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Notícias
17
mar
2012
(GERAL)
Pesquisadores delineiam projetos de pesquisa em solos para Mato Grosso
Pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária e de instituições parceiras se reuniram durante o workshop Sustentabilidade Agropecuária em Mato Grosso, promovido pela Embrapa Agrossilvipastoril, para levantarem demandas e planejarem ações a serem adotadas no estado.
Durante três dias de encontro, foram feitas palestras e mesas de discussão nas áreas de solo e ambiente, fertilidade e manejo. Entre os temas apresentados estavam poluição do solo, serviços ambientais, correção e gessagem, uso eficiente de fertilizantes, adubação de componente arbóreo em integração lavoura-pecuária-floresta, uso de resíduos orgânicos na produção de fertilizantes, compactação de solo e manejo da compactação.
Em grupos de trabalho, os participantes trocaram informações e delinearam estratégias de pesquisa para atenderem às principais demandas do estado relacionadas à sustentabilidade do uso dos solos.
Segundo o pesquisador da Fundação Mato Grosso, Leandro Zancanaro, Mato Grosso ainda carece de muitas pesquisas na área de solos, sobretudo para se caracterizar as diferentes regiões do estado.
“Nós não temos um ambiente tão uniforme quanto nós pensávamos. Uma das principais demandas é que nós entendamos melhor e caracterizemos melhor os ambientes que nós temos no estado, na região e até mesmo na propriedade”, explica.
Para o pesquisador da Embrapa Solos, José Carlos Polidoro, Mato Grosso tem grande importância na produção agropecuária nacional, por isso é necessário se conhecer bem as características e necessidades do solo do estado.
“É uma região que tem características edafoclimáticas diferentes de qualquer outro lugar. Então, obviamente, todo o sistema de produção, toda recomendação de insumos e as práticas agrícolas têm de ser adequadas à realidade do estado e às particularidades de cada região do estado, o que é ainda mais importante”, disse.
Além de levantar as demandas de pesquisa em solos, o workshop também buscou reunir e integrar pesquisadores, de modo a promover a interação entre eles e, sobretudo, entre as instituições.
“Queremos quebrar aquele ciclo que vinha ocorrendo das pessoas trabalharem isoladamente. Com a Embrapa chegando ao estado como Embrapa Agrossilvipastoril, vamos tentar aglutinar estas pessoas, trabalhando conjuntamente. Isto terá uma tendência de acelerar o processo de obtenção de novas tecnologias e bons resultados para os produtores”, disse o pesquisador da Embrapa e coordenador do workshop, Anderson Ferreira.
Ao fim do workshop, os grupos de discussão formularam propostas de pesquisa que trabalharão com sistemas integrados de produção, tendo foco nas áreas de fertilidade do solo, na parte física do solo e na utilização de resíduos na agricultura.
“Com esta formação de grupos de trabalho, pretendemos discutir ainda mais estas ações para serem implementadas provavelmente no próximo ano agrícola. Agora, iremos em busca de recursos humanos e financeiros para realmente viabilizar estas discussões deste workshop”, explica o chefe-adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Agrossilvipastoril, Austeclínio Farias.
O workshop Sustentabilidade Agropecuária em Mato Grosso teve apoio da UFMT e contou com patrocínio da Fundação Agrisus e Capes.
Durante três dias de encontro, foram feitas palestras e mesas de discussão nas áreas de solo e ambiente, fertilidade e manejo. Entre os temas apresentados estavam poluição do solo, serviços ambientais, correção e gessagem, uso eficiente de fertilizantes, adubação de componente arbóreo em integração lavoura-pecuária-floresta, uso de resíduos orgânicos na produção de fertilizantes, compactação de solo e manejo da compactação.
Em grupos de trabalho, os participantes trocaram informações e delinearam estratégias de pesquisa para atenderem às principais demandas do estado relacionadas à sustentabilidade do uso dos solos.
Segundo o pesquisador da Fundação Mato Grosso, Leandro Zancanaro, Mato Grosso ainda carece de muitas pesquisas na área de solos, sobretudo para se caracterizar as diferentes regiões do estado.
“Nós não temos um ambiente tão uniforme quanto nós pensávamos. Uma das principais demandas é que nós entendamos melhor e caracterizemos melhor os ambientes que nós temos no estado, na região e até mesmo na propriedade”, explica.
Para o pesquisador da Embrapa Solos, José Carlos Polidoro, Mato Grosso tem grande importância na produção agropecuária nacional, por isso é necessário se conhecer bem as características e necessidades do solo do estado.
“É uma região que tem características edafoclimáticas diferentes de qualquer outro lugar. Então, obviamente, todo o sistema de produção, toda recomendação de insumos e as práticas agrícolas têm de ser adequadas à realidade do estado e às particularidades de cada região do estado, o que é ainda mais importante”, disse.
Além de levantar as demandas de pesquisa em solos, o workshop também buscou reunir e integrar pesquisadores, de modo a promover a interação entre eles e, sobretudo, entre as instituições.
“Queremos quebrar aquele ciclo que vinha ocorrendo das pessoas trabalharem isoladamente. Com a Embrapa chegando ao estado como Embrapa Agrossilvipastoril, vamos tentar aglutinar estas pessoas, trabalhando conjuntamente. Isto terá uma tendência de acelerar o processo de obtenção de novas tecnologias e bons resultados para os produtores”, disse o pesquisador da Embrapa e coordenador do workshop, Anderson Ferreira.
Ao fim do workshop, os grupos de discussão formularam propostas de pesquisa que trabalharão com sistemas integrados de produção, tendo foco nas áreas de fertilidade do solo, na parte física do solo e na utilização de resíduos na agricultura.
“Com esta formação de grupos de trabalho, pretendemos discutir ainda mais estas ações para serem implementadas provavelmente no próximo ano agrícola. Agora, iremos em busca de recursos humanos e financeiros para realmente viabilizar estas discussões deste workshop”, explica o chefe-adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Agrossilvipastoril, Austeclínio Farias.
O workshop Sustentabilidade Agropecuária em Mato Grosso teve apoio da UFMT e contou com patrocínio da Fundação Agrisus e Capes.
Fonte: EMBRAPA AGROSSILVIPASTORIL
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