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Notícias
27
mar
2012
(ECONOMIA)
Governo amplia redução de IPI para linha branca e móveis
Desoneração é alternativa do governo para impedir que a indústria faça demissões.O ministro da Fazenda Guido Mantega anunciou nesta segunda-feira novas medidas pra estimular o crescimento da economia, conforme o próprio ministro já havia adiantado nas semanas anteriores. Segundo Mantega, as medidas serão colocadas em prática para ajudar o país a cumprir a "meta" de crescimento pretendida pelo governo, de 5%, a partir do segundo semestre.
A Fazenda prorrogou a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) da chamada linha branca, que inclui fogões, geladeiras e máquinas de lavar, além de desonerar também a indústria moveleira.
O fim da redução do IPI sobre os eletrodomésticos da linha branca, que aconteceria no dia 31 de março, foi prorrogado por mais três meses até o dia 30 de junho. “Desta forma, o setor vai continuar produzindo mais, pois houve uma boa demanda nos últimos três meses. Espero também que eles (os empresários) empreguem mais trabalhadores", disse.
No setor de móveis, o IPI foi reduzido de 15% para 0% para os laminados; de 20% para 10% em papéis de parede; e de 15% para 5% nas luminárias e lustres. "Deve haver mais contratações, pois as vendas deverão aumentar", estimou o ministro.
As medidas entram em vigor já nesta segunda-feira e devem sair em uma edição extra do Diário Oficial da União. Segundo o ministro, elas deverão acarretar em uma renúncia fiscal de 489 milhões de reais para a União. "Devemos ter um crescimento maior que no ano passado. E a contrapartida para a indústria é a manutenção dos empregos. Não pode haver demissão nenhuma nesses setores", afirmou o ministro. Ainda de acordo com Mantega, o setor de móveis reclamava que a redução do IPI da linha branca fazia com que as pessoas comprassem os produtos desonerados, em vez de móveis.
Em dezembro de 2011, o governo reduziu o IPI de quatro produtos da linha branca. No caso do fogão, a queda foi de 4% para zero; da geladeira, de 15% para 5%; da máquina de lavar, de 20% para 10%; e do tanquinho, de 10% para zero.
A Fazenda prorrogou a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) da chamada linha branca, que inclui fogões, geladeiras e máquinas de lavar, além de desonerar também a indústria moveleira.
O fim da redução do IPI sobre os eletrodomésticos da linha branca, que aconteceria no dia 31 de março, foi prorrogado por mais três meses até o dia 30 de junho. “Desta forma, o setor vai continuar produzindo mais, pois houve uma boa demanda nos últimos três meses. Espero também que eles (os empresários) empreguem mais trabalhadores", disse.
No setor de móveis, o IPI foi reduzido de 15% para 0% para os laminados; de 20% para 10% em papéis de parede; e de 15% para 5% nas luminárias e lustres. "Deve haver mais contratações, pois as vendas deverão aumentar", estimou o ministro.
As medidas entram em vigor já nesta segunda-feira e devem sair em uma edição extra do Diário Oficial da União. Segundo o ministro, elas deverão acarretar em uma renúncia fiscal de 489 milhões de reais para a União. "Devemos ter um crescimento maior que no ano passado. E a contrapartida para a indústria é a manutenção dos empregos. Não pode haver demissão nenhuma nesses setores", afirmou o ministro. Ainda de acordo com Mantega, o setor de móveis reclamava que a redução do IPI da linha branca fazia com que as pessoas comprassem os produtos desonerados, em vez de móveis.
Em dezembro de 2011, o governo reduziu o IPI de quatro produtos da linha branca. No caso do fogão, a queda foi de 4% para zero; da geladeira, de 15% para 5%; da máquina de lavar, de 20% para 10%; e do tanquinho, de 10% para zero.
Fonte: Revista Veja
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