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Notícias
15
fev
2012
(LOGÍSTICA)
Brasil precisa de R$ 1 trilhão para atingir nível de logística dos EUA
O Brasil parece ter reencontrado no capital privado uma saída para superar décadas de estagnação nos investimentos em infraestrutura. O sucesso dos leilões de três grandes aeroportos — Brasília, Guarulhos e Viracopos — jogou luz sobre oportunidades de negócios em pelo menos 20 grandes projetos já iniciados ou prestes a começar.
Esses empreendimentos, na maioria encabeçados pelo governo federal, ainda podem ser alvo de concessões, parcerias público-privadas (PPPs) e de um promissor mercado de títulos de dívida (debêntures) de médio e longo prazos.
Com orçamentos que vão de US$ 1,8 bilhão — caso do Porto do Açu (RJ), da LLX Logística — aos US$ 25 bilhões das plataformas da Petrobras, passando pelos US$ 23,5 bilhões do trem-bala ligando São Paulo ao Rio de Janeiro, o país apresenta uma lista invejável de obras (veja quadro), que só perde em variedade para os gigantes China e Índia.
Como estímulo extra aos investidores estão uma democracia estável, a realização da Copa do Mundo (2014) e das Olimpíadas (2016) e o potencial de crescimento econômico limitado basicamente por uma logística deficiente.
Estima-se que, para atingir um patamar de infraestrutura semelhante aos Estados Unidos de hoje, o Brasil precise de R$ 1 trilhão em investimentos.
“Os leilões dos aeroportos romperam uma barreira ao capital privado, iniciando uma nova era. Vencido o imobilismo do governo, é preciso continuar avançando de forma rápida para não desperdiçar oportunidades criadas pelo quadro internacional, sobretudo diante da situação desoladora da Europa”, afirma Amaryllis Romano, economista da Tendências Consultoria. “A relativa rapidez com que o governo decidiu mudar de rumo e efetivar a transferência dos terminais a gestores privados é motivo de otimismo com o futuro”, acrescenta.
Esses empreendimentos, na maioria encabeçados pelo governo federal, ainda podem ser alvo de concessões, parcerias público-privadas (PPPs) e de um promissor mercado de títulos de dívida (debêntures) de médio e longo prazos.
Com orçamentos que vão de US$ 1,8 bilhão — caso do Porto do Açu (RJ), da LLX Logística — aos US$ 25 bilhões das plataformas da Petrobras, passando pelos US$ 23,5 bilhões do trem-bala ligando São Paulo ao Rio de Janeiro, o país apresenta uma lista invejável de obras (veja quadro), que só perde em variedade para os gigantes China e Índia.
Como estímulo extra aos investidores estão uma democracia estável, a realização da Copa do Mundo (2014) e das Olimpíadas (2016) e o potencial de crescimento econômico limitado basicamente por uma logística deficiente.
Estima-se que, para atingir um patamar de infraestrutura semelhante aos Estados Unidos de hoje, o Brasil precise de R$ 1 trilhão em investimentos.
“Os leilões dos aeroportos romperam uma barreira ao capital privado, iniciando uma nova era. Vencido o imobilismo do governo, é preciso continuar avançando de forma rápida para não desperdiçar oportunidades criadas pelo quadro internacional, sobretudo diante da situação desoladora da Europa”, afirma Amaryllis Romano, economista da Tendências Consultoria. “A relativa rapidez com que o governo decidiu mudar de rumo e efetivar a transferência dos terminais a gestores privados é motivo de otimismo com o futuro”, acrescenta.
Fonte: O Rio Branco
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