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Notícias
06
dez
2011
(CARBONO)
Caixa assina acordo para comercializar créditos de carbono
A Caixa Econômica Federal e o Banco Mundial assinaram o primeiro acordo de compra e venda de Emissões Reduzidas, junto ao fundo Carbon Partnership Facility (CPF), para negociar créditos de carbono no mercado global.
O acordo, fruto da parceria iniciada em 2008 com o Banco Mundial, e da entrada do banco brasileiro no CPF, em 2009, durante a COP15 em Copenhagen, permitirá a Caixa ser a única instituição no país a oferecer financiamento para implantação de aterros sanitários, tendo como garantia acessória do empréstimo as receitas geradas pela Redução Certificada de Emissões (RCE), também conhecida como crédito de carbono, lastreadas com recursos do CPF. Na ocasião, também foi assinado acordo de empréstimo de US$ 50 milhões para aplicação em projetos de resíduos sólidos urbanos e financiamento de carbono.
Pela parceria, além de disponibilizar recursos para redução dos principais impactos sociais e ambientais, a Caixa passa também a fomentar operações de financiamento, por meio das receitas de crédito de carbono, e estimular o segmento de Resíduos Sólidos Urbanos, já que, para se obter a garantia do crédito, será necessária a preparação e entrega de projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL).
Para o vice-presidente de Governo da Caixa, José Urbano Duarte, o acordo inaugura uma nova fase nos negócios do banco. “É nossa primeira operação de créditos de carbono e temos a oportunidade de colocar em prática ideias, que vêm sendo pensadas em todo o mundo, sobre redução de impactos ambientais”, explicou Urbano. “A atuação no mercado de carbono também permitirá, à Caixa, contribuir para a execução da Política Nacional de Mudança do Clima, bem como para a Política Nacional de Resíduos Sólidos, ambas recentemente regulamentadas pelo Governo Federal, e ocupar papel de destaque em um segmento ainda inexplorado no Brasil”, completou.
Para Makhtar Diop, diretor do Banco Mundial para o Brasil, “o projeto ajudará a Caixa a maximizar a sustentabilidade ambiental, social e econômica desses investimentos; estimular a participação privada e combinar esses fatores ao financiamento de carbono, alavancando um impacto ainda maior”, explicou.
A Caixa espera o aumento do número de projetos de MDL no Brasil que, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), já ocupa a 3ª posição mundial, nesse tipo de projeto.
Créditos de Carbono
Os créditos de carbono ou RCE são certificados emitidos para uma pessoa ou empresa, que reduziu a sua emissão de gases do efeito estufa. Por convenção, uma tonelada de dióxido de carbono (CO²) corresponde a um crédito de carbono. Esse crédito pode ser negociado no mercado internacional. A redução da emissão de outros gases, igualmente geradores do efeito estufa, também pode ser convertida em créditos de carbono.
Projetos MDL
Para auxiliar a construção dos projetos de MDL, a Caixa está desenvolvendo o Programa de Atividades MDL, que permitirá o “empacotamento” desses projetos no Programa e terá o banco como agência coordenadora, visando alavancar grande volume de projetos de implantação de aterros sanitários e de MDL, no Brasil. O Programa tem previsão de registro para o primeiro semestre de 2012, o que garante janela de acesso ao mercado europeu, que só aceita transações de créditos de carbono gerados por projetos MDL registrados até 31 de dezembro de 2012.
O acordo, fruto da parceria iniciada em 2008 com o Banco Mundial, e da entrada do banco brasileiro no CPF, em 2009, durante a COP15 em Copenhagen, permitirá a Caixa ser a única instituição no país a oferecer financiamento para implantação de aterros sanitários, tendo como garantia acessória do empréstimo as receitas geradas pela Redução Certificada de Emissões (RCE), também conhecida como crédito de carbono, lastreadas com recursos do CPF. Na ocasião, também foi assinado acordo de empréstimo de US$ 50 milhões para aplicação em projetos de resíduos sólidos urbanos e financiamento de carbono.
Pela parceria, além de disponibilizar recursos para redução dos principais impactos sociais e ambientais, a Caixa passa também a fomentar operações de financiamento, por meio das receitas de crédito de carbono, e estimular o segmento de Resíduos Sólidos Urbanos, já que, para se obter a garantia do crédito, será necessária a preparação e entrega de projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL).
Para o vice-presidente de Governo da Caixa, José Urbano Duarte, o acordo inaugura uma nova fase nos negócios do banco. “É nossa primeira operação de créditos de carbono e temos a oportunidade de colocar em prática ideias, que vêm sendo pensadas em todo o mundo, sobre redução de impactos ambientais”, explicou Urbano. “A atuação no mercado de carbono também permitirá, à Caixa, contribuir para a execução da Política Nacional de Mudança do Clima, bem como para a Política Nacional de Resíduos Sólidos, ambas recentemente regulamentadas pelo Governo Federal, e ocupar papel de destaque em um segmento ainda inexplorado no Brasil”, completou.
Para Makhtar Diop, diretor do Banco Mundial para o Brasil, “o projeto ajudará a Caixa a maximizar a sustentabilidade ambiental, social e econômica desses investimentos; estimular a participação privada e combinar esses fatores ao financiamento de carbono, alavancando um impacto ainda maior”, explicou.
A Caixa espera o aumento do número de projetos de MDL no Brasil que, de acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), já ocupa a 3ª posição mundial, nesse tipo de projeto.
Créditos de Carbono
Os créditos de carbono ou RCE são certificados emitidos para uma pessoa ou empresa, que reduziu a sua emissão de gases do efeito estufa. Por convenção, uma tonelada de dióxido de carbono (CO²) corresponde a um crédito de carbono. Esse crédito pode ser negociado no mercado internacional. A redução da emissão de outros gases, igualmente geradores do efeito estufa, também pode ser convertida em créditos de carbono.
Projetos MDL
Para auxiliar a construção dos projetos de MDL, a Caixa está desenvolvendo o Programa de Atividades MDL, que permitirá o “empacotamento” desses projetos no Programa e terá o banco como agência coordenadora, visando alavancar grande volume de projetos de implantação de aterros sanitários e de MDL, no Brasil. O Programa tem previsão de registro para o primeiro semestre de 2012, o que garante janela de acesso ao mercado europeu, que só aceita transações de créditos de carbono gerados por projetos MDL registrados até 31 de dezembro de 2012.
Fonte: CeluloseOnline
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