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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Ibama impede desmatamento de 60 mil hectares em Lábrea
A Operação Tauató impediu o desmatamento ilegal de cerca de 60 mil hectares de floresta no sul do município de Lábrea. A operação é coordenada pelo Ibama em parceira com diversos órgãos federais e estaduais ligados à questão ambiental no Amazonas. Em campo há 19 dias, os fiscais emitiram 20 autos de infração totalizando R$ 15 milhões em multas, apreensões de tratores, geradores de energia, bombas d’água, motosserras e na destruição de cinco acampamentos. “O diferencial desta operação é que chegamos antes dos grandes desmates começarem. O Ibama não quer mais anunciar quanto desmatamento foi encontrado e quantas multas emitidas, ele quer dizer à sociedade que conseguiu evitar a derrubada da floresta”, comenta o gerente executivo do Ibama no Amazonas, Henrique dos Santos Pereira.
O sucesso da Operação Tauató está embasado em um trabalho de três meses de planejamento minucioso das ações de fiscalização do Ibama. Com base em imagens do satélite Landsat foram produzidos mapas técnicos contendo o tamanho e a localização de cada área desmatada, entre 2002 e 2003. Assim, o Ibama pôde identificar com rapidez os tamanhos das áreas de preservação permanente afetadas pelo corte raso da vegetação, saber se o desmatamento é ilegal ou não, o nome do proprietário ou responsável pela área. “O Ibama do Amazonas pôs um fim àquela época em que fiscais iam para a floresta tentar encontrar os desmatamentos, hoje nós praticamente saímos para as operações com as multas prontas e apenas cumprimos um cronograma previamente definido. Isso dá mais eficiência e custa menos aos cofres públicos”, explica Pereira. Sem a ajuda das imagens de satélite e do planejamento prévio, o Ibama no Amazonas estima que uma operação do porte da Tauató não custaria menos de R$ 400 mil, enquanto que a previsão de gastos com uso destes recursos não passa de R$ 160 mil.
Fonte: IBAMA – 17/08/2004
O sucesso da Operação Tauató está embasado em um trabalho de três meses de planejamento minucioso das ações de fiscalização do Ibama. Com base em imagens do satélite Landsat foram produzidos mapas técnicos contendo o tamanho e a localização de cada área desmatada, entre 2002 e 2003. Assim, o Ibama pôde identificar com rapidez os tamanhos das áreas de preservação permanente afetadas pelo corte raso da vegetação, saber se o desmatamento é ilegal ou não, o nome do proprietário ou responsável pela área. “O Ibama do Amazonas pôs um fim àquela época em que fiscais iam para a floresta tentar encontrar os desmatamentos, hoje nós praticamente saímos para as operações com as multas prontas e apenas cumprimos um cronograma previamente definido. Isso dá mais eficiência e custa menos aos cofres públicos”, explica Pereira. Sem a ajuda das imagens de satélite e do planejamento prévio, o Ibama no Amazonas estima que uma operação do porte da Tauató não custaria menos de R$ 400 mil, enquanto que a previsão de gastos com uso destes recursos não passa de R$ 160 mil.
Fonte: IBAMA – 17/08/2004
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