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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
MT lidera ranking do fogo, com queimadas proibidas
O Mato Grosso continua a comandar, disparado, o ranking do fogo na Amazônia. Desde o início do ano, o Estado concentrou quase 30 mil (55,5%) dos 53.785 focos de calor detectados pelo sistema de monitoramento por satélite do Inpe - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, que registra as queimadas em tempo real.
As queimadas estão proibidas no Estado entre 15 de julho e 15 de setembro, mas uma visita ao site do programa de monitoramento de queimadas do CPTEC - Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos do Inpe mostra que as chamas continuam no Estado. Na terça-feira (10), segundo a última leitura do satélite NOAA-12, havia 614 focos de calor em Mato Grosso.
No ano passado, o Estado já havia liderado o País em número de focos de calor e registrado um aumento de 133% no total de áreas desmatadas.
Fumaça - Outros Estados também estão com a ficha suja nas fotos de satélite. Em Rondônia, a fumaça tem deixado o céu cinzento e o número de casos de crianças com problemas respiratórios aumentou. Em Mato Grosso do Sul, as queimadas tiveram aumento de 18,1%, principalmente na região pantaneira, afetando os animais silvestres. Já o Pará registrou, em apenas uma semana, 4.060 focos de calor em suas florestas.
Os agricultores de Rondônia estão queimando sem autorização, já que o calendário que especifica onde se pode atear fogo só será divulgado pelo Ibama em outubro. Na Região Norte, o produtor queima por razões econômicas. É bem mais barato do que comprar adubo para tratar o solo.
Aumento - Em Mato Grosso do Sul, a biodiversidade do Pantanal é a mais afetada. Ninhos, ovos e filhotes de aves são as principais vítimas do fogo. A informação é do Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis em Campo Grande, baseado em dados levantados pelo satélite NOAA. São 1.433 ocorrências do gênero registradas nos primeiros seis meses deste ano, ante 1.213 verificadas no mesmo período do ano passado, apenas nas áreas rurais.
Entre os municípios de Ourilândia do Norte, Cumaru do Norte, Água Azul e São Félix do Xingu, onde se concentram grandes fazendas de gado, os fazendeiros costumam promover a derrubada e queima de árvores para a formação de pasto.
Fonte: Ambiente Brasil – 13/08/2004
As queimadas estão proibidas no Estado entre 15 de julho e 15 de setembro, mas uma visita ao site do programa de monitoramento de queimadas do CPTEC - Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos do Inpe mostra que as chamas continuam no Estado. Na terça-feira (10), segundo a última leitura do satélite NOAA-12, havia 614 focos de calor em Mato Grosso.
No ano passado, o Estado já havia liderado o País em número de focos de calor e registrado um aumento de 133% no total de áreas desmatadas.
Fumaça - Outros Estados também estão com a ficha suja nas fotos de satélite. Em Rondônia, a fumaça tem deixado o céu cinzento e o número de casos de crianças com problemas respiratórios aumentou. Em Mato Grosso do Sul, as queimadas tiveram aumento de 18,1%, principalmente na região pantaneira, afetando os animais silvestres. Já o Pará registrou, em apenas uma semana, 4.060 focos de calor em suas florestas.
Os agricultores de Rondônia estão queimando sem autorização, já que o calendário que especifica onde se pode atear fogo só será divulgado pelo Ibama em outubro. Na Região Norte, o produtor queima por razões econômicas. É bem mais barato do que comprar adubo para tratar o solo.
Aumento - Em Mato Grosso do Sul, a biodiversidade do Pantanal é a mais afetada. Ninhos, ovos e filhotes de aves são as principais vítimas do fogo. A informação é do Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis em Campo Grande, baseado em dados levantados pelo satélite NOAA. São 1.433 ocorrências do gênero registradas nos primeiros seis meses deste ano, ante 1.213 verificadas no mesmo período do ano passado, apenas nas áreas rurais.
Entre os municípios de Ourilândia do Norte, Cumaru do Norte, Água Azul e São Félix do Xingu, onde se concentram grandes fazendas de gado, os fazendeiros costumam promover a derrubada e queima de árvores para a formação de pasto.
Fonte: Ambiente Brasil – 13/08/2004
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