Voltar
Notícias
17
fev
2012
(SETOR FLORESTAL)
Florestas tropicais na África podem ter virado savanas por ação humana
Um grupo de pesquisadores franceses afirma que a transformação das florestas tropicais no centro do continente africano em savanas, ocorrida há 3 mil anos, pode ter sido influenciada pela presença humana. O estudo foi divulgado na revista ‘Science’.
Durante anos, os cientistas explicaram a transição como uma consequência apenas das mudanças climáticas que o planeta sofreu. Agora, os pesquisadores acreditam que uma alteração tão drástica não poderia ser apenas ação da natureza e precisaria contar com a participação humana.
O grupo analisou os sedimentos marinhos a 914 metros de profundidade no estuário do Rio Congo. A região serve como registro histórico dos últimos 40 mil anos de formações geológicas na região. Há três milênios, esses depósitos estiveram sob forte influência química, que provocou a quebra de rochas e minerais.
Na mesma época, fazendeiros bantos chegaram ao local após deixar a área onde hoje se encontra Camarões e Nigéria.
Os migrantes empregaram técnicas de agricultura e fundição do ferro à região, provocando grande impacto nas árvores da África Central. Segundo os pesquisadores, o grupo banto teria acelerado o processo de erosão na área ao derrubar árvores para criar terra arável e para as fundições.
Durante anos, os cientistas explicaram a transição como uma consequência apenas das mudanças climáticas que o planeta sofreu. Agora, os pesquisadores acreditam que uma alteração tão drástica não poderia ser apenas ação da natureza e precisaria contar com a participação humana.
O grupo analisou os sedimentos marinhos a 914 metros de profundidade no estuário do Rio Congo. A região serve como registro histórico dos últimos 40 mil anos de formações geológicas na região. Há três milênios, esses depósitos estiveram sob forte influência química, que provocou a quebra de rochas e minerais.
Na mesma época, fazendeiros bantos chegaram ao local após deixar a área onde hoje se encontra Camarões e Nigéria.
Os migrantes empregaram técnicas de agricultura e fundição do ferro à região, provocando grande impacto nas árvores da África Central. Segundo os pesquisadores, o grupo banto teria acelerado o processo de erosão na área ao derrubar árvores para criar terra arável e para as fundições.
Fonte: Globo Natureza
Notícias em destaque
SFB lança edital do X Prêmio em Economia e Mercado Florestal
O edital do X Prêmio Serviço Florestal Brasileiro em Estudos de Economia e Mercado Florestal foi publicado dia 23 e já...
(EVENTOS)
Pesquisa e educação se unem em oficina sobre florestas e sustentabilidade na Embrapa
Aprender sobre a natureza ganha um novo significado quando o cenário é o próprio universo da pesquisa florestal. Com esse...
(GERAL)
O Departamento de Agricultura dos EUA destina US$ 115,2 milhões a oito estados para impulsionar a produção de madeira
Na Conferência de Liderança em Bioeconomia Avançada, o Administrador do Departamento de Agricultura dos EUA para o...
(INTERNACIONAL)
Silvicultura brasileira, a floresta cresce com técnica, mas se sustenta com pessoas
Ao longo de muitos anos convivendo com empresas, profissionais e instituições do setor florestal, tivemos a oportunidade de...
(SILVICULTURA)
A AdvantageLumber.com anuncia o maior investimento em madeira de teca com certificação FSC.
O investimento ampliado da AdvantageLumber.com concentra-se exclusivamente em teca de reflorestamento com certificação FSC,...
(INTERNACIONAL)
Interzum Bogotá 2026: Um evento marcante para a indústria moveleira e madeireira da América Latina
A interzum Bogotá 2026 está prestes a se tornar o evento crucial para a indústria moveleira e madeireira da América...
(EVENTOS)













