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Notícias
22
fev
2012
(MÓVEIS)
Setor moveleiro enfrenta concorrência desleal na exportação
O custo Brasil, a falta de estrutura logística e de transporte e a ausência de mão de obra qualificada são fatores que prejudicam a exportação brasileira. Quem atua no mercado externo enfrenta dificuldades e quem pretende iniciar no ramo da exportação fica em dúvida por onde começar. Baseado nisso, a Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc), através do Centro Internacional de Negócios de Santa Catarina (CIN), em parceria com o Sebrae/SC, desenvolveu o START EXPORT – uma solução voltada para a exportação.
O programa foi apresentado a empresários do oeste, na sede da Associação dos Moveleiros do Oeste de Santa Catarina (Amoesc) e do Sindicato da Indústria Madeireira e Moveleira do Vale do Uruguai (Simovale).
Desenvolvido com o objetivo de minimizar riscos e otimizar os resultados na exportação, o Start Export engloba um conjunto de soluções que compreende a realização de diagnósticos e treinamentos, o desenvolvimento e execução de um plano de ação voltado à exportação e à assessoria permanente por profissionais especializados em comércio exterior.
O presidente da Amoesc/Simovale, Osni Verona, ressalta que a iniciativa é bem-vinda para agregar novos exportadores do oeste do Estado. Segundo ele, somente do setor moveleiro, 42 empresas exportavam a diversos países. Agora o número reduziu para 15. Entre os motivos estão a queda do dólar, a crise internacional e, principalmente, a concorrência desleal com a China. “A China tem mão de obra barata, matéria-prima de baixo valor, produtos com preços inferiores, fatores que não há como concorrer. Sem contar que o oeste catarinense é de localização desprivilegiada, longe dos portos. O custo fica ainda mais elevado”, enfatizou.
O dirigente realça que os empresários atualmente avaliam a exportação como um mau negócio. Por isso, o foco está no mercado interno para atender as novas exigências dos brasileiros, que buscam produtos de marca, garantia de qualidade, conforto e durabilidade.
O consultor da Fiesc, Mauro Victor de Souza, apresentou a solução aos empresários. Segundo ele, há caminhos para a exportação. “O START EXPORT auxilia micro e pequenos empresários de todas as áreas industriais, através de metodologia inovadora e do desenvolvimento de estratégias que fortaleçam a internacionalização dos negócios”. Segundo ele, em um ano de treinamento e consultoria é possível iniciar a exportação.
Como exemplo, o empresário Roberto Zagonel, da Eletro Zagonel de Pinhalzinho, falou da sua participação no programa. “Em menos de um ano, as estratégias criadas com o auxílio da Fiesc e Sebrae/SC abriram as portas à nossa empresa. Nesse período, desenvolvemos um produto específico e iniciamos a venda para Angola, México e Paraguai”, comentou.
Souza observa que o setor moveleiro pode expandir-se para outros mercados, especialmente da América Latina, África e Oriente Médio. “Há um cenário favorável nestes países que poderá render bons negócios aos empresários do oeste”, avaliou.
O START EXPORT foi implementado em 2004 pela Fiesc por meio do CIN como resultado de um projeto de cooperação internacional que buscava identificar as melhores práticas na área de apoio à exportação para empresas de menor porte. São 12 meses de treinamentos. A iniciativa em SC é pioneira no Brasil e teve sua metodologia repassada para Federações das Indústrias de outros Estados brasileiros.
O programa foi apresentado a empresários do oeste, na sede da Associação dos Moveleiros do Oeste de Santa Catarina (Amoesc) e do Sindicato da Indústria Madeireira e Moveleira do Vale do Uruguai (Simovale).
Desenvolvido com o objetivo de minimizar riscos e otimizar os resultados na exportação, o Start Export engloba um conjunto de soluções que compreende a realização de diagnósticos e treinamentos, o desenvolvimento e execução de um plano de ação voltado à exportação e à assessoria permanente por profissionais especializados em comércio exterior.
O presidente da Amoesc/Simovale, Osni Verona, ressalta que a iniciativa é bem-vinda para agregar novos exportadores do oeste do Estado. Segundo ele, somente do setor moveleiro, 42 empresas exportavam a diversos países. Agora o número reduziu para 15. Entre os motivos estão a queda do dólar, a crise internacional e, principalmente, a concorrência desleal com a China. “A China tem mão de obra barata, matéria-prima de baixo valor, produtos com preços inferiores, fatores que não há como concorrer. Sem contar que o oeste catarinense é de localização desprivilegiada, longe dos portos. O custo fica ainda mais elevado”, enfatizou.
O dirigente realça que os empresários atualmente avaliam a exportação como um mau negócio. Por isso, o foco está no mercado interno para atender as novas exigências dos brasileiros, que buscam produtos de marca, garantia de qualidade, conforto e durabilidade.
O consultor da Fiesc, Mauro Victor de Souza, apresentou a solução aos empresários. Segundo ele, há caminhos para a exportação. “O START EXPORT auxilia micro e pequenos empresários de todas as áreas industriais, através de metodologia inovadora e do desenvolvimento de estratégias que fortaleçam a internacionalização dos negócios”. Segundo ele, em um ano de treinamento e consultoria é possível iniciar a exportação.
Como exemplo, o empresário Roberto Zagonel, da Eletro Zagonel de Pinhalzinho, falou da sua participação no programa. “Em menos de um ano, as estratégias criadas com o auxílio da Fiesc e Sebrae/SC abriram as portas à nossa empresa. Nesse período, desenvolvemos um produto específico e iniciamos a venda para Angola, México e Paraguai”, comentou.
Souza observa que o setor moveleiro pode expandir-se para outros mercados, especialmente da América Latina, África e Oriente Médio. “Há um cenário favorável nestes países que poderá render bons negócios aos empresários do oeste”, avaliou.
O START EXPORT foi implementado em 2004 pela Fiesc por meio do CIN como resultado de um projeto de cooperação internacional que buscava identificar as melhores práticas na área de apoio à exportação para empresas de menor porte. São 12 meses de treinamentos. A iniciativa em SC é pioneira no Brasil e teve sua metodologia repassada para Federações das Indústrias de outros Estados brasileiros.
Fonte: MB Comunicação Empresarial/Organizacional
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