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Notícias
26
mar
2012
(CARBONO)
Usinas movidas a carvão terão tecnologia de captura de carbono
Como transformar uma tecnologia essencialmente poluidora em sustentável? Em busca dessa resposta, o governo escocês anunciou a implantação de tecnologias para a captura e armazenamento de carbono (CCS, em inglês), em todas as usinas de energia movidas a carvão no país até 2025. De acordo com a medida, as novas unidades têm o prazo de 10 anos para se equiparem.
Antes da decisão, a Escócia já exigia que o uso da tecnologia de CCS em novas usinas, restringindo a capacidade instalada a 300 MW. A Agência Internacional de Energia já reconhece o CSS como essencial para conter o crescimento das emissões de gases do efeito estufa de origem antrópica, porém ainda restam barreiras técnicas e econômicas para a aplicação em larga escala.
Resultados
De acordo com o relatório do governo ‘Electricity Generation Policy Statement’, a expectativa é que, nos próximos dez anos, o sucesso na demonstração do CCS no país crie 5 mil empregos e valha US$ 5,6 bilhões.
No documento constam ainda a pretensão de que ao menos 500 MW de energias renováveis sejam fornecidos no mesmo período. Além de prometer não construir novas usinas nucleares e o desligar gradualmente as duas existentes.
Antes da decisão, a Escócia já exigia que o uso da tecnologia de CCS em novas usinas, restringindo a capacidade instalada a 300 MW. A Agência Internacional de Energia já reconhece o CSS como essencial para conter o crescimento das emissões de gases do efeito estufa de origem antrópica, porém ainda restam barreiras técnicas e econômicas para a aplicação em larga escala.
Resultados
De acordo com o relatório do governo ‘Electricity Generation Policy Statement’, a expectativa é que, nos próximos dez anos, o sucesso na demonstração do CCS no país crie 5 mil empregos e valha US$ 5,6 bilhões.
No documento constam ainda a pretensão de que ao menos 500 MW de energias renováveis sejam fornecidos no mesmo período. Além de prometer não construir novas usinas nucleares e o desligar gradualmente as duas existentes.
Fonte: Com informações do Instituto Carbono Brasil
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