Voltar
Notícias
13
jan
2012
(TECNOLOGIA)
Tecnologias limpas avançam mesmo com crise econômica
Os investimentos privados em baixo carbono alcançaram US$ 8,99 bilhões em 2011, uma alta de 13% em relação ao ano anterior, e a projeção é de que em 2012 sejam ultrapassados todos os recordes registrados, afirma o Cleantech Group
A economia mundial passou um período de grandes turbulências em 2011, com a Europa atravessando o que é possivelmente a pior crise desde a Segunda Guerra Mundial e os Estados Unidos enfrentando muitas dificuldades internas, com um alto índice de desemprego e endividamento. Isso torna ainda mais relevantes os números positivos apresentados nesta semana pelos setores de baixo carbono.
Segundo o levantamento do Cleantech Group, uma companhia norte-americana de pesquisas sobre o mercado de tecnologias limpas, os investimentos coorporativos e de risco em energias renováveis e outros setores de baixo carbono em 2011 foram de US$ 8,99 bilhões, resultado que fica abaixo apenas dos US$ 9,5 bilhões registrados em 2008.
Além disso, as aquisições e fusões do setor alcançaram a espantosa marca de US$ 41,2 bilhões, uma alta de 153% com relação a 2010, resultado de 391 negociações.
A maior aquisição ficou por conta da DuPont, que pagou US$ 6,3 bilhões pela Danisco, uma empresa dinamarquesa de biotecnologia.
“Apesar dos problemas econômicos mundiais, os investidores continuam acreditando nas tecnologias limpas. Levando em conta nossos dados recentes, acreditamos que 2012 apresentará o recorde histórico em investimentos em baixo carbono”, afirmou Sheeraz Haji, CEO do Cleantech Group.
Entre os setores que mais receberam recursos estão a energia solar, com US$ 1,81 bilhões, a eficiência energética, US$ 1,46 bilhões, e o transporte limpo, US$ 1,12 bilhões.
A eficiência energética foi a mais popular, com 150 acordos de financiamento. O setor solar apresentou 111 acordos e o armazenamento de energia 61.
O maior negócio de eficiência energética foi conseguido pela OSIsoft, que levantou US$ 135 milhões para seus projetos de infraestrutura e smart grid na Califórnia.
Também do estado mais rico dos EUA veio o destaque do setor solar, com a BrightSource Energy arrecadando US$ 201 milhões para desenvolver a tecnologia de energia solar concentrada para geração elétrica.
Entre as regiões, a América do Norte lidera absoluta em quantidade de investimentos privados com US$ 6,8 bilhões, uma alta de 31% com relação a 2010. A Califórnia segue sendo o destino preferido dos recursos, recebendo 54% desse total, US$ 3,7 bilhões.
A notícia ruim é a queda de 30% nos investimentos na Europa e em Israel, que somados alcançaram US$ 1,3 bilhões. O número de acordos também caiu, sendo registrados apenas 172 contra os 256 em 2010.
Enquanto os Estados Unidos dominam os investimentos privados, a China está se consolidando como a potência mundial em tecnologias limpas por causa dos recursos públicos; foram mais de US$ 9,6 bilhões em 2011. Apenas a Sinohydro, estatal hidroelétrica, recebeu US$ 2,12 bilhões.
Apesar do Cleantech Group não disponibilizar informações sobre o Brasil, o país recentemente foi reconhecido pela consultoria Ernst & Young como um dos 10 mais atrativos para investimentos em renováveis.
A economia mundial passou um período de grandes turbulências em 2011, com a Europa atravessando o que é possivelmente a pior crise desde a Segunda Guerra Mundial e os Estados Unidos enfrentando muitas dificuldades internas, com um alto índice de desemprego e endividamento. Isso torna ainda mais relevantes os números positivos apresentados nesta semana pelos setores de baixo carbono.
Segundo o levantamento do Cleantech Group, uma companhia norte-americana de pesquisas sobre o mercado de tecnologias limpas, os investimentos coorporativos e de risco em energias renováveis e outros setores de baixo carbono em 2011 foram de US$ 8,99 bilhões, resultado que fica abaixo apenas dos US$ 9,5 bilhões registrados em 2008.
