Voltar
Notícias
27
jan
2012
(PAPEL E CELULOSE)
Preços de papel e celulose devem se recuperar
A equipe de análise do Barclays anunciou que o preço do papel e celulose deverá apresentar recuperação nos próximos meses. Embora isso possa garantir um bom desempenho para as ações da Fibria (FIBR3) e Suzano (SUZB5), grandes exportadoras do setor, a alta alavancagem dessas empresas continua sendo um grande empecilho para a performance de suas ações na bolsa.
Por conta disso, os analistas Pedro Grimaldi, Leonardo Correa e Luiz Fornari, que assinam o relatório do banco inglês, reiteraram recomendação underweight (menor peso das mesmas em relação ao mercado) para os papéis das duas empresas brasileiras.
Segundo os analistas, a baixa quantidade de estoque nos produtores de papel, a reestocagem chinesa antes do ano novo e menor produção em alguns lugares trouxeram uma distorção na relação entre a oferta e a demanda. Assim, os produtores pretendem aumentar o preço, mas não deverão conseguir até a metade de fevereiro. A volta de produção na Indonésia, que foi afetada por problemas climáticos recentemente, pode limitar esses aumentos.
Alavancagem
Contudo, é a alavancagem das empresas a principal força de impulsão ou retração das ações de papel e celulose. "As altas dos preços não deverá cobrir a necessidade monetária de ambas", destaca a equipe do Barclays. Por exemplo, tanto Suzano quanto Fibria precisarão de R$ 4 bilhões para pagar dívida nos próximos dois anos - excluindo qualquer investimento.
"Entendemos que venda de ativos, parcerias para desenvolver projetos e rolagem de dívida deve mitigar esses problemas de liquidez, mas as incertezas continuam", lembra Grimaldi, Correa e Fornari. Para eles, a desalavancagem deverá demorar, a não ser que as companhias tomem outras medidas ou os preços de celulose se sustentem em patamares altos - o que é difícil, por conta do aumento de capacidade esperado no setor nos próximos anos.
Por conta disso, os analistas Pedro Grimaldi, Leonardo Correa e Luiz Fornari, que assinam o relatório do banco inglês, reiteraram recomendação underweight (menor peso das mesmas em relação ao mercado) para os papéis das duas empresas brasileiras.
Segundo os analistas, a baixa quantidade de estoque nos produtores de papel, a reestocagem chinesa antes do ano novo e menor produção em alguns lugares trouxeram uma distorção na relação entre a oferta e a demanda. Assim, os produtores pretendem aumentar o preço, mas não deverão conseguir até a metade de fevereiro. A volta de produção na Indonésia, que foi afetada por problemas climáticos recentemente, pode limitar esses aumentos.
Alavancagem
Contudo, é a alavancagem das empresas a principal força de impulsão ou retração das ações de papel e celulose. "As altas dos preços não deverá cobrir a necessidade monetária de ambas", destaca a equipe do Barclays. Por exemplo, tanto Suzano quanto Fibria precisarão de R$ 4 bilhões para pagar dívida nos próximos dois anos - excluindo qualquer investimento.
"Entendemos que venda de ativos, parcerias para desenvolver projetos e rolagem de dívida deve mitigar esses problemas de liquidez, mas as incertezas continuam", lembra Grimaldi, Correa e Fornari. Para eles, a desalavancagem deverá demorar, a não ser que as companhias tomem outras medidas ou os preços de celulose se sustentem em patamares altos - o que é difícil, por conta do aumento de capacidade esperado no setor nos próximos anos.
Fonte: InfoMoney/Adaptado por CeluloseOnline
Notícias em destaque
SFB lança edital do X Prêmio em Economia e Mercado Florestal
O edital do X Prêmio Serviço Florestal Brasileiro em Estudos de Economia e Mercado Florestal foi publicado dia 23 e já...
(EVENTOS)
Pesquisa e educação se unem em oficina sobre florestas e sustentabilidade na Embrapa
Aprender sobre a natureza ganha um novo significado quando o cenário é o próprio universo da pesquisa florestal. Com esse...
(GERAL)
O Departamento de Agricultura dos EUA destina US$ 115,2 milhões a oito estados para impulsionar a produção de madeira
Na Conferência de Liderança em Bioeconomia Avançada, o Administrador do Departamento de Agricultura dos EUA para o...
(INTERNACIONAL)
Silvicultura brasileira, a floresta cresce com técnica, mas se sustenta com pessoas
Ao longo de muitos anos convivendo com empresas, profissionais e instituições do setor florestal, tivemos a oportunidade de...
(SILVICULTURA)
A AdvantageLumber.com anuncia o maior investimento em madeira de teca com certificação FSC.
O investimento ampliado da AdvantageLumber.com concentra-se exclusivamente em teca de reflorestamento com certificação FSC,...
(INTERNACIONAL)
Interzum Bogotá 2026: Um evento marcante para a indústria moveleira e madeireira da América Latina
A interzum Bogotá 2026 está prestes a se tornar o evento crucial para a indústria moveleira e madeireira da América...
(EVENTOS)













