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Notícias
03
abr
2012
(GERAL)
Organizações vão elaborar protocolo sobre monitoramento de Sistemas Agroflorestais
A região norte de Mato Grosso, conhecida como Portal da Amazônia, que abriga 16 municípios, possui diversas instituições que atuam no apoio a implantação de sistemas agroflorestais sucessionais (SAF). Apesar de diferenças metodológicas, estes trabalhos têm como eixo comum a adoção das agroflorestas sucessionais como base para a recuperação de áreas degradadas e para a geração de renda.
Neste contexto, surgiu a necessidade da criação de mecanismos que permitam e facilitem o processo de monitoramento e avaliação desses sistemas.
Para atingir este objetivo, foi realizada em Alta Floresta, entre os dias 22 e 23 de março, uma oficina que discutiu a elaboração de um protocolo de monitoramento que sirva como base para todas as instituições da região, permitindo desta forma ampli ar as informações e aprimorar o trabalho.
A oficina, realizada pelo Instituto Ouro Verde (IOV) em parceria com o Instituto Centro de Vida (ICV), prefeitura de Alta Floresta, com o apoio do Kew Gardens, teve a participação de dos técnicos dessas instituições, da Embrapa e palestrantes de universidades e outras ONGs.
José Maria Gusman Ferraz, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) ressaltou que o SAF não pode ser pensado de forma isolada de um contexto. Para ele, é impossível monitorar um sistema sem pensar também no seu entorno.
Para Patrícia Vaz, do Mutirão Agroflorestal, a implantação de sistemas agroflorestais deve ir na direção do aumento da qualidade e quantidade de vida no ambiente, garantindo maior sustentabilidade do sistema.
Sobre o tema, Wiliam Miliken, da Kew Gardens, ressaltou a importância da biodiversidade, que tem relação direta com a capacidade de resiliência e funcionalidade do sistema agroflorestal, permitindo a compreensã o dos serviços ecossistêmicos existentes (água, polinização, controle biológico etc.), além da própria conservação das espécies.
Fátima Piña Rodrigues, da Universidade federal de São Carlos (UFSCar) palestrou sobre a dinâmica de ecossistemas e sua aplicação a SAFs. De acordo com ela, o processo de monitoramento dos SAFs precisa levar em conta a funcionalidade das espécies existentes.
O trabalho agora consiste na elaboração do documento do protocolo que será compartilhado com todas as organizações.
Por: Daniela Torezzan
Neste contexto, surgiu a necessidade da criação de mecanismos que permitam e facilitem o processo de monitoramento e avaliação desses sistemas.
Para atingir este objetivo, foi realizada em Alta Floresta, entre os dias 22 e 23 de março, uma oficina que discutiu a elaboração de um protocolo de monitoramento que sirva como base para todas as instituições da região, permitindo desta forma ampli ar as informações e aprimorar o trabalho.
A oficina, realizada pelo Instituto Ouro Verde (IOV) em parceria com o Instituto Centro de Vida (ICV), prefeitura de Alta Floresta, com o apoio do Kew Gardens, teve a participação de dos técnicos dessas instituições, da Embrapa e palestrantes de universidades e outras ONGs.
José Maria Gusman Ferraz, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) ressaltou que o SAF não pode ser pensado de forma isolada de um contexto. Para ele, é impossível monitorar um sistema sem pensar também no seu entorno.
Para Patrícia Vaz, do Mutirão Agroflorestal, a implantação de sistemas agroflorestais deve ir na direção do aumento da qualidade e quantidade de vida no ambiente, garantindo maior sustentabilidade do sistema.
Sobre o tema, Wiliam Miliken, da Kew Gardens, ressaltou a importância da biodiversidade, que tem relação direta com a capacidade de resiliência e funcionalidade do sistema agroflorestal, permitindo a compreensã o dos serviços ecossistêmicos existentes (água, polinização, controle biológico etc.), além da própria conservação das espécies.
Fátima Piña Rodrigues, da Universidade federal de São Carlos (UFSCar) palestrou sobre a dinâmica de ecossistemas e sua aplicação a SAFs. De acordo com ela, o processo de monitoramento dos SAFs precisa levar em conta a funcionalidade das espécies existentes.
O trabalho agora consiste na elaboração do documento do protocolo que será compartilhado com todas as organizações.
Por: Daniela Torezzan
Fonte: ICV – Instituto Centro e Vida
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