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Notícias
16
jan
2012
(PAPEL E CELULOSE)
Setor de construção ganha novo reforço com medidas
O mercado de material de construção deve ficar ainda mais aquecido com a decisão do governo de financiar a compra de material de construção por meio de uma linha de crédito de R$ 300 milhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Segundo a economista da Tendências, Amaryllis Romano, com o novo plano, o crescimento do setor pode chegar a 6% em 2012, ante os 5% projetados pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) no início do ano.
"O impacto deve ser significativo. Trata-se de uma medida muito boa", afirma Romano.
Ela ressalta que o governo tem incentivado tanto o mercado imobiliário como o segmento de construção e reformas. "O efeito deverá ser maior na classe C, e o crescimento deve ficar entre 0,5% e 1%", diz.
Segundo as regras do pacote, o financiamento poderá ser de até R$ 20 mil por tomador, que precisa ser o proprietário do imóvel a ser reformado (que não pode ultrapassar o teto de R$ 500 mil), ter conta no FGTS e vínculo empregatício ativo. Não há limite de renda para o pedido do financiamento. O prazo de amortização é de 120 meses e os juros giram em torno de 12% ao ano.
Para o presidente da Abramat, Walter Cover, o consumo deve aumentar. "A medida é bem oportuna, uma vez que existe uma demanda reprimida de reformas e construções", avalia. Ele destaca que muitos que não pensavam no assunto já cogitam a possibilidade. Segundo o vice-presidente da Tigre Tubos e Conexões, Paulo Nascentes, 80% da receita da empresa vêm da construção habitacional.
"O impacto deve ser significativo. Trata-se de uma medida muito boa", afirma Romano.
Ela ressalta que o governo tem incentivado tanto o mercado imobiliário como o segmento de construção e reformas. "O efeito deverá ser maior na classe C, e o crescimento deve ficar entre 0,5% e 1%", diz.
Segundo as regras do pacote, o financiamento poderá ser de até R$ 20 mil por tomador, que precisa ser o proprietário do imóvel a ser reformado (que não pode ultrapassar o teto de R$ 500 mil), ter conta no FGTS e vínculo empregatício ativo. Não há limite de renda para o pedido do financiamento. O prazo de amortização é de 120 meses e os juros giram em torno de 12% ao ano.
Para o presidente da Abramat, Walter Cover, o consumo deve aumentar. "A medida é bem oportuna, uma vez que existe uma demanda reprimida de reformas e construções", avalia. Ele destaca que muitos que não pensavam no assunto já cogitam a possibilidade. Segundo o vice-presidente da Tigre Tubos e Conexões, Paulo Nascentes, 80% da receita da empresa vêm da construção habitacional.
Fonte: Infomoney/Adaptado por CeluloseOnline
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