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Notícias
30
mar
2012
(BIOENERGIA)
Energia é nova aposta do grupo Colleman
No controle de mais de 40 empresas e presente em uma série de segmentos econômicos, que vão de mineração a marketing esportivo e serviços odontológicos, o brasileiro Colleman Group está entrando em um novo negócio: energia. Em um lance inicial, vai investir R$ 30 milhões em uma fábrica de pellets (cavacos de madeira), utilizados na geração de energia renovável, com início de operação previsto para este ano. Em outro, que trará resultados no médio e longo prazos, constituiu a holding Energeia BR, para atuar, em princípio, em PCHs (pequenas centrais hidrelétricas).
A nova unidade fabril será instalada ao lado do cais do Porto de Imbituba (SC) e 150 quilômetros distante da base florestal de 2,7 mil hectares, de pinus e eucalipto, pertencente à Wood Brazil, uma das controladas do grupo. Com capacidade de produção de 1 milhão de toneladas por ano de "wood chips", pellets e briquetes, a fábrica abastecerá clientes na Europa e na Ásia, onde é crescente a demanda por fontes de energia renovável.
No futuro, a unidade catarinense poderá ser ampliada - mundialmente, a estimativa é a de que a demanda por cavacos de madeira para geração de energia alcance 80 milhões de toneladas por ano até 2020. "O grupo entendeu que há um enorme potencial nesse segmento e, como já contava com recursos florestais, decidiu por investir na área", conta o superintendente do grupo, Cesario Rogerio, contratado há cerca de 90 dias para organizar a operação na área de energia e ativos florestais.
A Wood Brazil manterá a exportação de madeira bruta, até então sua atividade principal. Porém o foco do negócio, a partir de agora, será energia renovável, segundo Rogerio. Além da base florestal própria, com idade média de 8 anos, a empresa poderá comprar madeira no mercado para produção de pellets, uma vez que há cerca de 40 mil hectares de florestas comerciais na região e disponíveis para compra. "Esse volume é bastante para uma unidade de 1 milhão de toneladas e, em cinco anos, poderemos pensar em uma segunda linha", afirma.
Conforme o executivo, os recursos aportados na fábrica virão do caixa do grupo, sem financiamento junto a instituições financeiras. No primeiro ano de operação, a expectativa é a de que o faturamento alcance R$ 25 milhões. A partir da execução de melhorias operacionais, o montante deve subir a R$ 30 milhões no ano seguinte e alcançar R$ 40 milhões no terceiro ano de funcionamento. "Já temos contatos com futuros clientes."
Em relação à Energeia BR, apresentada como holding para compra de participações em energia, geração, transmissão e distribuição, a ideia é desenvolver novos projetos de PCHs - neste momento, Santa Catarina seria o primeiro destino -, em lugar de comprar fatias em ativos já existentes. O Colleman não revela o faturamento consolidado.
A nova unidade fabril será instalada ao lado do cais do Porto de Imbituba (SC) e 150 quilômetros distante da base florestal de 2,7 mil hectares, de pinus e eucalipto, pertencente à Wood Brazil, uma das controladas do grupo. Com capacidade de produção de 1 milhão de toneladas por ano de "wood chips", pellets e briquetes, a fábrica abastecerá clientes na Europa e na Ásia, onde é crescente a demanda por fontes de energia renovável.
No futuro, a unidade catarinense poderá ser ampliada - mundialmente, a estimativa é a de que a demanda por cavacos de madeira para geração de energia alcance 80 milhões de toneladas por ano até 2020. "O grupo entendeu que há um enorme potencial nesse segmento e, como já contava com recursos florestais, decidiu por investir na área", conta o superintendente do grupo, Cesario Rogerio, contratado há cerca de 90 dias para organizar a operação na área de energia e ativos florestais.
A Wood Brazil manterá a exportação de madeira bruta, até então sua atividade principal. Porém o foco do negócio, a partir de agora, será energia renovável, segundo Rogerio. Além da base florestal própria, com idade média de 8 anos, a empresa poderá comprar madeira no mercado para produção de pellets, uma vez que há cerca de 40 mil hectares de florestas comerciais na região e disponíveis para compra. "Esse volume é bastante para uma unidade de 1 milhão de toneladas e, em cinco anos, poderemos pensar em uma segunda linha", afirma.
Conforme o executivo, os recursos aportados na fábrica virão do caixa do grupo, sem financiamento junto a instituições financeiras. No primeiro ano de operação, a expectativa é a de que o faturamento alcance R$ 25 milhões. A partir da execução de melhorias operacionais, o montante deve subir a R$ 30 milhões no ano seguinte e alcançar R$ 40 milhões no terceiro ano de funcionamento. "Já temos contatos com futuros clientes."
Em relação à Energeia BR, apresentada como holding para compra de participações em energia, geração, transmissão e distribuição, a ideia é desenvolver novos projetos de PCHs - neste momento, Santa Catarina seria o primeiro destino -, em lugar de comprar fatias em ativos já existentes. O Colleman não revela o faturamento consolidado.
Fonte: UDOP
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