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Notícias
05
mar
2012
(SETOR FLORESTAL)
Floresta de pinheiro tem viabilidade comprovada no Tocantins
Engajado em um processo de desenvolvimento econômico aliado à sustentabilidade, o Tocantins demonstra resultados positivos em empreendimentos desenvolvidos na área da silvicultura, também conhecida como florestas plantadas. Um dos cultivos que tem se mostrado viável é o de pinheiros.
A preocupação com o meio ambiente e com o desmatamento desordenado da flora brasileira tem feito com que muitos empresários invistam nesse nicho de mercado, que cresce a cada dia no Brasil. Esse foi o caso de Wander Ferreira, empreendedor que desenvolve há 24 anos o cultivo de Pinus em uma propriedade no município de Porto Nacional. A fazenda possui uma área de 450 hectares plantados com pinheiros de duas espécies (Caribaea-caribaea e caribaea-hondurenses).
Segundo levantamento da Seagro - Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Agrário, atualmente, o Tocantins conta com 83 mil hectares de florestas plantadas em 230 fazendas, sendo 90% dessa área composta por eucalipto. A produção de pinheiros ainda é tímida, apenas três fazendas cultivam a espécie, o que propicia um total de 850 hectares de florestas de Pinus espalhadas nos municípios de Porto Nacional e Almas.
É a fazenda de Ferreira a que possui a maior área plantada com a espécie no Estado, lá ele alia a floresta com a produção de soja. De acordo com o empresário, o projeto foi desenvolvido ainda quando suas terras faziam parte do Norte goiano. “Aproveitamos os incentivos dados pelo Governo para promover a produção nessas terras e entramos em um segmento, que na época era novo no País, mas já era tendência nos países desenvolvidos”, explicou ele.
A propriedade já realiza a colheita da matéria-prima que abastece indústrias de móveis e pellet, dentro e fora do Estado. “Nós começamos a colheita há mais ou menos 10 anos. No início colhíamos as toras mais finas para servir de escoras para a construção civil, hoje, além da madeira, também coletamos a resina que serve de matéria-prima na produção de vários produtos, inclusive da goma de mascar”, ressaltou o empresário.
O subsecretário de Energias Limpas da Seagro, Ailton Parente, explicou que o mercado da silvicultura é um dos mais promissores do Estado. Segundo ele, a previsão é que até 2016 o Tocantins aumente a sua área de floretas para 785 mil hectares. “Quem investe em silvicultura tem mercado garantido tanto para suprir tanto o mercado interno quanto o externo”, disse.
Os dados levantados pela Seagro demonstram que esse segmento tem um grande potencial gerador de emprego e renda. O aumento da plantação terá um investimento privado de cerca de R$ 20 bilhões e isso irá contribuir com a geração de 43 mil empregos, diretos e indiretos.
Com o desenvolvimento promissor do sistema logístico do Tocantins, o empresário Wander Ferreira já estuda a possibilidade de implantação de uma indústria para o processamento da produção de sua propriedade. “Com a Ferrovia Norte-Sul aqui pertinho teremos a facilidade para escoar a nossa produção”, completou ele.
A preocupação com o meio ambiente e com o desmatamento desordenado da flora brasileira tem feito com que muitos empresários invistam nesse nicho de mercado, que cresce a cada dia no Brasil. Esse foi o caso de Wander Ferreira, empreendedor que desenvolve há 24 anos o cultivo de Pinus em uma propriedade no município de Porto Nacional. A fazenda possui uma área de 450 hectares plantados com pinheiros de duas espécies (Caribaea-caribaea e caribaea-hondurenses).
Segundo levantamento da Seagro - Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Agrário, atualmente, o Tocantins conta com 83 mil hectares de florestas plantadas em 230 fazendas, sendo 90% dessa área composta por eucalipto. A produção de pinheiros ainda é tímida, apenas três fazendas cultivam a espécie, o que propicia um total de 850 hectares de florestas de Pinus espalhadas nos municípios de Porto Nacional e Almas.
É a fazenda de Ferreira a que possui a maior área plantada com a espécie no Estado, lá ele alia a floresta com a produção de soja. De acordo com o empresário, o projeto foi desenvolvido ainda quando suas terras faziam parte do Norte goiano. “Aproveitamos os incentivos dados pelo Governo para promover a produção nessas terras e entramos em um segmento, que na época era novo no País, mas já era tendência nos países desenvolvidos”, explicou ele.
A propriedade já realiza a colheita da matéria-prima que abastece indústrias de móveis e pellet, dentro e fora do Estado. “Nós começamos a colheita há mais ou menos 10 anos. No início colhíamos as toras mais finas para servir de escoras para a construção civil, hoje, além da madeira, também coletamos a resina que serve de matéria-prima na produção de vários produtos, inclusive da goma de mascar”, ressaltou o empresário.
O subsecretário de Energias Limpas da Seagro, Ailton Parente, explicou que o mercado da silvicultura é um dos mais promissores do Estado. Segundo ele, a previsão é que até 2016 o Tocantins aumente a sua área de floretas para 785 mil hectares. “Quem investe em silvicultura tem mercado garantido tanto para suprir tanto o mercado interno quanto o externo”, disse.
Os dados levantados pela Seagro demonstram que esse segmento tem um grande potencial gerador de emprego e renda. O aumento da plantação terá um investimento privado de cerca de R$ 20 bilhões e isso irá contribuir com a geração de 43 mil empregos, diretos e indiretos.
Com o desenvolvimento promissor do sistema logístico do Tocantins, o empresário Wander Ferreira já estuda a possibilidade de implantação de uma indústria para o processamento da produção de sua propriedade. “Com a Ferrovia Norte-Sul aqui pertinho teremos a facilidade para escoar a nossa produção”, completou ele.
Fonte: Jornal O Girassol
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