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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Falta de política para setor madeireiro impede geração de mais empregos
Apesar de enfrentar diversas dificuldades, que impediram o crescimento planejado para as mais de 13,5 mil empresas do setor madeireiro, o setor ainda registrou um crescimento de 3,71% entre admissões e demissões formais, nos cinco primeiros meses do ano. Foram quase 2,6 milhões de empregos na cadeia produtiva.
Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente – ABIMCI, Odelir Battistella, a abertura de novos postos de trabalho só não foi maior, em razão da inexistência de uma política de longo prazo definida para o setor florestal. “Os problemas enfrentados pela lentidão na liberação de documentos e autorizações ambientais, que provocaram perdas nas atividades de corte em razão da sazonalidade das chuvas, acrescidos pelos gargalos existentes nos portos provocaram efeitos negativos nos resultados, além do desgaste na imagem do Brasil no exterior”, afirma Battistella.
Nos primeiros cinco meses deste ano, o ritmo das contratações cresceu apenas 3,71%, o que mostra uma redução de 25,6% do que os índices registrados anteriormente. “Uma diferença negativa que evidencia uma desaceleração, visto que no final do ano passado houve uma alta de 7,43%”, compara Battistella.
A previsão de investimentos para os próximos anos no setor de base florestal supera os US$ 5 bilhões. "Esses investimentos poderão gerar em média 15 empregos por R$ 1 milhão, bastante superior aos das indústrias automobilística ou química, cuja relação é de apenas um emprego com o mesmo montante", compara o presidente da ABIMCI.
Fonte: INTERACT Comunicação Empresarial - 17/08/2004
Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente – ABIMCI, Odelir Battistella, a abertura de novos postos de trabalho só não foi maior, em razão da inexistência de uma política de longo prazo definida para o setor florestal. “Os problemas enfrentados pela lentidão na liberação de documentos e autorizações ambientais, que provocaram perdas nas atividades de corte em razão da sazonalidade das chuvas, acrescidos pelos gargalos existentes nos portos provocaram efeitos negativos nos resultados, além do desgaste na imagem do Brasil no exterior”, afirma Battistella.
Nos primeiros cinco meses deste ano, o ritmo das contratações cresceu apenas 3,71%, o que mostra uma redução de 25,6% do que os índices registrados anteriormente. “Uma diferença negativa que evidencia uma desaceleração, visto que no final do ano passado houve uma alta de 7,43%”, compara Battistella.
A previsão de investimentos para os próximos anos no setor de base florestal supera os US$ 5 bilhões. "Esses investimentos poderão gerar em média 15 empregos por R$ 1 milhão, bastante superior aos das indústrias automobilística ou química, cuja relação é de apenas um emprego com o mesmo montante", compara o presidente da ABIMCI.
Fonte: INTERACT Comunicação Empresarial - 17/08/2004
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