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Notícias
05
dez
2013
(REFLORESTAMENTO)
Madeira pode atrair indústrias para áreas reflorestadas de Minas Gerais
Região de grandes áreas reflorestadas no sul de Minas Gerais, no entorno dos municípios de São João Del Rei, Ritapolis, São Tiago, Rezende Costa, Barbacena, Prados, Lagoa Dourada, Entre Rios de Minas, Cruzília, Madre de Deus de Minas, São Vicente, Andrelândia, Juiz de Fora, Nazareno, dentre outros, representando um excelente estoque de madeira que está pronta para receber indústrias florestais sem necessidade de investimentos na aquisição de terras.
São propriedades florestais de pequeno e médio porte, que há anos vem desenvolvendo um amplo programa de reflorestamento aproveitando as condições naturais da região e utilizando-se de parcerias de diferentes programas de fomento e iniciativa própria de produtores regionais. Estima-se área de aproximadamente 40.000 hectares com capacidade de abastecer diferentes segmentos industriais.
A região possui paisagem de relevo suavemente ondulada, com a predominância de latossolos, com altitudes acima de 800 metros e precipitação cerca de 1600 mm anuais, sendo estas chuvas distribuídas ao longo do ano, com um período frio com umidade relativa alta de maio até julho e com temperaturas mais altas de agosto a setembro, com ocorrência de chuvas esporádicas neste período. O período chuvoso inicia-se em outubro e com concentração de maior volume até janeiro diminuindo gradativamente até maio.
Estas condições são ideais para plantio de florestas de eucalipto, contribuindo para a redução dos custos, devido ao potencial de mecanização na realização das atividades florestais em toda época do ano. A maioria dos materiais genéticos utilizados na região é originado das empresas Gerdau e Aperam, sendo estes clones de alta produtividade, existindo muitos plantios florestais com IMA superior a 40m³/ha/ ano.
Como a atividade de produção de carvão/madeira na região foi estimulada por empresas como a CBCC, Gerdau, Aperam e Votorantim, nos últimos 10 anos, surgiram muitos investidores independentes gerando grandes áreas plantadas com eucalipto.
Existe na região a figura do fazendeiro florestal que planta pequenas áreas e produz o carvão, mantendo na área sua família e gerando renda que possibilita já possuírem seus próprios caminhões para a entrega.
Neste período, apenas o Viveiro Esteio contribuiu com a venda de aproximadamente 30 milhões de mudas para estes investidores (cerca de 25.000ha). Como existem outros fornecedores de mudas na região, este número poderá passar de 40.000 ha de plantio (estes valores estão sendo levantados). Sendo que cerca de 40% desta madeira esta atingindo 6 anos.
É um patrimônio social imenso que pode abrigar grandes investimentos industriais e com isso possibilitar a continuidade de investimentos nesta região que já tem a tradição do produtor florestal independente, representados por profissionais liberais, produtores de carvão e de madeira para serraria, e que pretendem dar continuidade aos seus investimentos na região.
Além da posição geográfica excepcional em relação ao mercado interno e externo, existe um grande polo consumidor de madeira na região de Ubá. Outra excelente oportunidade é que a região ainda dispõe de terras de valores relativamente baixos e que permitem a expansão das áreas reflorestadas. Com a finalidade de dar um destino mais adequado a esta madeira, iniciou-se a organização de um sistema cooperativo que poderá garantir o abastecimento total ou parcial da indústria que se instalar na região. O Viveiro Esteio, um dos precursores do reflorestamento na região, juntamente com inúmeros produtores estão se encarregando de criar o sistema cooperativo.
Em breve, estará sendo organizado na região um encontro com investidores e industriais para discussão e implementação dos instrumentos institucionais para atração de investimentos industriais. Com certeza, a médio prazo, a região constituirá um novo modelo de desenvolvimento da indústria florestal sem a necessidade de investimentos em terra. É, de fato, a participação do pequeno e médio produtor na constituição da cadeia produtiva, tão importante e tão almejada pela silvicultura sustentável!
