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Notícias
12
mar
2012
(MADEIRA E PRODUTOS)
Brasil cultiva 1% da produção mundial de seringueira
O Brasil detém apenas 1% da produção mundial de seringueira, ficando atrás de países como a Tailândia com 36% da produção, Indonésia com 22%, Malásia 12%, China que representa 9% e a Índia com 6% da produção mundial da árvore. Porém, esses países que mais produzem já estão com expansão limitada, enquanto que o Brasil possui ainda áreas com capacidade de desenvolvimento no setor.
“Caso uma empresa da Malásia, do ramo de luvas cirúrgicas, que cogita se instalar no Brasil, chegue a concretizar seu projeto, será suficiente para consumir toda a produção brasileira de látex atualmente,” afirma Getúlio Ferreira, palestrante do Programa Mais Floresta, ciclo de palestras de iniciativa do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso do Sul – Senar/MS.
De acordo com o palestrante que também é empresário do setor, o município que possui um milhão de pés de seringueira gera cerca de R$ 25 milhões no incremento do Produto Interno Bruto (PIB) e uma média de 350 empregos diretos e 100 indiretos. “O Brasil para pensar em se intitular auto-suficiente no setor de seringueiras, deveria plantar atualmente o equivalente a 400 milhões de pés da espécie,” explica Ferreira.
Os dados repassados na palestra ocorrida no município de Costa Rica (MS) nesta sexta-feira (9), mostram que o produtor deve, antes de qualquer coisa, buscar informações, para depois plantar. Acompanhamento técnico e atenção para a gradeação, irrigação, aplicação de calcário, curva de nível, e as ações que envolvem a abertura de valetas, alinhamento, adubação e pulverização também são apontadas como essenciais pelo empresário.
A vantagem do plantio de seringueiras está justamente na adequação da atividade ao País. Todos os solos são apropriados para o cultivo, de argilosos a arenosos. As restrições são apenas para solos rasos com pedras ou áreas alagadas.
A produção de borracha pode dar um lucro de até 55% para o produtor rural, que pode chegar a até R$ 8 mil/ha/ano. Os custos com manutenção, depreciação, mão-de-obra, equivalem a 45% do investimento. “O ponto forte da seringueira é que sua vida produtiva equivale a 40 anos, o que aumenta a renda do produtor e de seus herdeiros, e ao fim desse ciclo, a venda da madeira é capaz de financiar os sete anos de um novo plantio, desde que haja planejamento e a administração ideal do processo,” finaliza Clodoaldo Martins, superintendente do Senar/MS.
“Caso uma empresa da Malásia, do ramo de luvas cirúrgicas, que cogita se instalar no Brasil, chegue a concretizar seu projeto, será suficiente para consumir toda a produção brasileira de látex atualmente,” afirma Getúlio Ferreira, palestrante do Programa Mais Floresta, ciclo de palestras de iniciativa do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso do Sul – Senar/MS.
De acordo com o palestrante que também é empresário do setor, o município que possui um milhão de pés de seringueira gera cerca de R$ 25 milhões no incremento do Produto Interno Bruto (PIB) e uma média de 350 empregos diretos e 100 indiretos. “O Brasil para pensar em se intitular auto-suficiente no setor de seringueiras, deveria plantar atualmente o equivalente a 400 milhões de pés da espécie,” explica Ferreira.
Os dados repassados na palestra ocorrida no município de Costa Rica (MS) nesta sexta-feira (9), mostram que o produtor deve, antes de qualquer coisa, buscar informações, para depois plantar. Acompanhamento técnico e atenção para a gradeação, irrigação, aplicação de calcário, curva de nível, e as ações que envolvem a abertura de valetas, alinhamento, adubação e pulverização também são apontadas como essenciais pelo empresário.
A vantagem do plantio de seringueiras está justamente na adequação da atividade ao País. Todos os solos são apropriados para o cultivo, de argilosos a arenosos. As restrições são apenas para solos rasos com pedras ou áreas alagadas.
A produção de borracha pode dar um lucro de até 55% para o produtor rural, que pode chegar a até R$ 8 mil/ha/ano. Os custos com manutenção, depreciação, mão-de-obra, equivalem a 45% do investimento. “O ponto forte da seringueira é que sua vida produtiva equivale a 40 anos, o que aumenta a renda do produtor e de seus herdeiros, e ao fim desse ciclo, a venda da madeira é capaz de financiar os sete anos de um novo plantio, desde que haja planejamento e a administração ideal do processo,” finaliza Clodoaldo Martins, superintendente do Senar/MS.
Fonte: Sato Comunicação
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