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Notícias
02
abr
2012
(IBAMA)
Fiscais do Ibama lacram serrarias por falta de licença no MA
O corte ilegal de madeira ameaça três reservas indígenas no noroeste do Maranhão: Alto Turiaçu, Caru e Awá-Guajá, onde vive uma das últimas tribos nômades da América do Sul. Os awá-guajá são caçadores coletores, que dependem da caça e dos frutos da floresta para continuar existindo.
Os fiscais do Ibama de cinco estados foram mobilizados para combater a ação dos madeireiros neste lado da Amazônia brasileira. Eles estão desmontando as serrarias flagradas sem a licença ambiental. Os militares do Batalhão Florestal dão apoio ao trabalho dos fiscais.
As serrarias que estão sendo desmontadas já foram embargadas pelo menos uma vez. Outras tiveram máquinas apreendidas e voltaram a funcionar.
O Ibama usa caminhões-guincho para recolher os equipamentos. Em uma semana, catorze serrarias foram desmontadas em Centro do Guilherme e em Santa Luzia do Paruá, municípios do noroeste do Maranhão. O dono da serraria que já havia sido interditada não apresentou a licença de operação e teve os equipamentos apreendidos.
“A questão burocrática de documentação eu não entendo. Eu não estou operando. Nós estamos em fase de montagem e correndo atrás da documentação para funcionar”, explica João Batista Nascimento, dono da serraria.
Mil metros cúbicos de madeira em toras sem origem legal estavam estocados no pátio das serrarias. A madeira suficiente para encher 45 caminhões foi apreendida.
Ciclene brito – chefe da divisão técnico-ambiental – Ibama “Nós temos serrarias instaladas há menos de cinco quilômetros do limite das terras indígenas. São serrarias que estão aparentemente legalizadas, mas que se utilizam do artifício de teoricamente comprar madeira de plano de manejo que estão a cerca de 150 a 200 quilômetros de distância dela, mas retiram de fato a madeira de dentro das terras indígenas”, esclarece Ciclene Brito, chefe da divisão técnico-ambiental do Ibama no Maranhão.
As máquinas apreendidas estão sendo levadas para um depósito no município de Zé Doca. Os donos das serrarias estão sendo identificados e devem responder por crime ambiental.
Os fiscais do Ibama de cinco estados foram mobilizados para combater a ação dos madeireiros neste lado da Amazônia brasileira. Eles estão desmontando as serrarias flagradas sem a licença ambiental. Os militares do Batalhão Florestal dão apoio ao trabalho dos fiscais.
As serrarias que estão sendo desmontadas já foram embargadas pelo menos uma vez. Outras tiveram máquinas apreendidas e voltaram a funcionar.
O Ibama usa caminhões-guincho para recolher os equipamentos. Em uma semana, catorze serrarias foram desmontadas em Centro do Guilherme e em Santa Luzia do Paruá, municípios do noroeste do Maranhão. O dono da serraria que já havia sido interditada não apresentou a licença de operação e teve os equipamentos apreendidos.
“A questão burocrática de documentação eu não entendo. Eu não estou operando. Nós estamos em fase de montagem e correndo atrás da documentação para funcionar”, explica João Batista Nascimento, dono da serraria.
Mil metros cúbicos de madeira em toras sem origem legal estavam estocados no pátio das serrarias. A madeira suficiente para encher 45 caminhões foi apreendida.
Ciclene brito – chefe da divisão técnico-ambiental – Ibama “Nós temos serrarias instaladas há menos de cinco quilômetros do limite das terras indígenas. São serrarias que estão aparentemente legalizadas, mas que se utilizam do artifício de teoricamente comprar madeira de plano de manejo que estão a cerca de 150 a 200 quilômetros de distância dela, mas retiram de fato a madeira de dentro das terras indígenas”, esclarece Ciclene Brito, chefe da divisão técnico-ambiental do Ibama no Maranhão.
As máquinas apreendidas estão sendo levadas para um depósito no município de Zé Doca. Os donos das serrarias estão sendo identificados e devem responder por crime ambiental.
Fonte: G1
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