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Notícias
02
mar
2012
(LOGÍSTICA)
Retomada exportação de cavacos e toras de pinus no Porto de Itajaí
O vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) deputado federal Valdir Colatto (PMDB/SC) ao receber informações de que o Porto de Itajaí em Santa Catarina havia paralisado a exportação de cavacos (sem casca) e toras (com casca) para a China, entrou em contato com o diretor do Departamento de Sanidade Vegetal (DSV), Cósam de Carvalho Coutinho, do Ministério da Agricultura, em Brasília, expondo a situação e questionando uma possível solução.
Em audiência com o diretor do DSV Colatto salientou que a fiscalização no Porto não estava emitindo uma licença fitossanitária, devido a dificuldades técnicas. “Na verdade havia um desentendimento sobre o que o país importador solicitava”, comentou Colatto.
Coutinho entrou em contato com o departamento responsável na China para fazer os trâmites necessários e retomar a exportação. Na semana passada Colatto foi informado que iniciaria nesta semana a exportação de cavacos e toras, ambos de pinus, para a China. “Assim que todos os fiscais brasileiros fossem notificados pelo DSV já seria possível a exportação”, disse o parlamentar.
A atividade gera em média, 150 postos de trabalho diretos e, estima-se, aproximadamente, 500 indiretos por força da expressiva cadeia de fornecedores de bens e serviços, acarretando, também, USD 100 milhões para o país.
Em audiência com o diretor do DSV Colatto salientou que a fiscalização no Porto não estava emitindo uma licença fitossanitária, devido a dificuldades técnicas. “Na verdade havia um desentendimento sobre o que o país importador solicitava”, comentou Colatto.
Coutinho entrou em contato com o departamento responsável na China para fazer os trâmites necessários e retomar a exportação. Na semana passada Colatto foi informado que iniciaria nesta semana a exportação de cavacos e toras, ambos de pinus, para a China. “Assim que todos os fiscais brasileiros fossem notificados pelo DSV já seria possível a exportação”, disse o parlamentar.
A atividade gera em média, 150 postos de trabalho diretos e, estima-se, aproximadamente, 500 indiretos por força da expressiva cadeia de fornecedores de bens e serviços, acarretando, também, USD 100 milhões para o país.
Fonte: Assessoria
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