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Notícias
30
mar
2012
(SETOR FLORESTAL)
Há demanda e área suficiente para setor florestal crescer, diz presidente da ABTCP
A 2ª Conferência da Indústria Florestal Latino Americana que terminou no último dia 28 teve abertura com sessão de palestras e debates no dia 26, em São Paulo, no Hotel Transamérica, a partir das 9h. O co-organizador do evento, Francisco Ribas, fundador e presidente da HDB&R Marketing Consulting e da Forestry Products Marketing (FPM) trouxe, no início da manhã, uma fala positiva para os participantes, de forma a lançar o debate. Segundo ele, que foi o anfitrião da conferência, o Brasil é um dos maiores polos do setor florestal e detentor da maior floresta tropical do mundo. “Através da introdução de espécies exóticas, o pinus e o eucalipto surgiram como excelentes alternativas de produção”. Na ótica de Ribas, essas espécies estão completamente adequadas e com grande potencial de expansão no mercado mundial.
A opinião também foi compartilhada pelo presidente da ABTCP (Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel), Lairton Leonardi. O executivo apontou sua visão de como a indústria florestal latino americana poderá sustentar o seu crescimento? e mostrou que o desenvolvimento só pode estar atrelado à sustentabilidade do setor.
O conhecimento é outra ferramenta que pode, na opinião dele, alavancar o setor. “Hoje, a informação é muito mais valiosa do que o conhecimento. É bom estarmos aqui para discutirmos a importância do conhecimento, mas se já somos grandes e se quisermos crescer, isso tem que ser fundamentado com critérios”. Entretanto, o executivo colocou que o crescimento com sustentabilidade econômica só ocorre quando a sociedade está inserida nele.
Sobre a direção do crescimento no Brasil, Leonardi comentou que o mercado de celulose tem tido resultados significativos e acredita que vai crescer muito mais. Ele também pontou altas para as embalagens e papel tissue.
O presidente da ABTCP mostrou que o setor florestal cresceu desde o começo dos anos 80, apoiado por processos ambientalmente corretos, com busca por custos menores, investimentos em aspectos ambientais e melhoramentos no que se refere à ecoeficiência.
Lairton Leonardi também lançou perspectivas para demanda de madeira até 2030 e apresentou a ordem de 2, 4 bilhões por m3 (no ramo industrial) e 2,5 bilhões (voltada para geração de energia). Ele sinalizou para a plateia a importância de se reconhecer as forças e fraquezas do mercado e incentivou o público a encontrar soluções de como se fazer para superar os fatores limitantes.
Ainda mencionando o Brasil, o palestrante mostrou que há hoje uma área total de 851,19 (1000 hectares) e enfatizou que o país possui um potencial de crescimento muito grande. “Temos demanda e área para trabalhar. Isso é muito promissor”, avalia.
Silvicultura é agronegócio
O presidente da ABTCP, Lairton Leonardi, apontou que o Brasil tem trabalhado e fomentado negócios atualmente com países como Chile, Argentina, Uruguai, México, Nova Zelândia e garantiu que o cor bussiness nacional está associado a tudo que vem da terra. “O nosso negócio é um agronegócio, sendo agro temos terra, temos produtividade, não só porque estamos no sul do Equador. Por isso é bom lembrarmos que temos altíssima competitividade na produção de eucalipto e pinus”, analisa.
Essa performance permitirá, na visão dele, estimular ainda mais o crescimento nacional do setor florestal. Hoje, a tendência do segmento está atrelada à marca de 42 m3 por hectare/ano. “Há pesquisas para o País alcançar a margem de até 70 m3 por hectare. Mas como chegar lá?”, lançou questionamento à plateia. Sem modelos e receitas prontas, ele afirma que existem vários fatores que enaltecem negócio florestal. “A própria recuperação de áreas degradadas, a conservação do solo, o sequestro de CO2 – importante para o negócio – já fizemos inventário e tudo isso graças às nossas florestas plantadas - onde a captação é muito maior. Esse é realmente um fator de competitividade”, cita.
