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Notícias
01
mar
2012
(LOGÍSTICA)
Brasil precisa atentar para falta de mão-de-obra no setor logístico
O problema de falta de mão de obra especializada e bem qualificada atinge todos os segmentos e o de Logística, claro, não fica de fora. Durante a primeira rodada de discussões do ciclo de debates Gestão x Gargalos de Infraestrutura, realizada nesta terça-feira, na Amcham (Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos) as palestrantes Roberta Rodrigues e Joyce Pereira, analistas de Recursos Humanos da Luft Logistics, comentaram sobre as possíveis soluções para minimizar esse problema no Brasil.
“Tratam o capital intelectual com mais facilidade que mão-de-obra. A falta dela é um problema que compreende fatores como qualificação, remuneração, oferta… O motorista de caminhão, por exemplo, é um profissional qualificado que virou relíquia. Mas o problema, muitas vezes, não é nem a remuneração, mas, sim, outros fatores, como programas de incentivo e benefícios”, explica Joyce.
De acordo com as analistas, o País enfrenta escassez de mão de obra por conta da desvalorização das profissões, especialmente a de caminhoneiro: “Esse profissional que faz mover o País não era valorizado. Mas aquela imagem do cara que chega no posto de chinelos e sem camisa já não existe. O problema é que os jovens não querem seguir essa carreira por causa do baixo salário, da desvalorização e do tempo que se fica longe da família”, comenta.
Para minimizar esses empecilhos, segundo Roberta e Joyce, é preciso investir na demarginalização da profissão: “Incentivamos nossos profissionais a freqüentarem a faculdade, por exemplo. Até porque o caminho natural é que os caminhões, com as tecnologias, fiquem cada vez mais automatizados. Se o profissional não tiver conhecimentos, não consegue nem ligar o equipamento. Também incentivamos que os profissionais busquem ocupar outros cargos na nossa organização, como sair do pátio, como caminhoneiro, e ir para o escritório, trabalhando na parte administrativa”, contam.
As analistas também explicam que a forma como o Brasil trata e vê os caminhoneiros perde para outros países: “Na Rússia, por exemplo, um caminhoneiro ganha um salário equivalente a quase R$ 10 mil. Nos Estados Unidos a situação é parecida. Só agora o País atenta para essa situação e se vê obrigado a tomar uma atitude porque senão ele vai parar. Até mesmo entre os países da América Latina a remuneração brasileira é a menor”, afirma Roberta.
“Tratam o capital intelectual com mais facilidade que mão-de-obra. A falta dela é um problema que compreende fatores como qualificação, remuneração, oferta… O motorista de caminhão, por exemplo, é um profissional qualificado que virou relíquia. Mas o problema, muitas vezes, não é nem a remuneração, mas, sim, outros fatores, como programas de incentivo e benefícios”, explica Joyce.
De acordo com as analistas, o País enfrenta escassez de mão de obra por conta da desvalorização das profissões, especialmente a de caminhoneiro: “Esse profissional que faz mover o País não era valorizado. Mas aquela imagem do cara que chega no posto de chinelos e sem camisa já não existe. O problema é que os jovens não querem seguir essa carreira por causa do baixo salário, da desvalorização e do tempo que se fica longe da família”, comenta.
Para minimizar esses empecilhos, segundo Roberta e Joyce, é preciso investir na demarginalização da profissão: “Incentivamos nossos profissionais a freqüentarem a faculdade, por exemplo. Até porque o caminho natural é que os caminhões, com as tecnologias, fiquem cada vez mais automatizados. Se o profissional não tiver conhecimentos, não consegue nem ligar o equipamento. Também incentivamos que os profissionais busquem ocupar outros cargos na nossa organização, como sair do pátio, como caminhoneiro, e ir para o escritório, trabalhando na parte administrativa”, contam.
As analistas também explicam que a forma como o Brasil trata e vê os caminhoneiros perde para outros países: “Na Rússia, por exemplo, um caminhoneiro ganha um salário equivalente a quase R$ 10 mil. Nos Estados Unidos a situação é parecida. Só agora o País atenta para essa situação e se vê obrigado a tomar uma atitude porque senão ele vai parar. Até mesmo entre os países da América Latina a remuneração brasileira é a menor”, afirma Roberta.
Fonte: Por Guia Marítimo
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