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Notícias
21
jan
2012
(SILVICULTURA)
Silvicultura tocantinense cresceu 40% em 2011, segundo Sepel
A Sepel - Subsecretaria de Produção de Energias Limpas da Seagro - Secretaria da Agricultura, da Pecuária e do Desenvolvimento Agrário concluiu o levantamento da área de silvicultura no Tocantins em 2011. São 83.204 hectares, cerca de 40% a mais que 2010, quando foi registrado 58.051 há de área. A previsão é que o setor continue em crescimento. Para se ter uma ideia, as áreas já licenciadas pelo Naturatins - Instituto Natureza do Tocantins e que devem ser cultivadas até 2017, chegam ao número de 794.074 ha .
De acordo com o subsecretário, Ailton Parente Araújo, o agronegócio está acontecendo em todos os setores no Estado e quando o empresário confia que o Governo vai dar suporte em infraestrutura, ele investe. “O Governo Siqueira Campos é proativo, por isso é normal a procura e o investimento dos empresários. E os benefícios são muitos, como a geração de empregos e desenvolvimento econômico e social para o Tocantins”, argumenta.
Segundo Araújo, a silvicultura acompanha o “boom” do agronegócio no Estado e novas áreas já foram licenciadas pelo Naturatins. A vinda de uma multinacional do ramo de papel e celulose, para o Subsecretário, será um incentivo a mais para que os empresários continuem a investir em silvicultura, especialmente em eucalipto, que atualmente corresponde a 90% da área cultivada no Estado. “A região do Bico do Papagaio concentra a maior área de eucaliptos, 14 mil hectares na propriedade da Sinobras – Siderúrgica Norte do Brasil, no município de São Bento”, confirma.
De acordo com o levantamento, depois do eucalipto, a seringueira é a espécie que tem crescido na preferência dos silvicultores, pois a partir do quinto ano começa a retirada do látex, matéria prima que tem mercado garantido. “O total de área é de 1.820 hectares. A maior área fica na região Sul do Estado, no município de Palmeiropólis, na fazenda Serra Dourada, com 774 ha. As outras espécies cultivadas são: teca, neen indiano, pinus, pequi, acácia, pupunha, mogno, cedro e paricá”, diz Araújo.
Já as maiores áreas licenciadas se concentram nos municípios da região Norte do Estado: Wanderlândia, Darcinopólis, Colinas e também em Conceição do Tocantins, região Sudeste. “O Governo está incentivando ainda a vinda de indústrias para a confecção de paletes para geração de bioenergia, aproveitando o excedente da biomassa utilizada na produção de papel e celulose. Para os empresários que desejam investir, tanto o Banco do Brasil quanto o Banco da Amazônia oferecem linhas de créditos específicas para o setor”, completa o subsecretário.
Bom negócio
O empresário Hélio Lourenço Nevack, proprietário das fazendas Santa Maria I, II e III, no município de Paraíso do Tocantins, a 60 km de Palmas, começou o plantio de eucalipto em 2006. A intenção era comprar crédito de carbono para a empresa da família, mas devido à alta rentabilidade da madeira, passou a queimar palha de arroz na Cerâmica e a plantar e comercializar eucalipto em grande escala. “De acordo com projetistas, o eucalipto é 11 vezes mais rentável que a pecuária. Comecei com uma área de apenas 190 hectares, atualmente são 1.452 e pretendo aumentar porque é um bom negócio”, argumenta.
De acordo com o subsecretário, Ailton Parente Araújo, o agronegócio está acontecendo em todos os setores no Estado e quando o empresário confia que o Governo vai dar suporte em infraestrutura, ele investe. “O Governo Siqueira Campos é proativo, por isso é normal a procura e o investimento dos empresários. E os benefícios são muitos, como a geração de empregos e desenvolvimento econômico e social para o Tocantins”, argumenta.
Segundo Araújo, a silvicultura acompanha o “boom” do agronegócio no Estado e novas áreas já foram licenciadas pelo Naturatins. A vinda de uma multinacional do ramo de papel e celulose, para o Subsecretário, será um incentivo a mais para que os empresários continuem a investir em silvicultura, especialmente em eucalipto, que atualmente corresponde a 90% da área cultivada no Estado. “A região do Bico do Papagaio concentra a maior área de eucaliptos, 14 mil hectares na propriedade da Sinobras – Siderúrgica Norte do Brasil, no município de São Bento”, confirma.
De acordo com o levantamento, depois do eucalipto, a seringueira é a espécie que tem crescido na preferência dos silvicultores, pois a partir do quinto ano começa a retirada do látex, matéria prima que tem mercado garantido. “O total de área é de 1.820 hectares. A maior área fica na região Sul do Estado, no município de Palmeiropólis, na fazenda Serra Dourada, com 774 ha. As outras espécies cultivadas são: teca, neen indiano, pinus, pequi, acácia, pupunha, mogno, cedro e paricá”, diz Araújo.
Já as maiores áreas licenciadas se concentram nos municípios da região Norte do Estado: Wanderlândia, Darcinopólis, Colinas e também em Conceição do Tocantins, região Sudeste. “O Governo está incentivando ainda a vinda de indústrias para a confecção de paletes para geração de bioenergia, aproveitando o excedente da biomassa utilizada na produção de papel e celulose. Para os empresários que desejam investir, tanto o Banco do Brasil quanto o Banco da Amazônia oferecem linhas de créditos específicas para o setor”, completa o subsecretário.
Bom negócio
O empresário Hélio Lourenço Nevack, proprietário das fazendas Santa Maria I, II e III, no município de Paraíso do Tocantins, a 60 km de Palmas, começou o plantio de eucalipto em 2006. A intenção era comprar crédito de carbono para a empresa da família, mas devido à alta rentabilidade da madeira, passou a queimar palha de arroz na Cerâmica e a plantar e comercializar eucalipto em grande escala. “De acordo com projetistas, o eucalipto é 11 vezes mais rentável que a pecuária. Comecei com uma área de apenas 190 hectares, atualmente são 1.452 e pretendo aumentar porque é um bom negócio”, argumenta.
Fonte: ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO SEAGRO/TO
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