A contribuição social é fundamental dentro desta atividade. “O fator que leva este crescimento é a nossa atividade - criando emprego, levando qualidade de vida para regiões das mais distantes do nosso país. Esse é o nosso grande desafio: levar e distribuir a qualidade de vida”.
O executivo conclui que no Brasil houve um crescimento na produção de eucalipto - na média de 83%, desde a década de 80, mas não apenas se orgulhou do percentual e deixou o recado de que : há muitas possibilidades para a alavancagem do setor, “mas apesar das possibilidades serem muito boas, elas dependem de nós”.
A opinião também foi compartilhada pelo presidente da ABTCP (Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel), Lairton Leonardi. O executivo apontou sua visão de como a indústria florestal latino americana poderá sustentar o seu crescimento? e mostrou que o desenvolvimento só pode estar atrelado à sustentabilidade do setor.
O conhecimento é outra ferramenta que pode, na opinião dele, alavancar o setor. “Hoje, a informação é muito mais valiosa do que o conhecimento. É bom estarmos aqui para discutirmos a importância do conhecimento, mas se já somos grandes e se quisermos crescer, isso tem que ser fundamentado com critérios”. Entretanto, o executivo colocou que o crescimento com sustentabilidade econômica só ocorre quando a sociedade está inserida nele.
Sobre a direção do crescimento no Brasil, Leonardi comentou que o mercado de celulose tem tido resultados significativos e acredita que vai crescer muito mais. Ele também pontou altas para as embalagens e papel tissue.
O presidente da ABTCP mostrou que o setor florestal cresceu desde o começo dos anos 80, apoiado por processos ambientalmente corretos, com busca por custos menores, investimentos em aspectos ambientais e melhoramentos no que se refere à ecoeficiência.
Lairton Leonardi também lançou perspectivas para demanda de madeira até 2030 e apresentou a ordem de 2, 4 bilhões por m3 (no ramo industrial) e 2,5 bilhões (voltada para geração de energia). Ele sinalizou para a plateia a importância de se reconhecer as forças e fraquezas do mercado e incentivou o público a encontrar soluções de como se fazer para superar os fatores limitantes.
Ainda mencionando o Brasil, o palestrante mostrou que há hoje uma área total de 851,19 (1000 hectares) e enfatizou que o país possui um potencial de crescimento muito grande. “Temos demanda e área para trabalhar. Isso é muito promissor”, avalia.
Silvicultura é agronegócio
O presidente da ABTCP, Lairton Leonardi, apontou que o Brasil tem trabalhado e fomentado negócios atualmente com países como Chile, Argentina, Uruguai, México, Nova Zelândia e garantiu que o cor bussiness nacional está associado a tudo que vem da terra. “O nosso negócio é um agronegócio, sendo agro temos terra, temos produtividade, não só porque estamos no sul do Equador. Por isso é bom lembrarmos que temos altíssima competitividade na produção de eucalipto e pinus”, analisa.
Essa performance permitirá, na visão dele, estimular ainda mais o crescimento nacional do setor florestal. Hoje, a tendência do segmento está atrelada à marca de 42 m3 por hectare/ano. “Há pesquisas para o País alcançar a margem de até 70 m3 por hectare. Mas como chegar lá?”, lançou questionamento à plateia. Sem modelos e receitas prontas, ele afirma que existem vários fatores que enaltecem negócio florestal. “A própria recuperação de áreas degradadas, a conservação do solo, o sequestro de CO2 – importante para o negócio – já fizemos inventário e tudo isso graças às nossas florestas plantadas - onde a captação é muito maior. Esse é realmente um fator de competitividade”, cita.
A contribuição social é fundamental dentro desta atividade. “O fator que leva este crescimento é a nossa atividade - criando emprego, levando qualidade de vida para regiões das mais distantes do nosso país. Esse é o nosso grande desafio: levar e distribuir a qualidade de vida”.
O executivo conclui que no Brasil houve um crescimento na produção de eucalipto - na média de 83%, desde a década de 80, mas não apenas se orgulhou do percentual e deixou o recado de que : há muitas possibilidades para a alavancagem do setor, “mas apesar das possibilidades serem muito boas, elas dependem de nós”.
Fonte: CeluloseOnline
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