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Notícias
30
jan
2012
(MADEIRA E PRODUTOS)
Experimento com Pau de Balsa em MT fez um ano de implantação
Implantado em 10 de janeiro o campo experimental do Pau de Balsa foi possível através de uma parceria entre a EMBRAPA, Prefeitura Municipal de Guarantã do Norte, Compensados São Francisco e a COPROMAB Cooperativa de Produtores de Pau de Balsa de Mato Grosso. Em Guarantã do Norte o plantio esta em sua terceira medição e desta vez recebeu estudantes e recém formados em agronomia de outras regiões que vieram conhecer melhor o experimento com a finalidade de adquirir conhecimentos e melhor atender os produtores deste novo âmbito de cultivo.
A EMBRAPA implantou a unidade demonstrativa e a Prefeitura é parceira o Engenheiro agrônomo Julio César Santin disse que a Secretaria de Agricultura é o gestor local. “Estamos muito felizes, pois este e é o primeiro experimento do pau de balsa com essas características no Brasil e segundo é a primeira unidade de pesquisa da EMBRAPA Agrossilvipastoril de Sinop e a partir desta unidade outros campos experimentais serão implantados”.
O Engenheiro Agrônomo da EMBRAPA Maurel Behling que conduz o experimento salientou que a EMBRAPA trabalha com transferência de tecnologia e que os conhecimentos gerados através do projeto vêm sendo transferidos para o produtor através de dia de campo e palestras. “Ano passado realizamos um dia de campo concomitante a expotã e neste ano queremos ter um novo evento mostrando os resultados que tivemos ao longo destes 12 meses”.
Maurel disse ainda que quem domina o mercado internacional é o Equador que produz 90% do Pau de Balsa e que a madeira oferece grande potencial. “O Pau de Balsa é ideal para laminação tanto que um dos parceiros do projeto é uma empresa de laminação aqui de Guarantã, bem como no setor moveleiro uma vez que podemos associar a leveza do Pau de Balsa a beleza de espécies como Teca ou Mogno, a própria COPROMAB de Terra Nova vem desenvolvendo uma série de testes com essa espécie”.
Julio César lembrou que mesmo sem informações sólidas a Embrapa transfere tecnologia a Secretaria de Agricultura que é o vinculo da Embrapa com o produtor. “O que aprendemos até o momento podemos repassar aos produtores interessados no cultivo do Pau de Balsa”.
“O importante neste momento não é saber a melhor forma de fazer e sim quais os erros que não precisamos cometer e já aprendemos muito desde a implantação”. Concluiu Júlio Santin.
A EMBRAPA implantou a unidade demonstrativa e a Prefeitura é parceira o Engenheiro agrônomo Julio César Santin disse que a Secretaria de Agricultura é o gestor local. “Estamos muito felizes, pois este e é o primeiro experimento do pau de balsa com essas características no Brasil e segundo é a primeira unidade de pesquisa da EMBRAPA Agrossilvipastoril de Sinop e a partir desta unidade outros campos experimentais serão implantados”.
O Engenheiro Agrônomo da EMBRAPA Maurel Behling que conduz o experimento salientou que a EMBRAPA trabalha com transferência de tecnologia e que os conhecimentos gerados através do projeto vêm sendo transferidos para o produtor através de dia de campo e palestras. “Ano passado realizamos um dia de campo concomitante a expotã e neste ano queremos ter um novo evento mostrando os resultados que tivemos ao longo destes 12 meses”.
Maurel disse ainda que quem domina o mercado internacional é o Equador que produz 90% do Pau de Balsa e que a madeira oferece grande potencial. “O Pau de Balsa é ideal para laminação tanto que um dos parceiros do projeto é uma empresa de laminação aqui de Guarantã, bem como no setor moveleiro uma vez que podemos associar a leveza do Pau de Balsa a beleza de espécies como Teca ou Mogno, a própria COPROMAB de Terra Nova vem desenvolvendo uma série de testes com essa espécie”.
Julio César lembrou que mesmo sem informações sólidas a Embrapa transfere tecnologia a Secretaria de Agricultura que é o vinculo da Embrapa com o produtor. “O que aprendemos até o momento podemos repassar aos produtores interessados no cultivo do Pau de Balsa”.
“O importante neste momento não é saber a melhor forma de fazer e sim quais os erros que não precisamos cometer e já aprendemos muito desde a implantação”. Concluiu Júlio Santin.
Fonte: ASSECOM/Guarantã do Norte
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