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Notícias
30
mar
2012
(PAPEL E CELULOSE)
Produção da madeira teca rende bons lucros a agricultor do Pará
O pequeno produtor rural José Orlando Galvino, de Parauapebas, no sudeste do Pará, está conseguindo bons resultados com um projeto pioneiro no estado de produção da madeira teca de forma legal. Todo produto retirado da propriedade é exportado para a Índia.
Filho de agricultores, José Orlando Galvino, de 46 anos, vive do trabalho no campo. Em 1995, foi assentado pelo INCRA em Parauapebas, no sudeste do Pará. Ele cultivava principalmente hortaliças, mas em 2002 decidiu usar toda a área destinada à agricultura para uma atividade que geralmente só é desenvolvida por grandes empresas.
O agricultor plantou 27 hectares de árvores da espécie teca. Dez anos depois, o produtor José Orlando Galvino começa obter os resultados do projeto.
A teca é uma árvore de grande porte que pode alcançar até 50 metros de altura e possui uma madeira de alta qualidade, usada principalmente na fabricação de móveis finos, pisos e na construção naval.
O agricultor teve licença da Secretaria de Meio Ambiente do Pará para o cultivo da teca e também a autorização do governo para o corte da madeira. Até setembro deste ano ele tem permissão para comercializar 1.789 metros cúbicos da madeira. Cerca de 20% já foram vendidos para uma empresa da Índia. A negociação foi intermediada por uma exportadora com sede em Belém. Os primeiros carregamentos foram feitos essa semana.
Nos próximos dias devem sair da propriedade mais dez carretas carregadas de teca rumo á capital do Pará. De Belém a madeira segue de navio para a Índia.
A primeira venda da madeira deve render ao agricultor um lucro de R$ 50 mil. Ele está animado e diz que ainda tem muita disposição para tocar o projeto. “Nós estamos com o pensamento de plantar pelo menos 30 mil árvores ainda este ano”, diz.
“Vamos fazer as discussões para que as pessoas possam ter acesso e conhecimento sobre a questão da teca e do reflorestamento. É importante para o meio ambiente a relação do homem do campo com o meio ambiente”, diz o agricultor Orleans Galvino.
O produtor pretende explorar apenas metade da área plantada com a teca. A outra metade será mantida para que as árvores possam crescer um pouco mais.
Filho de agricultores, José Orlando Galvino, de 46 anos, vive do trabalho no campo. Em 1995, foi assentado pelo INCRA em Parauapebas, no sudeste do Pará. Ele cultivava principalmente hortaliças, mas em 2002 decidiu usar toda a área destinada à agricultura para uma atividade que geralmente só é desenvolvida por grandes empresas.
O agricultor plantou 27 hectares de árvores da espécie teca. Dez anos depois, o produtor José Orlando Galvino começa obter os resultados do projeto.
A teca é uma árvore de grande porte que pode alcançar até 50 metros de altura e possui uma madeira de alta qualidade, usada principalmente na fabricação de móveis finos, pisos e na construção naval.
O agricultor teve licença da Secretaria de Meio Ambiente do Pará para o cultivo da teca e também a autorização do governo para o corte da madeira. Até setembro deste ano ele tem permissão para comercializar 1.789 metros cúbicos da madeira. Cerca de 20% já foram vendidos para uma empresa da Índia. A negociação foi intermediada por uma exportadora com sede em Belém. Os primeiros carregamentos foram feitos essa semana.
Nos próximos dias devem sair da propriedade mais dez carretas carregadas de teca rumo á capital do Pará. De Belém a madeira segue de navio para a Índia.
A primeira venda da madeira deve render ao agricultor um lucro de R$ 50 mil. Ele está animado e diz que ainda tem muita disposição para tocar o projeto. “Nós estamos com o pensamento de plantar pelo menos 30 mil árvores ainda este ano”, diz.
“Vamos fazer as discussões para que as pessoas possam ter acesso e conhecimento sobre a questão da teca e do reflorestamento. É importante para o meio ambiente a relação do homem do campo com o meio ambiente”, diz o agricultor Orleans Galvino.
O produtor pretende explorar apenas metade da área plantada com a teca. A outra metade será mantida para que as árvores possam crescer um pouco mais.
Fonte: Globo Rural
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