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Notícias
16
mar
2012
(SETOR FLORESTAL)
Mato Grosso do Sul ganha novo cultivo no setor florestal
Uma área com mil hectares, no município de Camapuã (MS), vai receber, dentro dos próximos cinco anos, a implantação de uma floresta sustentável de bambu. O projeto teve início em março e a espécie escolhida é o Guadua Angustifolia, de ampla ocorrência em toda a América do Sul.
O projeto envolve a produção de mudas, implantação de floresta, fertirrigação, manutenção, colheita de colmos, industrialização de painéis compensados de bambu e comercialização. A empresa responsável pelo projeto é a Pothencia Reflorestadora.
De acordo com Jarbas Leão, diretor da empresa, a Pothencia vem pesquisando o mercado há seis anos para avaliar a viabilidade do negócio. Ele comenta que foi buscar na China as respostas para as perguntas de como implantar no Brasil florestas sustentáveis de bambu e produzir painéis com padrão de qualidade internacional. Jarbas cita que naquele país o manejo de florestas de bambu ocorre há centenas de anos de forma sustentável produzindo benefícios para toda a sociedade e meio ambiente.
A primeira fase do projeto em Mato Grosso do Sul consiste em estabelecer as florestas plantadas de bambu, o que irá demandar até oito anos. A partir daí as florestas começam a ser exploradas comercialmente e geram a matéria prima para a produção dos painéis.
A proposta da Pothencia é, futuramente, implantar uma fábrica para processar todo o volume de fibra de bambu extraída dos colmos que serão transformadas em painel compensado, podendo atingir um volume de 20.000 m3/ano. O mercado consumidor será formado principalmente pela indústria moveleira, pisos e construção civil que transformam o painel em diversas peças para interiores.
Segundo as projeções, o bambu pode ser no futuro uma alternativa de geração de renda para o pequeno agricultor, pois qualquer propriedade rural pode dedicar parte de sua área à produção da planta, e se tornar um fornecedor da cadeia produtiva do bambu.
Um fator decisivo para o início do projeto foi a Lei 12.484 de Incentivo à Cultura do Bambu, promulgada pela Presidenta da República Dilma Rousseff no dia 08 de setembro de 2011, e que está em sintonia com o mercado mundial de madeira e energia na procura de fontes sustentáveis e ecologicamente corretas.
O projeto envolve a produção de mudas, implantação de floresta, fertirrigação, manutenção, colheita de colmos, industrialização de painéis compensados de bambu e comercialização. A empresa responsável pelo projeto é a Pothencia Reflorestadora.
De acordo com Jarbas Leão, diretor da empresa, a Pothencia vem pesquisando o mercado há seis anos para avaliar a viabilidade do negócio. Ele comenta que foi buscar na China as respostas para as perguntas de como implantar no Brasil florestas sustentáveis de bambu e produzir painéis com padrão de qualidade internacional. Jarbas cita que naquele país o manejo de florestas de bambu ocorre há centenas de anos de forma sustentável produzindo benefícios para toda a sociedade e meio ambiente.
A primeira fase do projeto em Mato Grosso do Sul consiste em estabelecer as florestas plantadas de bambu, o que irá demandar até oito anos. A partir daí as florestas começam a ser exploradas comercialmente e geram a matéria prima para a produção dos painéis.
A proposta da Pothencia é, futuramente, implantar uma fábrica para processar todo o volume de fibra de bambu extraída dos colmos que serão transformadas em painel compensado, podendo atingir um volume de 20.000 m3/ano. O mercado consumidor será formado principalmente pela indústria moveleira, pisos e construção civil que transformam o painel em diversas peças para interiores.
Segundo as projeções, o bambu pode ser no futuro uma alternativa de geração de renda para o pequeno agricultor, pois qualquer propriedade rural pode dedicar parte de sua área à produção da planta, e se tornar um fornecedor da cadeia produtiva do bambu.
Um fator decisivo para o início do projeto foi a Lei 12.484 de Incentivo à Cultura do Bambu, promulgada pela Presidenta da República Dilma Rousseff no dia 08 de setembro de 2011, e que está em sintonia com o mercado mundial de madeira e energia na procura de fontes sustentáveis e ecologicamente corretas.
Fonte: Assessoria
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