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Notícias
05
dez
2011
(MEIO AMBIENTE)
Espírito Santo reconhece novas áreas de Mata Atlântica
Duas Reservas Particulares de Patrimônio Natural (RPPNs) foram reconhecidas pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) nesta semana. Juntas, elas somam 96,64 hectares de Mata Atlântica. Dentre as 37 reservas deste tipo existentes no Espírito Santo, o governo do estado reconheceu 27 delas, sendo 24 por meio do Iema.
A RPPN Cachoeira da Fumaça, localizada em Ibitirama, tem área de 45,42 hectares. Já a denominada Lajinha encontra-se no município de Afonso Cláudio e possui 51,22 hectares. Os proprietários destas reservas deverão registrá-las no Cartório de Registro de Imóveis competente num prazo de 60 dias a contar do dia 01 de dezembro.
Esta categoria de Unidades de Conservação (UCs), reconhecida pelo poder público, é criada a partir da iniciativa dos proprietários. O ato de transformar parte da propriedade em uma área protegida por Lei é uma forma de conservar a biodiversidade e contribuir para a manutenção das áreas verdes no Estado.
Além disso, este instrumento colabora para constituição de Corredores Ecológicos, formados por meio de fragmentos florestais. A área preservada em uma reserva privada ganha caráter perpétuo, ou seja, a preservação daquele ambiente é garantida para sempre.
Atualmente existem 37 RPPNs localizadas no Espírito Santo, totalizando uma área de aproximadamente 4,3 mil hectares. Desde 2006, o Governo do Estado reconheceu 27 delas. Vinte e quatro por meio do Iema e três por meio do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf), o que representa mais de 85% da área total protegida por este tipo de categoria de UC no território capixaba.
A RPPN Cachoeira da Fumaça, localizada em Ibitirama, tem área de 45,42 hectares. Já a denominada Lajinha encontra-se no município de Afonso Cláudio e possui 51,22 hectares. Os proprietários destas reservas deverão registrá-las no Cartório de Registro de Imóveis competente num prazo de 60 dias a contar do dia 01 de dezembro.
Esta categoria de Unidades de Conservação (UCs), reconhecida pelo poder público, é criada a partir da iniciativa dos proprietários. O ato de transformar parte da propriedade em uma área protegida por Lei é uma forma de conservar a biodiversidade e contribuir para a manutenção das áreas verdes no Estado.
Além disso, este instrumento colabora para constituição de Corredores Ecológicos, formados por meio de fragmentos florestais. A área preservada em uma reserva privada ganha caráter perpétuo, ou seja, a preservação daquele ambiente é garantida para sempre.
Atualmente existem 37 RPPNs localizadas no Espírito Santo, totalizando uma área de aproximadamente 4,3 mil hectares. Desde 2006, o Governo do Estado reconheceu 27 delas. Vinte e quatro por meio do Iema e três por meio do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf), o que representa mais de 85% da área total protegida por este tipo de categoria de UC no território capixaba.
Fonte: G1
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