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Notícias
17
jan
2012
(MÓVEIS)
Tecpar pode apoiar indústria moveleira
Diversas áreas de atuação do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) interessam à indústria de móveis do Paraná e podem apoiar o desenvolvimento tecnológico do setor. Essa foi uma das conclusões de uma reunião ocorrida no Tecpar entre o diretor-presidente do instituto, Júlio Felix, e três representantes do Sindicato da Indústria do Mobiliário e Marcenaria do Estado do Paraná (Simov), o presidente, Luiz Tedeschi, o vice-presidente, Aurélio Sant'Anna, e o representante comercial Emerson Langner.
De acordo com Tedeschi, o Simov está em fase de expansão do número de filiados e quer aumentar a oferta de programas de melhoria do segmento. Ele entregou um documento ao diretor-presidente do Tecpar com uma série de demandas do setor por soluções em gestão da inovação e melhorias de processos industriais e gerenciais.
Felix disse que irá analisar o documento para verificar quais os pontos em que o Tecpar tem a solução disponível e, segundo ele, as soluções de que o instituto ainda não dispõe podem ser buscadas em sua rede de cooperação e ser atendidas da mesma maneira.
Em análise preliminar, o diretor-presidente adiantou que possivelmente algumas das demandas poderiam ser financiadas com recursos do Sistema Brasileiro de Tecnologia, instituído pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
O sistema subsidia atividades de melhoria no processo produtivo das empresas com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do MCTI. A empresa paga cerca de 18% e o Sibratec financia o restante. Em dezembro do ano passado colaboradores do Tecpar responsáveis pelo Sibratec estiveram no sindicato apresentando as soluções tecnológicas do instituto.
Felix destacou que a possibilidade de atender ao Simov vai além do alcance do Sibratec. “Oferecemos serviços tecnológicos como ensaios, calibração de instrumentos de medição, certificação de sistemas, processos e produtos, como cadeia de custódia de manejo florestal e sistemas de gestão de manejo florestal sustentável, e temos ainda laboratório de ensaios e desempenho de madeira e móveis”, disse Felix, destacando que, dependendo do volume de soluções demandadas pelo setor, os custos ficam mais reduzidos.
Os representantes do Simov disseram que gostariam de conhecer o laboratório de madeira e móveis do Tecpar – o que acontecerá na próxima visita – e manifestaram interesse em criar projetos que viabilizem o acesso das empresas de móveis do Estado às soluções tecnológicas do Tecpar.
Na avaliação do presidente do Simov, Luiz Tedeschi, a reunião foi produtiva e “o Tecpar deverá vir a fazer parte do portfólio de soluções oferecidas pelo sindicato aos empresários em inovação, certificação e outras áreas de interesse do segmento”.
No Paraná há 2,5 mil empresas de mobiliário e marcenaria, das quais 95% são microempresas.
De acordo com Tedeschi, o Simov está em fase de expansão do número de filiados e quer aumentar a oferta de programas de melhoria do segmento. Ele entregou um documento ao diretor-presidente do Tecpar com uma série de demandas do setor por soluções em gestão da inovação e melhorias de processos industriais e gerenciais.
Felix disse que irá analisar o documento para verificar quais os pontos em que o Tecpar tem a solução disponível e, segundo ele, as soluções de que o instituto ainda não dispõe podem ser buscadas em sua rede de cooperação e ser atendidas da mesma maneira.
Em análise preliminar, o diretor-presidente adiantou que possivelmente algumas das demandas poderiam ser financiadas com recursos do Sistema Brasileiro de Tecnologia, instituído pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.
O sistema subsidia atividades de melhoria no processo produtivo das empresas com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), do MCTI. A empresa paga cerca de 18% e o Sibratec financia o restante. Em dezembro do ano passado colaboradores do Tecpar responsáveis pelo Sibratec estiveram no sindicato apresentando as soluções tecnológicas do instituto.
Felix destacou que a possibilidade de atender ao Simov vai além do alcance do Sibratec. “Oferecemos serviços tecnológicos como ensaios, calibração de instrumentos de medição, certificação de sistemas, processos e produtos, como cadeia de custódia de manejo florestal e sistemas de gestão de manejo florestal sustentável, e temos ainda laboratório de ensaios e desempenho de madeira e móveis”, disse Felix, destacando que, dependendo do volume de soluções demandadas pelo setor, os custos ficam mais reduzidos.
Os representantes do Simov disseram que gostariam de conhecer o laboratório de madeira e móveis do Tecpar – o que acontecerá na próxima visita – e manifestaram interesse em criar projetos que viabilizem o acesso das empresas de móveis do Estado às soluções tecnológicas do Tecpar.
Na avaliação do presidente do Simov, Luiz Tedeschi, a reunião foi produtiva e “o Tecpar deverá vir a fazer parte do portfólio de soluções oferecidas pelo sindicato aos empresários em inovação, certificação e outras áreas de interesse do segmento”.
No Paraná há 2,5 mil empresas de mobiliário e marcenaria, das quais 95% são microempresas.
Fonte: Umuarama Ilustrado
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