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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Temporada de queimadas começa com altos índices.
Mato Grosso lidera o ranking estadual, mas já surgem focos em Minas, Maranhão, São Paulo e Tocantins. A única estação ecológica atingida foi Uruçuí-Una, no Piauí.
O índice de chuvas um pouco acima do normal, durante o mês de maio e início de junho, não foi suficiente para retardar a temporada de queimadas. De acordo com os dados dos satélites NOAA, processados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pela Embrapa Monitoramento por Satélite (CNPM), a primeira semana de junho já somou 1.555 focos de fogo em todo o país. O número é menor do que o mesmo período de 2002, quando foram detectados 2.080 focos, e superior ao dos dois anos anteriores, quando se registraram 942 focos (2001) e 1064 focos (2000).
As concentrações mais importantes aconteceram no estado de Mato Grosso, onde o total foi de 1.306 queimadas ou 84% dos registros nacionais do período. Dentro do estado, a maior parte dos focos ocorreu nas margens dos rios Verde e Teles Pires, ao longo das estradas e ramais secundários, derivados da BR-163, a Rodovia Cuiabá-Santarém, sobretudo entre a cidade de Lucas do Rio Verde e o Porto do Cajueiro, junto à área dos índios caiabi. Ainda há concentrações médias no leste do estado, em torno de Garapu, e, a oeste, no cerrado aberto da Chapada dos Parecis, onde pelo menos 6 focos arderam dentro da Terra Indígena Pareci.
Começaram a surgir, os primeiros focos do interior de São Paulo, com concentrações mais elevadas na divisa de São Paulo com Minas, em especial entre Franca (SP) e Passos (MG). E também no sul do Maranhão, na divisa com o Piauí, na altura de Brejo da Porta (MA) e Forquilha (PI). No Piauí, as queimadas se espalham sobre as áreas mais úmidas do alto das chapadas, onde predomina uma vegetação de cerrado. Em geral, o fogo está associado à presença de caçadores ou áreas de pastagens. Apenas um foco foi detectado dentro de uma unidade de conservação, na Estação Ecológica de Uruçuí-Una, no Piauí.
Fonte: Estadão
O índice de chuvas um pouco acima do normal, durante o mês de maio e início de junho, não foi suficiente para retardar a temporada de queimadas. De acordo com os dados dos satélites NOAA, processados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pela Embrapa Monitoramento por Satélite (CNPM), a primeira semana de junho já somou 1.555 focos de fogo em todo o país. O número é menor do que o mesmo período de 2002, quando foram detectados 2.080 focos, e superior ao dos dois anos anteriores, quando se registraram 942 focos (2001) e 1064 focos (2000).
As concentrações mais importantes aconteceram no estado de Mato Grosso, onde o total foi de 1.306 queimadas ou 84% dos registros nacionais do período. Dentro do estado, a maior parte dos focos ocorreu nas margens dos rios Verde e Teles Pires, ao longo das estradas e ramais secundários, derivados da BR-163, a Rodovia Cuiabá-Santarém, sobretudo entre a cidade de Lucas do Rio Verde e o Porto do Cajueiro, junto à área dos índios caiabi. Ainda há concentrações médias no leste do estado, em torno de Garapu, e, a oeste, no cerrado aberto da Chapada dos Parecis, onde pelo menos 6 focos arderam dentro da Terra Indígena Pareci.
Começaram a surgir, os primeiros focos do interior de São Paulo, com concentrações mais elevadas na divisa de São Paulo com Minas, em especial entre Franca (SP) e Passos (MG). E também no sul do Maranhão, na divisa com o Piauí, na altura de Brejo da Porta (MA) e Forquilha (PI). No Piauí, as queimadas se espalham sobre as áreas mais úmidas do alto das chapadas, onde predomina uma vegetação de cerrado. Em geral, o fogo está associado à presença de caçadores ou áreas de pastagens. Apenas um foco foi detectado dentro de uma unidade de conservação, na Estação Ecológica de Uruçuí-Una, no Piauí.
Fonte: Estadão
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