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Notícias
11
jan
2012
(GERAL)
Rede aumenta produtividade na indústria de madeira e móveis na Amazônia
O projeto, que conta com o apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), veio suprir a necessidade de capacitação dos empreendimentos que, em grande parte, realizavam a extração e venda da madeira em forma bruta ou ainda fabricavam os móveis de modo rudimentar -- o que, por não agregar valor aos produtos, tornava o setor menos atrativo em relação a outras indústrias locais como a do turismo, pesca ou agricultura. "A importância em trabalhar a madeira vai no sentido de valorizar a cadeia produtiva sustentável da região", diz Rosenely Diegues, Analista de Programa do PNUD Brasil.
Inicialmente implementado nos estados do Amazonas e do Pará, o projeto possui uma rede de instituições parceiras que fornecem assessoria para 240 micro e pequenas empresas. Atualmente, são 22 universidades, centros de tecnologia e pesquisa, sindicatos e secretarias de estado que fornecem capacitação e consultoria aos empreendimentos locais em diversas áreas como cooperativismo, gestão de negócios, produção moveleira e até manejo sustentável de florestas.
A estratégia da rede, que conta com o apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), é organizada por arranjos produtivos locais, como são conhecidos os núcleos regionais de desenvolvimento. Fazendo uso da inovação tecnológica e dos serviços prestados pelas instituições parceiras, os arranjos são voltados para a geração de emprego e renda e para a promoção do desenvolvimento socioeconômico regional.
Entre as parcerias internacionais do projeto estão o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Cosmob, centro tecnológico italiano referência no setor de madeira e móveis, que formou seis profissionais da região em design moveleiro, em 2010. Para o consultor do PNUD, Alessandro Costa, a capacitação no exterior trouxe um impacto positivo ao mercado de design na cidade de Belém. "Hoje, eles atuam como consultores das empresas que o projeto atende, e alguns já até abriram o próprio negócio", diz.
Além do fortalecimento do setor e do desenvolvimento local, o acompanhamento da rede de serviços traz benefícios fiscais aos governos e direitos trabalhistas à população, encorajando os empreendimentos a se formalizarem. "As empresas estão saindo da informalidade -- nos últimos anos, já trouxemos em torno de 40% delas para o mercado formal", afirma Alessandro.
Inicialmente implementado nos estados do Amazonas e do Pará, o projeto possui uma rede de instituições parceiras que fornecem assessoria para 240 micro e pequenas empresas. Atualmente, são 22 universidades, centros de tecnologia e pesquisa, sindicatos e secretarias de estado que fornecem capacitação e consultoria aos empreendimentos locais em diversas áreas como cooperativismo, gestão de negócios, produção moveleira e até manejo sustentável de florestas.
A estratégia da rede, que conta com o apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), é organizada por arranjos produtivos locais, como são conhecidos os núcleos regionais de desenvolvimento. Fazendo uso da inovação tecnológica e dos serviços prestados pelas instituições parceiras, os arranjos são voltados para a geração de emprego e renda e para a promoção do desenvolvimento socioeconômico regional.
Entre as parcerias internacionais do projeto estão o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Cosmob, centro tecnológico italiano referência no setor de madeira e móveis, que formou seis profissionais da região em design moveleiro, em 2010. Para o consultor do PNUD, Alessandro Costa, a capacitação no exterior trouxe um impacto positivo ao mercado de design na cidade de Belém. "Hoje, eles atuam como consultores das empresas que o projeto atende, e alguns já até abriram o próprio negócio", diz.
Além do fortalecimento do setor e do desenvolvimento local, o acompanhamento da rede de serviços traz benefícios fiscais aos governos e direitos trabalhistas à população, encorajando os empreendimentos a se formalizarem. "As empresas estão saindo da informalidade -- nos últimos anos, já trouxemos em torno de 40% delas para o mercado formal", afirma Alessandro.
Fonte: Agrosoft
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