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Notícias
24
fev
2012
(MEIO AMBIENTE)
Brasil é exemplo para o mundo em termos de preservação ambiental, afirma presidente da CNA
A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, afirmou, na Alemanha, que o Brasil tem a maior e mais sustentável agricultura do planeta. De acordo com ela, o País é exemplo para o mundo em termos de preservação ambiental porque os produtores brasileiros adotaram, nos últimos anos, boas práticas agrícolas, condição que precisa ser recompensada. “Os esforços do Brasil precisam ser reconhecidos pelos países que desmataram e pelas empresas que, em suas atividades, são emissoras de gases”, afirmou durante conferência internacional organizada pela Fundação Friedrich Naumann para a Liberdade para debater a capacidade dos países emergentes e industrializados de enfrentar o desafio das mudanças climáticas.
Na conferência, a senadora Kátia Abreu lembrou que 61% do território brasileiro está conservado com vegetação nativa. “Não é floresta plantada, é floresta original”, ressaltou. Segundo ela, mais de 500 milhões de hectares de terra estão preservados no Brasil, único país do mundo que abriu mão de terras férteis que poderiam ser ocupadas com atividades agropecuárias para preservar a biodiversidade. Lembrou que outros países, como Rússia e Canadá, também tem extensas áreas de vegetação nativa, mas que essas áreas são inapropriadas para atividades agropecuárias. “Mesmo diante dessa condição diferenciada, o Brasil aceitou, voluntariamente, reduzir entre 36% e 38% as emissões de gases até 2020”, afirmou a senadora Kátia Abreu.
Aos especialistas em clima e em políticas exteriores e de desenvolvimento de partidos políticos, acadêmicos, imprensa e representantes da sociedade civil que acompanharam a conferência, a presidente da CNA enumerou as práticas adotadas que garantem à agropecuária brasileira uma situação diferenciada. Citou o plantio direto, técnica que não exige que a terra seja arada, o que aumenta a emissão de gases. “60% de toda a agricultura brasileira é plantio direto na palha”, afirmou. Enumerou, ainda, a fertilização de áreas degradadas, a fixação biológica de nitrogênio e a integração lavoura-pecuária e floresta como técnicas adotadas pelos produtores brasileiros.
Na conferência, a senadora Kátia Abreu lembrou que 61% do território brasileiro está conservado com vegetação nativa. “Não é floresta plantada, é floresta original”, ressaltou. Segundo ela, mais de 500 milhões de hectares de terra estão preservados no Brasil, único país do mundo que abriu mão de terras férteis que poderiam ser ocupadas com atividades agropecuárias para preservar a biodiversidade. Lembrou que outros países, como Rússia e Canadá, também tem extensas áreas de vegetação nativa, mas que essas áreas são inapropriadas para atividades agropecuárias. “Mesmo diante dessa condição diferenciada, o Brasil aceitou, voluntariamente, reduzir entre 36% e 38% as emissões de gases até 2020”, afirmou a senadora Kátia Abreu.
Aos especialistas em clima e em políticas exteriores e de desenvolvimento de partidos políticos, acadêmicos, imprensa e representantes da sociedade civil que acompanharam a conferência, a presidente da CNA enumerou as práticas adotadas que garantem à agropecuária brasileira uma situação diferenciada. Citou o plantio direto, técnica que não exige que a terra seja arada, o que aumenta a emissão de gases. “60% de toda a agricultura brasileira é plantio direto na palha”, afirmou. Enumerou, ainda, a fertilização de áreas degradadas, a fixação biológica de nitrogênio e a integração lavoura-pecuária e floresta como técnicas adotadas pelos produtores brasileiros.
Fonte: CNA
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