraves ficaram por conta dos custos dos transportes (54%), seguidos por problemas de infra-estrutura, condições precárias e onerosas (20%).
Segundo as associadas, os processos operacionais e burocráticos continuam sendo um grande empecilho à exportação. Para mais de 41% das respostas, esses pontos estão relacionados com órgãos como a Secretaria da Receita Federal, o departamento de Operação de Comércio Exterior (Decex) e o Banco Central. Já 33% das respostas consideraram a documentação exigida para as operações como volumosas e altamente detalhistas.
Com relação às barreiras tarifárias, 38% destacaram a dificuldade provocada pela falta de informações sobre os regulamentos e leis do país para o qual deseja exportar, seguido, com 26% das respostas, pelo alto custo do atendimento das exigências na emissão de certificados de qualidade ou ensaio de produtos. A exigência de atendimento a especificações e normas técnicas para os produtos foi lembrada por 17% dos entrevistados.
No bloco de perguntas sobre as garantias das operações, 73% das respostas apontaram que os entraves encontram-se na burocracia para obtenção do seguro de crédito (35%). Para 38%, os obstáculos estão nos altos custos da obtenção desse seguro.
Do universo da pesquisa, em que foram analisadas 110 empresas, 90% atuam no comércio exterior, sendo que 64% através de operações de exportação direta, ou seja, sem a presença de intermediários. Desse total, 72% realizam transações de exportação com freqüência. Quanto ao perfil das empresas, 38% são de pequeno porte (com até 50 funcionários) e 13% são grandes empresas (com mais de 400 funcionários).
Assessoria de Imprensa da ABIMAQ
Jornalistas: Tereza Anunziata / Giuliana Benzi / Daniel Padilla
Tels : 5582-6355 / 5582-648
05/set/03
Fonte:
Notícias em destaque
Brasil se junta a Estados Unidos e Canadá ao adotar painéis SIP recheados com poliuretano para erguer casas: o que muda no tempo de obra e no isolamento de som
O uso de Painéis Isolantes Estruturais, conhecidos como SIPs, representa uma quebra de paradigma na engenharia civil brasileira ao...
(TECNOLOGIA)
Em números: US$ 2,2 bilhões, tamanho projetado do mercado global de blocos de madeira para brinquedos
"Em Números" é uma coluna mensal que fornece fatos e números sobre a indústria de marcenaria.
US$ 2,2...
(MERCADO)
Parceria amplia produção de árvores como ipês e pitangueiras destinadas a áreas públicas de BH
Parceria amplia produção de mudas nativas para áreas públicas em Belo Horizonte
Uma parceria estratégica...
(SILVICULTURA)
O mercado de lâminas de madeira deverá atingir US$ 39,9 milhões até 2035, impulsionado pela fabricação de móveis.
O mercado de lâminas de madeira foi avaliado em US$ 25,91 bilhões em 2025 e projeta-se que alcance US$ 39,94 bilhões...
(MERCADO)
Brasil reduz perdas florestais em 42 por cento em 2025 e lidera queda global, aponta Global Forest Watch
Resultado reflete avanço no controle do desmatamento e ações integradas, mas país ainda concentra maior área de...
(MEIO AMBIENTE)
Produção de móveis e colchões reage em fevereiro, mas varejo ainda limita retomada em 2026
‘Conjuntura de Móveis – Abril 2026’ traz dados do mercado interno e externo no setor de móveis nos três...
(MERCADO)














