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Notícias
10
jan
2012
(TECNOLOGIA)
Basf investe em açúcar de celulose para fabricar plástico
A gigante alemã dos produtos químicos Basf vai investir US$ 30 milhões numa empresa americana novata que alega poder transformar celulose de origem vegetal em grandes quantidades de açúcar barato que pode ser usado para fabricar plásticos, anunciaram as duas empresas.
A Renmatix, sediada em King of Prussia, na Pensilvânia, é uma de várias novas empresas que têm buscado substitutos baratos para combustíveis fósseis a partir de produtos agrícolas não comestíveis, em meio a preocupações cada vez maiores nos últimos dez anos sobre a alta cotação do petróleo e as consequências do efeito estufa.
A crise financeira diminuiu boa parte do interesse e do financiamento para esses empreendimentos. Os especialistas dizem que os Estados Unidos não devem conseguir atingir a determinação governamental de produzir pelo menos 60 bilhões de litros por ano de combustível de celulose, produzido a partir de sobras de plantas, até o prazo final em 2022. Mas a indústria química, que converte quantidades grandes de commodities cada vez mais caras como petróleo, gás natural e açúcar em plásticos, tinta e outros produtos, está se interessando mais por essas tecnologias nascentes.
A Renmatix afirma que pode usar madeira dura para produzir quantidades substanciais de açúcar, que por sua vez pode ser usado para fabricar químicos como ácido acrílico, um dos componentes básicos do plástico. Mike Hamilton, diretor-presidente da Renmatix, disse numa entrevista ao The Wall Street Journal que a empresa planeja construir até 2014 uma fábrica que produzirá açúcar suficientemente barato para concorrer com a produção brasileira à base de cana-de-açúcar, o padrão mundial da commodity.
"Esse investimento reflete nossa fé no potencial enorme de crescimento dos produtos sustentáveis derivados de materiais renováveis", disse Josef R. Wuensch, diretor executivo da Basf Venture Capital.
A Renmatix, que também recebeu investimento da firma de capital de risco Kleiner Perkins Caufield & Byers, do Vale do Silício, já tinha conseguido captar US$ 70 milhões.
A Renmatix, sediada em King of Prussia, na Pensilvânia, é uma de várias novas empresas que têm buscado substitutos baratos para combustíveis fósseis a partir de produtos agrícolas não comestíveis, em meio a preocupações cada vez maiores nos últimos dez anos sobre a alta cotação do petróleo e as consequências do efeito estufa.
A crise financeira diminuiu boa parte do interesse e do financiamento para esses empreendimentos. Os especialistas dizem que os Estados Unidos não devem conseguir atingir a determinação governamental de produzir pelo menos 60 bilhões de litros por ano de combustível de celulose, produzido a partir de sobras de plantas, até o prazo final em 2022. Mas a indústria química, que converte quantidades grandes de commodities cada vez mais caras como petróleo, gás natural e açúcar em plásticos, tinta e outros produtos, está se interessando mais por essas tecnologias nascentes.
A Renmatix afirma que pode usar madeira dura para produzir quantidades substanciais de açúcar, que por sua vez pode ser usado para fabricar químicos como ácido acrílico, um dos componentes básicos do plástico. Mike Hamilton, diretor-presidente da Renmatix, disse numa entrevista ao The Wall Street Journal que a empresa planeja construir até 2014 uma fábrica que produzirá açúcar suficientemente barato para concorrer com a produção brasileira à base de cana-de-açúcar, o padrão mundial da commodity.
"Esse investimento reflete nossa fé no potencial enorme de crescimento dos produtos sustentáveis derivados de materiais renováveis", disse Josef R. Wuensch, diretor executivo da Basf Venture Capital.
A Renmatix, que também recebeu investimento da firma de capital de risco Kleiner Perkins Caufield & Byers, do Vale do Silício, já tinha conseguido captar US$ 70 milhões.
Fonte: The Wall Street Journal
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