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Notícias
21
mar
2012
(DESMATAMENTO)
Ibama fiscaliza polígonos de desmatamentos detectados por satélites na Caatinga da Paraíba
O Ibama realizou, nas duas últimas semanas, a Operação Borborema, de fiscalização do desmatamento do bioma Caatinga no estado. Foram aplicados mais de R$ 264 mil reais em multas, com 23 autos de infração lavrados, e embargadas atividades em 195,5 hectares de Caatinga desmatados ilegalmente. Os embargos às atividades nas áreas desmatadas ilegalmente visam garantir a regeneração da vegetação do único bioma exclusivamente brasileiro e com a biodiversidade mais rica entre as regiões semiáridas do planeta.
Os agentes ambientais federais em campo contaram com dados de satélites trabalhados previamente pela Divisão Técnica da Superintendência do Ibama na Paraíba, oque representou economia e eficiência na fiscalização, permitindo que as equipes se deslocassem diretamente aos desmatamentos levantados, com coordenadas geográficas e dimensões estimadas das áreas destruídas.
“Com a aplicação da tecnologia de sensoriamento remoto no monitoramento da Caatinga, os destruidores do bioma podem ter a certeza de que cedo ou tarde serão punidos com o rigor da legislação, pois não há como esconder os desmatamentos dos satélites, cujas imagens mostram o tamanho e a localização exata dos ilícitos”, afirma o superintendente do Ibama na Paraíba, Bruno Faro Dunda.
Conforme os dados de sensoriamento remoto, as regiões do Sertão, Cariri e Curimataú são as que mais sofrem com o desmatamento ilegal da Caatinga no estado, cerca de 20 polígonos foram detectados pela análise das imagens de satélites. A região em torno do município de Princesa Isabel, que concentrou o maior número de polígonos, recebeu atenção especial do órgão ambiental federal.
Durante as incursões aos desmatamentos detectados por meio da análise das imagens de satélites, os agentes localizaram desmatamentos recentes e em curso, que ainda não apareciam nos dados de sensoriamento remoto, os quais foram mensurados, tiveram os responsáveis autuados e as atividades embargadas, impedindo o avanço da destruição do bioma na região.
Áreas de pequenas dimensões destinadas à agricultura de subsistência, constatadas pelas equipes de fiscalização, não tiveram esta atividade embargada, conforme determina o artigo 16 do Decreto 6514/08, dada a vulnerabilidade social na região e a ameaça que o embargo das lavouras de subsistência representaria à segurança alimentar dos pequenos agricultores e suas famílias.
Durante a operação, houve também flagrantes de crimes contra a fauna silvestre, como a caça e cativeiros ilegais de animais, com a apreensão e soltura em seu habitat de mais de 80 aves recém capturadas.
Christian Dietrich, Ibama/PB
Os agentes ambientais federais em campo contaram com dados de satélites trabalhados previamente pela Divisão Técnica da Superintendência do Ibama na Paraíba, oque representou economia e eficiência na fiscalização, permitindo que as equipes se deslocassem diretamente aos desmatamentos levantados, com coordenadas geográficas e dimensões estimadas das áreas destruídas.
“Com a aplicação da tecnologia de sensoriamento remoto no monitoramento da Caatinga, os destruidores do bioma podem ter a certeza de que cedo ou tarde serão punidos com o rigor da legislação, pois não há como esconder os desmatamentos dos satélites, cujas imagens mostram o tamanho e a localização exata dos ilícitos”, afirma o superintendente do Ibama na Paraíba, Bruno Faro Dunda.
Conforme os dados de sensoriamento remoto, as regiões do Sertão, Cariri e Curimataú são as que mais sofrem com o desmatamento ilegal da Caatinga no estado, cerca de 20 polígonos foram detectados pela análise das imagens de satélites. A região em torno do município de Princesa Isabel, que concentrou o maior número de polígonos, recebeu atenção especial do órgão ambiental federal.
Durante as incursões aos desmatamentos detectados por meio da análise das imagens de satélites, os agentes localizaram desmatamentos recentes e em curso, que ainda não apareciam nos dados de sensoriamento remoto, os quais foram mensurados, tiveram os responsáveis autuados e as atividades embargadas, impedindo o avanço da destruição do bioma na região.
Áreas de pequenas dimensões destinadas à agricultura de subsistência, constatadas pelas equipes de fiscalização, não tiveram esta atividade embargada, conforme determina o artigo 16 do Decreto 6514/08, dada a vulnerabilidade social na região e a ameaça que o embargo das lavouras de subsistência representaria à segurança alimentar dos pequenos agricultores e suas famílias.
Durante a operação, houve também flagrantes de crimes contra a fauna silvestre, como a caça e cativeiros ilegais de animais, com a apreensão e soltura em seu habitat de mais de 80 aves recém capturadas.
Christian Dietrich, Ibama/PB
Fonte: EcoDebate
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