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Notícias
29
mar
2012
(COMÉRCIO EXTERIOR)
Barreiras argentinas já afetam 50% das vendas
Segundo um levantamento feito pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que foi divulgado ontem pelo presidente da entidade, Paulo Skaf, o atraso na liberação das declarações pelo governo argentino, que afetava 20% do total das operações em fevereiro, atinge 50%, de acordo com uma pesquisa com os exportadores, encerrada no dia 20. Potencialmente, de acordo com o mesmo estudo, poderá atingir 65% até o fim do mês.
Skaf tinha encontros programados ontem na capital argentina, mas a sua visita foi cancelada em função da reunião que a presidente Dilma Rousseff manteve com um grupo de empresários brasileiros, em Brasília, e da qual ele tomou parte.
As vendas do Brasil para a Argentina caíram 6% em fevereiro, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, ficando em US$ 2,296 bilhões em fevereiro, ante US$ 2,492 bilhões no mesmo mês no ano passado. Mas caso se exclua a importação argentina de energia, o total cai 17%, indo para US$ 1,35 bilhão, em comparação com US$ 1,618 bilhão registrado em fevereiro do ano passado.
De acordo com o levantamento da Fiesp, o atraso na liberação das, que passam pelo aval da Secretaria de Comércio Interior da Argentina, generalizou o problema vivido por muitos exportadores que tiveram mercadorias retidas pela demora na concessão de licenças não automáticas. Entre 2008 e o ano passado, segundo a entidade, a quantidade de produtos brasileiros que passaram a depender de licenças para entrar na Argentina passou de 53 para 576, ou de 1,2% para 21,7% do total.
De acordo com o levantamento da Fiesp, o maior atraso na concessão de licenças é de 500 dias. A entidade também registra o aumento de certificados sanitários pendentes. No setor de alimentos, existem atualmente 70 pendências, sendo que o maior atraso é de 330 dias.
As exportações de autopeças, vestuário, calçados, linha branca, medicamentos, cosméticos e perfumes são as mais atingidas pela demora na concessão das declarações juradas.
O atraso nas licenças não automáticas afeta também o setor de pneus, móveis de madeira, fio de cobre, de parafusos e de condensadores.
Skaf tinha encontros programados ontem na capital argentina, mas a sua visita foi cancelada em função da reunião que a presidente Dilma Rousseff manteve com um grupo de empresários brasileiros, em Brasília, e da qual ele tomou parte.
As vendas do Brasil para a Argentina caíram 6% em fevereiro, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, ficando em US$ 2,296 bilhões em fevereiro, ante US$ 2,492 bilhões no mesmo mês no ano passado. Mas caso se exclua a importação argentina de energia, o total cai 17%, indo para US$ 1,35 bilhão, em comparação com US$ 1,618 bilhão registrado em fevereiro do ano passado.
De acordo com o levantamento da Fiesp, o atraso na liberação das, que passam pelo aval da Secretaria de Comércio Interior da Argentina, generalizou o problema vivido por muitos exportadores que tiveram mercadorias retidas pela demora na concessão de licenças não automáticas. Entre 2008 e o ano passado, segundo a entidade, a quantidade de produtos brasileiros que passaram a depender de licenças para entrar na Argentina passou de 53 para 576, ou de 1,2% para 21,7% do total.
De acordo com o levantamento da Fiesp, o maior atraso na concessão de licenças é de 500 dias. A entidade também registra o aumento de certificados sanitários pendentes. No setor de alimentos, existem atualmente 70 pendências, sendo que o maior atraso é de 330 dias.
As exportações de autopeças, vestuário, calçados, linha branca, medicamentos, cosméticos e perfumes são as mais atingidas pela demora na concessão das declarações juradas.
O atraso nas licenças não automáticas afeta também o setor de pneus, móveis de madeira, fio de cobre, de parafusos e de condensadores.
Fonte: Valor Econômico
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