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Notícias
06
fev
2012
(SILVICULTURA)
Silvicultor/TO apresenta projeto de plantio de macaúba
Em função da demanda mundial por energias renováveis, tendo como princípios básicos a sustentabilidade ambiental, social e econômica, foi aberto um grande mercado para óleos vegetais no País. A demanda poderá se elevar ainda mais nos próximos anos em virtude da diversificação da matriz energética, que prevê o consumo na forma de biodiesel. Apostando na criação de um novo segmento econômico estratégico para o Estado, o diretor da Faco Agroindustrial, o silvicultor Oscar Paul Hogenboom, visitou a Secretaria da Agricultura, da Pecuária e do Desenvolvimento Agrário para apresentar ao secretário Executivo, Ruiter Pádua, o projeto de cultivo de macaúba, que está sendo desenvolvido no município de São Félix do Tocantins, Região do Jalapão.
De acordo com o silvicultor, que já cultiva eucaliptos na região, serão plantados em outubro deste ano, cerca de 100 hectares de macaúba, sendo metade com objetivo comercial e metade para adensamento da reserva florestal da propriedade. Hogenboom explica que a Palmácea oferece inúmeras perspectivas, benefícios e possibilidade de oferecer emprego e rendimento superiores aos auferidos atualmente pelos proprietários rurais da região de São Felix.
“É uma alternativa também para a agricultura familiar, nossa intenção é mobilizar os produtores locais para plantio em sistema de arrendamento, como uma alternativa de geração de renda”, frisou o produtor, acrescentando ainda que a planta tem aproveitamento total, como alimento, produto para indústria de cosméticos, ração e biodiesel. “Outro aspecto importante do cultivo da macaúba é a possibilidade de cultivo consorciado, com mandioca e principalmente pastagem”, explicou.
Na ocasião, Hogenboom solicitou ainda que o Governo estudasse a viabilidade de incluir a cultura da macaúba na relação de atividades financiáveis no sistema de Fomento Estadual. Isto ajudaria substancialmente na adesão e expansão da cultura, como já acontece no estado de Minas Gerais.
O secretário Executivo garantiu ao produtor que a Seagro está à disposição para ajudar no que for possível, especialmente junto às instituições financeiras para o financiamento do projeto. “É de interesse do Governo do Estado apoiar projetos que possam alavancar o agronegócio tocantinense, gerando renda e oportunidades para o homem do campo”, completou.
Características da palmácea
As técnicas de cultivo da macaúba ainda não evoluíram para o seu melhoramento genético, com a implantação de novas áreas. A Embrapa já está pesquisando para a criação de novos clones. A produção se inicia com quatro a cinco anos após o plantio e continua produzindo acima de 50 anos. Já a safra depende da região, mas geralmente ocorre entre os meses de outubro a março, com produção de 3.309 kg de óleo/há, considerando produtividade média do maciço de macaúbas.
A cultura é muito similar ao dendê e possui a vantagem de poder ser cultivada em quase todo o território brasileiro. Além disso, é menos exigente por água, clima e fertilidade do solo; e seus frutos conservam a qualidade por mais tempo. Importante também para os novos projetos com a macaúba, é a sua possível utilização para recomposição das áreas de preservação permanente (APP’s) e reserva legal (RL) nas propriedades rurais.
De acordo com o silvicultor, que já cultiva eucaliptos na região, serão plantados em outubro deste ano, cerca de 100 hectares de macaúba, sendo metade com objetivo comercial e metade para adensamento da reserva florestal da propriedade. Hogenboom explica que a Palmácea oferece inúmeras perspectivas, benefícios e possibilidade de oferecer emprego e rendimento superiores aos auferidos atualmente pelos proprietários rurais da região de São Felix.
“É uma alternativa também para a agricultura familiar, nossa intenção é mobilizar os produtores locais para plantio em sistema de arrendamento, como uma alternativa de geração de renda”, frisou o produtor, acrescentando ainda que a planta tem aproveitamento total, como alimento, produto para indústria de cosméticos, ração e biodiesel. “Outro aspecto importante do cultivo da macaúba é a possibilidade de cultivo consorciado, com mandioca e principalmente pastagem”, explicou.
Na ocasião, Hogenboom solicitou ainda que o Governo estudasse a viabilidade de incluir a cultura da macaúba na relação de atividades financiáveis no sistema de Fomento Estadual. Isto ajudaria substancialmente na adesão e expansão da cultura, como já acontece no estado de Minas Gerais.
O secretário Executivo garantiu ao produtor que a Seagro está à disposição para ajudar no que for possível, especialmente junto às instituições financeiras para o financiamento do projeto. “É de interesse do Governo do Estado apoiar projetos que possam alavancar o agronegócio tocantinense, gerando renda e oportunidades para o homem do campo”, completou.
Características da palmácea
As técnicas de cultivo da macaúba ainda não evoluíram para o seu melhoramento genético, com a implantação de novas áreas. A Embrapa já está pesquisando para a criação de novos clones. A produção se inicia com quatro a cinco anos após o plantio e continua produzindo acima de 50 anos. Já a safra depende da região, mas geralmente ocorre entre os meses de outubro a março, com produção de 3.309 kg de óleo/há, considerando produtividade média do maciço de macaúbas.
A cultura é muito similar ao dendê e possui a vantagem de poder ser cultivada em quase todo o território brasileiro. Além disso, é menos exigente por água, clima e fertilidade do solo; e seus frutos conservam a qualidade por mais tempo. Importante também para os novos projetos com a macaúba, é a sua possível utilização para recomposição das áreas de preservação permanente (APP’s) e reserva legal (RL) nas propriedades rurais.
Fonte: ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SEAGRO/TO
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