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Notícias
21
fev
2012
(REFLORESTAMENTO)
Produtores de três Estados criam Cooperativas de Reflorestamento
Cerca de 40 produtores de eucalipto formaram a primeira Cooperativa de Reflorestamento e Bioenergia, a Cooperflora Brasil, que envolve empresários agroflorestais dos estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. O projeto idealizado pelo produtor agroflorestal Gilberto Goellner busca fomentar o multiuso do eucalipto e promover novos mercados para o produto. Com a recente aprovação do novo Código Florestal o setor de florestas sustentáveis ganhará impulso com o aumento na fiscalização e restrição da oferta de madeira sem base legal.
Com a projeção de crescimento do setor, a cooperativa dá um passo à frente na organização dos produtores regionais em busca da profissionalização dos processos de plantio, manejo e colheita da cultura. A entidade sediada em Rondonópolis-MT (219 km de Cuiabá) vislumbra a criação do grande pólo florestal do Sul de Mato Grosso, com capacidade de atrair investidores de indústrias de processamento do eucalipto.
Hoje, toda madeira de reflorestamento comercializada no Estado é usada para geração de energia térmica em fornalhas industriais (biomassa), no entanto, com o crescimento da atividade por meio da Cooperflora, será capaz atrair investidores do setor moveleiro que é consumidor de laminados; os fabricantes de MDF e MDP; bem como serrarias; siderúrgica; e, proporcionar o uso do eucalipto in natura nas construções civis e rurais para diversificar a destinação dessa matéria-prima.
“A Região Sul de Mato Grosso possui hoje aproximadamente 40 mil hectares de plantio de eucalipto e queremos ampliar essa produção. Com a organização dos produtores de pequeno, médio e grande porte poderemos ampliar a oferta do produto e atrair as indústrias necessárias para o consumo de nossas produções. O Estado tem uma área estimada de 500 mil hectares que podem ser absorvidas por florestas plantadas”, acrescenta o presidente da Cooperativa, o produtor e ex-senador, Gilberto Goellner.
A cooperativa tem ainda o papel de auxiliar o produtor a garantir maior rentabilidade na atividade. O grande gargalo está na fase de colheita, devido à falta de equipamentos apropriados para o processo de corte, processamento da madeira e logística para entrega ao consumidor final. Para isso, a entidade contará com serviços terceirizados de máquinas, equipamentos e caminhões para transporte.
A mecanização da colheita garantirá melhor cumprimento às exigências trabalhistas e, com isso, oferece a segurança necessária aos empreendimentos. Goellner adianta que os associados receberão orientação para o pleno êxito da atividade. “A Cooperflora terceirizará os serviços de implantação de projetos para os associados que ainda iniciarão na atividade, orientando para a adequação de clones ao uso final da madeira”.
Os associados que já possuem floresta plantada também serão respaldados. “Haverá necessidade de um inventário quantitativo e/ou qualitativo para adequar melhor o momento da colheita ao mercado disponível”, explica o presidente da Cooperflora.
Com a projeção de crescimento do setor, a cooperativa dá um passo à frente na organização dos produtores regionais em busca da profissionalização dos processos de plantio, manejo e colheita da cultura. A entidade sediada em Rondonópolis-MT (219 km de Cuiabá) vislumbra a criação do grande pólo florestal do Sul de Mato Grosso, com capacidade de atrair investidores de indústrias de processamento do eucalipto.
Hoje, toda madeira de reflorestamento comercializada no Estado é usada para geração de energia térmica em fornalhas industriais (biomassa), no entanto, com o crescimento da atividade por meio da Cooperflora, será capaz atrair investidores do setor moveleiro que é consumidor de laminados; os fabricantes de MDF e MDP; bem como serrarias; siderúrgica; e, proporcionar o uso do eucalipto in natura nas construções civis e rurais para diversificar a destinação dessa matéria-prima.
“A Região Sul de Mato Grosso possui hoje aproximadamente 40 mil hectares de plantio de eucalipto e queremos ampliar essa produção. Com a organização dos produtores de pequeno, médio e grande porte poderemos ampliar a oferta do produto e atrair as indústrias necessárias para o consumo de nossas produções. O Estado tem uma área estimada de 500 mil hectares que podem ser absorvidas por florestas plantadas”, acrescenta o presidente da Cooperativa, o produtor e ex-senador, Gilberto Goellner.
A cooperativa tem ainda o papel de auxiliar o produtor a garantir maior rentabilidade na atividade. O grande gargalo está na fase de colheita, devido à falta de equipamentos apropriados para o processo de corte, processamento da madeira e logística para entrega ao consumidor final. Para isso, a entidade contará com serviços terceirizados de máquinas, equipamentos e caminhões para transporte.
A mecanização da colheita garantirá melhor cumprimento às exigências trabalhistas e, com isso, oferece a segurança necessária aos empreendimentos. Goellner adianta que os associados receberão orientação para o pleno êxito da atividade. “A Cooperflora terceirizará os serviços de implantação de projetos para os associados que ainda iniciarão na atividade, orientando para a adequação de clones ao uso final da madeira”.
Os associados que já possuem floresta plantada também serão respaldados. “Haverá necessidade de um inventário quantitativo e/ou qualitativo para adequar melhor o momento da colheita ao mercado disponível”, explica o presidente da Cooperflora.
Fonte: O Documento
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