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Notícias
06
mar
2012
(MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS)
Setor de máquinas para madeira lidera crescimento
Entre os setores que formam a indústria de bens de capital mecânicos o de máquinas para madeira foi o que mais cresceu em receitas em 2011, de acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). O faturamento bruto real do setor ultrapassou os R$ 800 milhões, superando em quase 50% o verificado em 2010.
Os resultados da indústria de bens de capital mecânicos foram divulgados na tarde desta quarta-feira, dia 29, em entrevista coletiva realizada pela Abimaq em São Paulo, e transmitida por webconferência.
Segundo o presidente da entidade, Luiz Aubert Neto, a liderança do setor de máquinas para móveis, em crescimento das receitas, deve-se ao aquecimento do mercado, decorrência sobretudo do programa “Minha Casa, Minha Vida”.
“O setor de máquinas para móveis sofre influência direta do ‘Minha Casa, Minha Vida’, que só na primeira etapa incluiu a construção de 1 milhão de casas. Isso aumenta a necessidade de móveis, portas, janelas. É uma mostra de que, quando um programa é bem feito, dá resultados”, assinalou o líder da entidade. Na avaliação dele, o ritmo de crescimento tende a ser mantido em 2012.
Participação
A participação do setor de máquinas para madeira, no entanto, ainda é pequena na indústria de bens de capital mecânicos. Em receita, apesar de liderar o crescimento, representa 1% do total faturado por esse tipo de indústria. Ainda de acordo com os dados da Abimaq, a indústria de bens de capital mecânicos obteve faturamento de R$ 81,2 bilhões em 2011, um acréscimo de 9,2% em relação a 2010.
Por outro lado, advertiu Aubert Neto, a “balança comercial” da indústria representada pela Abimaq fechou o ano passado com um déficit de US$ 17,8 bilhões, superando em 13,6% o resultado de 2010 (US$ 15,7 bilhões), que já havia sido recorde. O presidente da associação foi enfático ao criticar o processo de “desindustrialização” pelo qual passa a economia brasileira, resultado da combinação câmbio depreciado, juros altos e carga tributária pesada.
Os números
Confira, a seguir, alguns dos dados divulgados pela Abimaq:
- Faturamento – Crescimento em 2011
- Geral: 9,2%
- Máquinas para madeira: 48,2%
- Máquinas agrícolas: 30,1%
- Hidráulica e pneumática: 14,7%
- Outras máquinas: 8,1%
- Bens sob encomenda: 6,2%
- Bombas e motobombas: 6%
- Máquinas-ferramenta: 1,7%
- Apresentaram redução de receitas os setores de máquinas têxteis (-45,5%), válvulas (-18,1%) e de máquinas para plástico (-14,3%)
- Exportações 2011 (toda a indústria de bens de capital mecânicos)
US$ 11,9 bilhões
- Importações 2011 (toda a indústria de bens de capital mecânicos)
US$ 29,7 bilhões
Empregos (toda a indústria de bens de capital mecânicos)
- Em 2011: 260.699 postos ocupados
- Em 2010: 251.567 postos ocupados
Os resultados da indústria de bens de capital mecânicos foram divulgados na tarde desta quarta-feira, dia 29, em entrevista coletiva realizada pela Abimaq em São Paulo, e transmitida por webconferência.
Segundo o presidente da entidade, Luiz Aubert Neto, a liderança do setor de máquinas para móveis, em crescimento das receitas, deve-se ao aquecimento do mercado, decorrência sobretudo do programa “Minha Casa, Minha Vida”.
“O setor de máquinas para móveis sofre influência direta do ‘Minha Casa, Minha Vida’, que só na primeira etapa incluiu a construção de 1 milhão de casas. Isso aumenta a necessidade de móveis, portas, janelas. É uma mostra de que, quando um programa é bem feito, dá resultados”, assinalou o líder da entidade. Na avaliação dele, o ritmo de crescimento tende a ser mantido em 2012.
Participação
A participação do setor de máquinas para madeira, no entanto, ainda é pequena na indústria de bens de capital mecânicos. Em receita, apesar de liderar o crescimento, representa 1% do total faturado por esse tipo de indústria. Ainda de acordo com os dados da Abimaq, a indústria de bens de capital mecânicos obteve faturamento de R$ 81,2 bilhões em 2011, um acréscimo de 9,2% em relação a 2010.
Por outro lado, advertiu Aubert Neto, a “balança comercial” da indústria representada pela Abimaq fechou o ano passado com um déficit de US$ 17,8 bilhões, superando em 13,6% o resultado de 2010 (US$ 15,7 bilhões), que já havia sido recorde. O presidente da associação foi enfático ao criticar o processo de “desindustrialização” pelo qual passa a economia brasileira, resultado da combinação câmbio depreciado, juros altos e carga tributária pesada.
Os números
Confira, a seguir, alguns dos dados divulgados pela Abimaq:
- Faturamento – Crescimento em 2011
- Geral: 9,2%
- Máquinas para madeira: 48,2%
- Máquinas agrícolas: 30,1%
- Hidráulica e pneumática: 14,7%
- Outras máquinas: 8,1%
- Bens sob encomenda: 6,2%
- Bombas e motobombas: 6%
- Máquinas-ferramenta: 1,7%
- Apresentaram redução de receitas os setores de máquinas têxteis (-45,5%), válvulas (-18,1%) e de máquinas para plástico (-14,3%)
- Exportações 2011 (toda a indústria de bens de capital mecânicos)
US$ 11,9 bilhões
- Importações 2011 (toda a indústria de bens de capital mecânicos)
US$ 29,7 bilhões
Empregos (toda a indústria de bens de capital mecânicos)
- Em 2011: 260.699 postos ocupados
- Em 2010: 251.567 postos ocupados
Fonte: eMobile
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