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Notícias
05
dez
2011
(BIOENERGIA)
Alagoas terá projeto de eucalipto para biomassa energética
O secretário de Estado adjunto da Agricultura e do Desenvolvimento Agrário, José Marinho Júnior, afirmou que o governo vai garantir apoio para a implantação de unidades experimentais de eucalipto em três regiões de Alagoas. A iniciativa faz parte de um projeto do Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (Cetene), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
Segundo a pesquisadora do centro, Samantha Olivier, o objetivo é ampliar as ações com eucalipto no Nordeste, de modo a proporcionar a diversificação produtiva. Ela está em Alagoas em busca de parcerias para a execução do Projeto Eucaliptos para o Nordeste e disse que três estados da região já possuem unidades experimentais: Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco.
“Em cada estado, nós implantamos áreas para experimentos e introduzimos diversas variedades. A partir daí, vamos observando quais se adaptam melhor às condições de clima, solo e chuvas”, explicou. De acordo com a pesquisadora, quando já se sabe quais são as variedades adaptadas, elas são indicadas para os produtores locais que tiverem interesse.
“O foco principal é a produção de biomassa energética para cerâmicas, fábricas de gesso e usinas de cana-de-açúcar”, destacou Samantha Olivier.
Segundo o secretário adjunto da Seagri, José Marinho Júnior, será firmado um acordo de cooperação com o Cetene. “Por determinação do governador Teotonio Vilela, estamos buscando alternativas para a geração de renda dos produtores, inclusive pequenos produtores do setor canavieiro, que têm dificuldade com o cultivo em regiões de declive. Já está provado que o eucalipto é uma alternativa viável para essas áreas”, destacou o secretário.
“Existe mercado consumidor para o eucalipto, tanto como biomassa quanto para estacas, papel e celulose, móveis e construção civil”, citou José Marinho Júnior.
Área
Segundo dados do Governo do Estado, Alagoas tem uma área correspondente a 260 mil hectares propensos ao cultivo de eucalipto, sendo que 120 mil estão imediatamente identificados e disponibilizados ao plantio.
“São áreas degradadas ou de custo operacional muito elevado para o cultivo da cana-de-açúcar pelas indústrias e por fornecedores, áreas de pastagens que estão em processo de degradação e perda de solo ou mesmo já degradadas, tornando a atividade inviável, mas que são úteis para o cultivo do eucalipto”, destacou o engenheiro agrônomo da Seagri, Vinícius Brito, que também participou da reunião com a pesquisadora do Cetene.
Ele lembrou que, com a identificação das variedades mais adaptadas a cada região, o agricultor familiar também poderá destinar uma parte de sua propriedade ao cultivo do eucalipto sem comprometer outras atividades, como a pecuária.
Aplicações
O eucalipto serve para produção de madeira e carvão, mas também tem uma série de aplicações, entre elas produção de papéis diversos; guardanapo; absorvente íntimo; papel higiênico; fraldas descartáveis; acetato (filmes); ésteres (tintas); cápsulas para medicamentos; componentes eletrônicos; óleos; produtos de higiene; produtos de limpeza; mel, própolis e geléia real; móveis; brinquedos; construção civil; postes e mourões.
As árvores do eucalipto também removem o gás carbônico da atmosfera, contribuindo para minimizar o efeito estufa, e protegem o solo contra os efeitos de erosões.
Segundo a pesquisadora do centro, Samantha Olivier, o objetivo é ampliar as ações com eucalipto no Nordeste, de modo a proporcionar a diversificação produtiva. Ela está em Alagoas em busca de parcerias para a execução do Projeto Eucaliptos para o Nordeste e disse que três estados da região já possuem unidades experimentais: Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco.
“Em cada estado, nós implantamos áreas para experimentos e introduzimos diversas variedades. A partir daí, vamos observando quais se adaptam melhor às condições de clima, solo e chuvas”, explicou. De acordo com a pesquisadora, quando já se sabe quais são as variedades adaptadas, elas são indicadas para os produtores locais que tiverem interesse.
“O foco principal é a produção de biomassa energética para cerâmicas, fábricas de gesso e usinas de cana-de-açúcar”, destacou Samantha Olivier.
Segundo o secretário adjunto da Seagri, José Marinho Júnior, será firmado um acordo de cooperação com o Cetene. “Por determinação do governador Teotonio Vilela, estamos buscando alternativas para a geração de renda dos produtores, inclusive pequenos produtores do setor canavieiro, que têm dificuldade com o cultivo em regiões de declive. Já está provado que o eucalipto é uma alternativa viável para essas áreas”, destacou o secretário.
“Existe mercado consumidor para o eucalipto, tanto como biomassa quanto para estacas, papel e celulose, móveis e construção civil”, citou José Marinho Júnior.
Área
Segundo dados do Governo do Estado, Alagoas tem uma área correspondente a 260 mil hectares propensos ao cultivo de eucalipto, sendo que 120 mil estão imediatamente identificados e disponibilizados ao plantio.
“São áreas degradadas ou de custo operacional muito elevado para o cultivo da cana-de-açúcar pelas indústrias e por fornecedores, áreas de pastagens que estão em processo de degradação e perda de solo ou mesmo já degradadas, tornando a atividade inviável, mas que são úteis para o cultivo do eucalipto”, destacou o engenheiro agrônomo da Seagri, Vinícius Brito, que também participou da reunião com a pesquisadora do Cetene.
Ele lembrou que, com a identificação das variedades mais adaptadas a cada região, o agricultor familiar também poderá destinar uma parte de sua propriedade ao cultivo do eucalipto sem comprometer outras atividades, como a pecuária.
Aplicações
O eucalipto serve para produção de madeira e carvão, mas também tem uma série de aplicações, entre elas produção de papéis diversos; guardanapo; absorvente íntimo; papel higiênico; fraldas descartáveis; acetato (filmes); ésteres (tintas); cápsulas para medicamentos; componentes eletrônicos; óleos; produtos de higiene; produtos de limpeza; mel, própolis e geléia real; móveis; brinquedos; construção civil; postes e mourões.
As árvores do eucalipto também removem o gás carbônico da atmosfera, contribuindo para minimizar o efeito estufa, e protegem o solo contra os efeitos de erosões.
Fonte: Aqui Acontece
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