Voltar
Notícias
23
dez
2011
(BIOENERGIA)
Facebook se une a Greenpeace em campanha em prol de renováveis
Foram 20 meses e mais de 700 mil internautas participantes, mas a campanha do Greenpeace para mobilizar a maior rede social do mundo para a utilização de energias renováveis atingiu seu objetivo. O Facebook anunciou que criará metas para consumir energia de fontes renováveis.
A empresa afirmou que promoverá as energias renováveis e encorajará outras companhias e setores a utilizarem fontes verdes para suprir sua demanda energética. “O Facebook acredita que nossas matrizes energéticas um dia serão limpas e renováveis e trabalhará com o Greenpeace para que este dia chegue mais rápido”, comentou Marcy Scott Lynn, do programa de sustentabilidade do Facebook.
“O Greenpeace e o Facebook trabalharão juntos para incentivar o abandono do carvão e de outros combustíveis fósseis e, em seu lugar, o investimento em energias renováveis. Esta opção por energias limpas e seguras ajudará a combater o aquecimento global e assegurar uma economia mais forte e comunidades mais saudáveis”, concordou Tzeporah Berman, co-diretor do Programa de Clima e Energia do Greenpeace Internacional.
Além de alimentar seus centros de dados com energia limpa, a companhia também compartilhará seus conhecimentos em eficiência energética com outras firmas de tecnologia da informação (TI) através do Open Compute Project, rede industrial que desenvolve tecnologias mais eficientes.
“O compromisso do Facebook com as energias renováveis serve de exemplo a empresas como a Apple, a IBM, a Microsoft e o Twitter. Nossa campanha provou que as pessoas ao redor do mundo querem suas redes sociais alimentadas por energias renováveis e não por carvão”, observou Casey Harrell, analista sênior de tecnologia da informação do Greenpeace Internacional.
Atualmente, a rede social possui mais de 800 milhões de usuários no mundo, e mantém seus servidores ligados 24 horas por dia para armazenar todos os dados gerados por esses usuários, consumindo muita energia. O Facebook, junto com outras empresas de TI, é responsável por 2% da demanda de eletricidade dos Estados Unidos, e esse uso deve crescer 12% ou mais a cada ano. Com ajuda do Greenpeace, a companhia pretende estimular a eficiência energética do setor.
“O Greenpeace tem tido grande êxito em usar o Facebook como plataforma para divulgar sua mensagem e engajar as pessoas em suas causas. Estamos ansiosos para trabalhar em conjunto e explorar novas maneiras de levar aos usuários os problemas ambientais que são de interesse de todos”, concluiu Lynn.
A empresa afirmou que promoverá as energias renováveis e encorajará outras companhias e setores a utilizarem fontes verdes para suprir sua demanda energética. “O Facebook acredita que nossas matrizes energéticas um dia serão limpas e renováveis e trabalhará com o Greenpeace para que este dia chegue mais rápido”, comentou Marcy Scott Lynn, do programa de sustentabilidade do Facebook.
“O Greenpeace e o Facebook trabalharão juntos para incentivar o abandono do carvão e de outros combustíveis fósseis e, em seu lugar, o investimento em energias renováveis. Esta opção por energias limpas e seguras ajudará a combater o aquecimento global e assegurar uma economia mais forte e comunidades mais saudáveis”, concordou Tzeporah Berman, co-diretor do Programa de Clima e Energia do Greenpeace Internacional.
Além de alimentar seus centros de dados com energia limpa, a companhia também compartilhará seus conhecimentos em eficiência energética com outras firmas de tecnologia da informação (TI) através do Open Compute Project, rede industrial que desenvolve tecnologias mais eficientes.
“O compromisso do Facebook com as energias renováveis serve de exemplo a empresas como a Apple, a IBM, a Microsoft e o Twitter. Nossa campanha provou que as pessoas ao redor do mundo querem suas redes sociais alimentadas por energias renováveis e não por carvão”, observou Casey Harrell, analista sênior de tecnologia da informação do Greenpeace Internacional.
Atualmente, a rede social possui mais de 800 milhões de usuários no mundo, e mantém seus servidores ligados 24 horas por dia para armazenar todos os dados gerados por esses usuários, consumindo muita energia. O Facebook, junto com outras empresas de TI, é responsável por 2% da demanda de eletricidade dos Estados Unidos, e esse uso deve crescer 12% ou mais a cada ano. Com ajuda do Greenpeace, a companhia pretende estimular a eficiência energética do setor.
“O Greenpeace tem tido grande êxito em usar o Facebook como plataforma para divulgar sua mensagem e engajar as pessoas em suas causas. Estamos ansiosos para trabalhar em conjunto e explorar novas maneiras de levar aos usuários os problemas ambientais que são de interesse de todos”, concluiu Lynn.
Fonte: por Jéssica Lipinski, do CarbonoBrasil
Notícias em destaque
Como são feitas as casas coreanas? A engenharia milenar que usa apenas marretadas e encaixes “macho e fêmea” para travar vigas gigantes que resistem a terremotos
A arquitetura oriental fascina o mundo pela sua complexidade e durabilidade, especialmente no estilo Hanok. O processo construtivo dessas...
(TECNOLOGIA)
Esse homem uniu 4 contêineres marítimos para construir uma linda casa de 43 metros quadrados com terraço
Esse projeto impressionante prova que é possível erguer uma residência de alto padrão utilizando apenas quatro...
(GERAL)
Webinar da WMCO explorará mercados e recursos alternativos para exportação de produtos de madeira.
O Cluster de Fabricação de Madeira de Ontário apresentará um webinar intitulado “Mercados e Recursos...
(EVENTOS)
Só marretadas e encaixes “macho e fêmea”, nada de pregos ou fixadores metálicos
Só marretadas e encaixes “macho e fêmea”, nada de pregos ou fixadores metálicos: como são feitas as casas...
(CONSTRUÇÃO CIVIL)
Pará pode aumentar exportações em até 50 por cento com novas rotas para o Pacífico, indicam economistas
Infraestrutura logística inédita deve reduzir custos, acelerar o acesso ao mercado asiático e impulsionar setores como...
(MERCADO)
Pinheiro-americano ameaça biodiversidade e recursos hídricos na Serra do Cipó
Pesquisadores da UFMG alertam para o avanço de espécie invasora que aumenta risco de incêndios e prejudica a...
(GERAL)














