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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Setor de C&P deve crescer 14% no RS
A indústria de celulose, papel, papelão e artefatos do Rio Grande do Sul deverá crescer cerca de 14% em 2004 em relação ao ano passado. A previsão foi feita na quarta-feira pelo presidente do Sindicato das indústrias do setor (Sinpasul), Rudi Christmann durante entrevista coletiva à imprensa, em Porto Alegre. O dirigente foi empossado para uma segunda gestão consecutiva de mais três anos na liderança da entidade.
No primeiro semestre deste ano o setor apresentou crescimento de 9% em comparação com igual período de 2003, acompanhando a tendência de gradativa recuperação da economia brasileira. "Depois de um PIB negativo verificado no país em 2003, estima-se que haverá um incremento próximo de 3,5% em 2004 e as indústrias de celulose, papel e artefatos tendem a acompanhar este desempenho", acrescentou.
Além disso, o mercado externo igualmente mostra-se favorável. Desde setembro de 2003 os preços internacionais da celulose têm aumentado, ao passo que no caso do papel os Estados Unidos apresentam as perspectivas mais favoráveis, já que na Europa as cotações do produto vêm caindo desde o último mês de fevereiro, salienta.
O presidente do Sinpasul mostra-se otimista com o potencial de crescimento futuro do setor. Observa que o RS conta hoje com duas indústrias de celulose (Aracruz em Guaíba e Cambará em Cambará do Sul) além de fabricantes de papel, papelão e artefatos, totalizando 170 empresas, que geram 10.000 empregos diretos e indiretos e cujo faturamento deve totalizar R$ 800 milhões em 2004.
Fonte: Celulose Online – 06/08/2004
No primeiro semestre deste ano o setor apresentou crescimento de 9% em comparação com igual período de 2003, acompanhando a tendência de gradativa recuperação da economia brasileira. "Depois de um PIB negativo verificado no país em 2003, estima-se que haverá um incremento próximo de 3,5% em 2004 e as indústrias de celulose, papel e artefatos tendem a acompanhar este desempenho", acrescentou.
Além disso, o mercado externo igualmente mostra-se favorável. Desde setembro de 2003 os preços internacionais da celulose têm aumentado, ao passo que no caso do papel os Estados Unidos apresentam as perspectivas mais favoráveis, já que na Europa as cotações do produto vêm caindo desde o último mês de fevereiro, salienta.
O presidente do Sinpasul mostra-se otimista com o potencial de crescimento futuro do setor. Observa que o RS conta hoje com duas indústrias de celulose (Aracruz em Guaíba e Cambará em Cambará do Sul) além de fabricantes de papel, papelão e artefatos, totalizando 170 empresas, que geram 10.000 empregos diretos e indiretos e cujo faturamento deve totalizar R$ 800 milhões em 2004.
Fonte: Celulose Online – 06/08/2004
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