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Notícias
23
jan
2012
(TECNOLOGIA)
Embrapa instalará laboratório virtual na Alemanha
A Alemanha é o novo país onde a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) instalará seu Labex, o Laboratório Virtual da Embrapa no Exterior. O acordo entre a estatal e o governo alemão foi assinado em Berlim.
De acordo com a Embrapa, o novo laboratório será uma filial do Labex Europa, com sede em Montpellier, na França. Será instalado no Centro de Pesquisas de Jülich, um dos maiores da Alemanha. Com o objetivo de aumentar a produção agrícola, minimizando o consumo de recursos e promovendo o desenvolvimento sustentável, o acordo prevê a colaboração técnica entre cientistas brasileiros e alemães, que usarão infraestrutura exclusiva para os seus estudos.
O diretor do Instituto de Bio e Geociências do Centro de Pesquisas Jülich, Ulrich Schurr, disse que o acordo é um marco e ressaltou a posição do Brasil como “um dos países mais importantes na produção de cultivares para alimentos e ração, biorecursos renováveis e bioenergia e ganhará um papel chave numa bioeconomia futura”.
O diretor-presidente da Embrapa, Pedro Arraes, disse que a importância da agricultura brasileira no mundo, o processo de globalização e os desafios científicos “exigem parcerias estratégicas que possam fortalecer esse setor” e que a expansão do Labex faz parte disso.
A Embrapa já instalou o Labex em países de três continentes: América do Norte (Estados Unidos), Europa (França e Reino Unido) e Ásia (Coréia do Sul e China). Além disso, a estatal brasileira têm vários projetos na África (Gana, Moçambique, Mali e Senegal), América Central (Panamá) e América do Sul (Venezuela).
De acordo com a Embrapa, o novo laboratório será uma filial do Labex Europa, com sede em Montpellier, na França. Será instalado no Centro de Pesquisas de Jülich, um dos maiores da Alemanha. Com o objetivo de aumentar a produção agrícola, minimizando o consumo de recursos e promovendo o desenvolvimento sustentável, o acordo prevê a colaboração técnica entre cientistas brasileiros e alemães, que usarão infraestrutura exclusiva para os seus estudos.
O diretor do Instituto de Bio e Geociências do Centro de Pesquisas Jülich, Ulrich Schurr, disse que o acordo é um marco e ressaltou a posição do Brasil como “um dos países mais importantes na produção de cultivares para alimentos e ração, biorecursos renováveis e bioenergia e ganhará um papel chave numa bioeconomia futura”.
O diretor-presidente da Embrapa, Pedro Arraes, disse que a importância da agricultura brasileira no mundo, o processo de globalização e os desafios científicos “exigem parcerias estratégicas que possam fortalecer esse setor” e que a expansão do Labex faz parte disso.
A Embrapa já instalou o Labex em países de três continentes: América do Norte (Estados Unidos), Europa (França e Reino Unido) e Ásia (Coréia do Sul e China). Além disso, a estatal brasileira têm vários projetos na África (Gana, Moçambique, Mali e Senegal), América Central (Panamá) e América do Sul (Venezuela).
Fonte: Danilo Macedo/ Agência Brasil
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