Além disso, as aquisições e fusões do setor alcançaram a espantosa marca de US$ 41,2 bilhões, uma alta de 153% com relação a 2010, resultado de 391 negociações.
A maior aquisição ficou por conta da DuPont, que pagou US$ 6,3 bilhões pela Danisco, uma empresa dinamarquesa de biotecnologia.
“Apesar dos problemas econômicos mundiais, os investidores continuam acreditando nas tecnologias limpas. Levando em conta nossos dados recentes, acreditamos que 2012 apresentará o recorde histórico em investimentos em baixo carbono”, afirmou Sheeraz Haji, CEO do Cleantech Group.
Entre os setores que mais receberam recursos estão a energia solar, com US$ 1,81 bilhões, a eficiência energética, US$ 1,46 bilhões, e o transporte limpo, US$ 1,12 bilhões.
A eficiência energética foi a mais popular, com 150 acordos de financiamento. O setor solar apresentou 111 acordos e o armazenamento de energia 61.
O maior negócio de eficiência energética foi conseguido pela OSIsoft, que levantou US$ 135 milhões para seus projetos de infraestrutura e smart grid na Califórnia.
Também do estado mais rico dos EUA veio o destaque do setor solar, com a BrightSource Energy arrecadando US$ 201 milhões para desenvolver a tecnologia de energia solar concentrada para geração elétrica.
Entre as regiões, a América do Norte lidera absoluta em quantidade de investimentos privados com US$ 6,8 bilhões, uma alta de 31% com relação a 2010. A Califórnia segue sendo o destino preferido dos recursos, recebendo 54% desse total, US$ 3,7 bilhões.
A notícia ruim é a queda de 30% nos investimentos na Europa e em Israel, que somados alcançaram US$ 1,3 bilhões. O número de acordos também caiu, sendo registrados apenas 172 contra os 256 em 2010.
Enquanto os Estados Unidos dominam os investimentos privados, a China está se consolidando como a potência mundial em tecnologias limpas por causa dos recursos públicos; foram mais de US$ 9,6 bilhões em 2011. Apenas a Sinohydro, estatal hidroelétrica, recebeu US$ 2,12 bilhões.
Apesar do Cleantech Group não disponibilizar informações sobre o Brasil, o país recentemente foi reconhecido pela consultoria Ernst & Young como um dos 10 mais atrativos para investimentos em renováveis.
Fonte: Instituto CarbonoBrasil
Notícias em destaque
Como são feitas as casas coreanas? A engenharia milenar que usa apenas marretadas e encaixes “macho e fêmea” para travar vigas gigantes que resistem a terremotos
A arquitetura oriental fascina o mundo pela sua complexidade e durabilidade, especialmente no estilo Hanok. O processo construtivo dessas...
(TECNOLOGIA)
Esse homem uniu 4 contêineres marítimos para construir uma linda casa de 43 metros quadrados com terraço
Esse projeto impressionante prova que é possível erguer uma residência de alto padrão utilizando apenas quatro...
(GERAL)
Webinar da WMCO explorará mercados e recursos alternativos para exportação de produtos de madeira.
O Cluster de Fabricação de Madeira de Ontário apresentará um webinar intitulado “Mercados e Recursos...
(EVENTOS)
Só marretadas e encaixes “macho e fêmea”, nada de pregos ou fixadores metálicos
Só marretadas e encaixes “macho e fêmea”, nada de pregos ou fixadores metálicos: como são feitas as casas...
(CONSTRUÇÃO CIVIL)
Pará pode aumentar exportações em até 50 por cento com novas rotas para o Pacífico, indicam economistas
Infraestrutura logística inédita deve reduzir custos, acelerar o acesso ao mercado asiático e impulsionar setores como...
(MERCADO)
Pinheiro-americano ameaça biodiversidade e recursos hídricos na Serra do Cipó
Pesquisadores da UFMG alertam para o avanço de espécie invasora que aumenta risco de incêndios e prejudica a...
(GERAL)