Celso Trindade é engenheiro florestal: contato@celsotrindade.com.br.
Celular: 32-8401-1522
Maria Luiza Sartorio é química: Luiza@esteio.ind.br
Celular: 32-8401-5755
São propriedades florestais de pequeno e médio porte, que há anos vem desenvolvendo um amplo programa de reflorestamento aproveitando as condições naturais da região e utilizando-se de parcerias de diferentes programas de fomento e iniciativa própria de produtores regionais. Estima-se área de aproximadamente 40.000 hectares com capacidade de abastecer diferentes segmentos industriais.
A região possui paisagem de relevo suavemente ondulada, com a predominância de latossolos, com altitudes acima de 800 metros e precipitação cerca de 1600 mm anuais, sendo estas chuvas distribuídas ao longo do ano, com um período frio com umidade relativa alta de maio até julho e com temperaturas mais altas de agosto a setembro, com ocorrência de chuvas esporádicas neste período. O período chuvoso inicia-se em outubro e com concentração de maior volume até janeiro diminuindo gradativamente até maio.
Estas condições são ideais para plantio de florestas de eucalipto, contribuindo para a redução dos custos, devido ao potencial de mecanização na realização das atividades florestais em toda época do ano. A maioria dos materiais genéticos utilizados na região é originado das empresas Gerdau e Aperam, sendo estes clones de alta produtividade, existindo muitos plantios florestais com IMA superior a 40m³/ha/ ano.
Como a atividade de produção de carvão/madeira na região foi estimulada por empresas como a CBCC, Gerdau, Aperam e Votorantim, nos últimos 10 anos, surgiram muitos investidores independentes gerando grandes áreas plantadas com eucalipto.
Existe na região a figura do fazendeiro florestal que planta pequenas áreas e produz o carvão, mantendo na área sua família e gerando renda que possibilita já possuírem seus próprios caminhões para a entrega.
Neste período, apenas o Viveiro Esteio contribuiu com a venda de aproximadamente 30 milhões de mudas para estes investidores (cerca de 25.000ha). Como existem outros fornecedores de mudas na região, este número poderá passar de 40.000 ha de plantio (estes valores estão sendo levantados). Sendo que cerca de 40% desta madeira esta atingindo 6 anos.
É um patrimônio social imenso que pode abrigar grandes investimentos industriais e com isso possibilitar a continuidade de investimentos nesta região que já tem a tradição do produtor florestal independente, representados por profissionais liberais, produtores de carvão e de madeira para serraria, e que pretendem dar continuidade aos seus investimentos na região.
Além da posição geográfica excepcional em relação ao mercado interno e externo, existe um grande polo consumidor de madeira na região de Ubá. Outra excelente oportunidade é que a região ainda dispõe de terras de valores relativamente baixos e que permitem a expansão das áreas reflorestadas. Com a finalidade de dar um destino mais adequado a esta madeira, iniciou-se a organização de um sistema cooperativo que poderá garantir o abastecimento total ou parcial da indústria que se instalar na região. O Viveiro Esteio, um dos precursores do reflorestamento na região, juntamente com inúmeros produtores estão se encarregando de criar o sistema cooperativo.
Em breve, estará sendo organizado na região um encontro com investidores e industriais para discussão e implementação dos instrumentos institucionais para atração de investimentos industriais. Com certeza, a médio prazo, a região constituirá um novo modelo de desenvolvimento da indústria florestal sem a necessidade de investimentos em terra. É, de fato, a participação do pequeno e médio produtor na constituição da cadeia produtiva, tão importante e tão almejada pela silvicultura sustentável!
Celso Trindade é engenheiro florestal: contato@celsotrindade.com.br.
Celular: 32-8401-1522
Maria Luiza Sartorio é química: Luiza@esteio.ind.br
Celular: 32-8401-5755
Fonte: Celso Trindade / Maria Luiza Sartorio
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