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Notícias
04
dez
2011
(GERAL)
Mercado voluntário de carbono agora tem norma técnica
O mercado voluntário de créditos de carbono no país já tem uma regra para seguir. No dia 1º de dezembro de 2011, em evento na Fiesp - Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, a ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas, fará o lançamento da norma ABNT NBR 15948:2011 - Mercado voluntário de carbono - Princípios, requisitos e orientações para comercialização de reduções verificadas de emissões, uma ferramenta que facilitará o acesso das organizações a esse mercado.
"Mercado bom é mercado regulado", afirma Marco Antonio Fujihara, coordenador da Comissão de Estudo Especial de Mercado Voluntário de Carbono (ABNT/CEE-146), que durante mais de um ano dedicou-se à elaboração da norma. Segundo ele, os requisitos da ABNT NBR 15948:2011 deverão funcionar como um filtro para evitar que iniciativas que não estejam verdadeiramente comprometidas com a redução de emissões de gases de efeito estufa sejam levadas adiante.
A nova norma especifica princípios, requisitos e orientações para comercialização de Reduções Verificadas de Emissões (RVE) nomercado voluntário de carbono no país. Inclui requisitos para elegibilidade das reduções de emissões, transparência de informações e registro de projetos, entre outros. "É um primeiro passo que permitirá que o Brasil ingresse em um novo patamar de redução de emissões, de modo que as empresas não apenas forneçam créditos, mas também possam comprá-los, contribuindo ainda mais no combate às mudanças climáticas", avalia Fujihara.
"Mercado bom é mercado regulado", afirma Marco Antonio Fujihara, coordenador da Comissão de Estudo Especial de Mercado Voluntário de Carbono (ABNT/CEE-146), que durante mais de um ano dedicou-se à elaboração da norma. Segundo ele, os requisitos da ABNT NBR 15948:2011 deverão funcionar como um filtro para evitar que iniciativas que não estejam verdadeiramente comprometidas com a redução de emissões de gases de efeito estufa sejam levadas adiante.
A nova norma especifica princípios, requisitos e orientações para comercialização de Reduções Verificadas de Emissões (RVE) nomercado voluntário de carbono no país. Inclui requisitos para elegibilidade das reduções de emissões, transparência de informações e registro de projetos, entre outros. "É um primeiro passo que permitirá que o Brasil ingresse em um novo patamar de redução de emissões, de modo que as empresas não apenas forneçam créditos, mas também possam comprá-los, contribuindo ainda mais no combate às mudanças climáticas", avalia Fujihara.
Fonte: FIESP/Adaptado por CeluloseOnline
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