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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
País não sabe lidar com mogno, diz Ricupero
Rubens Ricupero, ex-ministro do Meio Ambiente e ex-titular da pasta da Fazenda, criou polêmica com o governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
Durante as negociações sobre um acordo de exploração de madeiras tropicais na ONU, Ricupero, que ocupa o posto de secretário-geral da Conferência das Nações Unidas para o Comércio (Unctad), criticou a falta de habilidade do Brasil em lidar e controlar com a comercialização e exploração ilegal de mogno e outras madeiras. As negociações internacionais, presididas pelo brasileiro Carlos Paranhos, serão concluídas hoje, mas parte significativa do tema da gestão do comércio de madeiras foi adiada para janeiro.
"Posso dizer isso com uma brutal franqueza, pois estou a ponto de sair do meu posto em algumas semanas e voltar para o meu País: lá (no Brasil), não acho que temos uma boa política nessa área nem resultados satisfatórios", afirmou. Ricupero ainda citou que 25 mil quilômetros quadrados de florestas foram destruídos no Brasil no ano passado, segundo dados do próprio governo.
Representantes do Ibama presentes ao encontro tentaram justificar, afirmando que o motivo do desmatamento era a agricultura, mas Ricupero insistiu que a exploração ilegal de madeira tinha seu papel também.
O governo deu uma resposta oficial à comunidade internacional e, numa sala de reuniões da ONU, negou as afirmações de Ricupero, ressaltando que "deram uma visão apenas parcial do que ocorre no Brasil". Em discurso lido pelo diplomata Tarrago Pirajibe, o governo decidiu dar informações para que os "assistentes de Ricupero" pudessem informar-lhe sobre o que o Brasil estava fazendo.
Segundo Pirajibe, em 2003, o governo tornou o Programa Nacional de Florestas uma prioridade e Lula criou o Conselho Nacional de Florestas. Além disso, uma série de políticas está sendo estabelecida sobre leis e controle da exploração ilegal e neste ano as operações ilegais de mogno foram "praticamente eliminadas". Disse também que o governo estava finalizando um projeto de lei sobre a regulamentação do manejo florestal em terras públicas.
Fonte: Amazonia.org.br – 02/08/2004
Durante as negociações sobre um acordo de exploração de madeiras tropicais na ONU, Ricupero, que ocupa o posto de secretário-geral da Conferência das Nações Unidas para o Comércio (Unctad), criticou a falta de habilidade do Brasil em lidar e controlar com a comercialização e exploração ilegal de mogno e outras madeiras. As negociações internacionais, presididas pelo brasileiro Carlos Paranhos, serão concluídas hoje, mas parte significativa do tema da gestão do comércio de madeiras foi adiada para janeiro.
"Posso dizer isso com uma brutal franqueza, pois estou a ponto de sair do meu posto em algumas semanas e voltar para o meu País: lá (no Brasil), não acho que temos uma boa política nessa área nem resultados satisfatórios", afirmou. Ricupero ainda citou que 25 mil quilômetros quadrados de florestas foram destruídos no Brasil no ano passado, segundo dados do próprio governo.
Representantes do Ibama presentes ao encontro tentaram justificar, afirmando que o motivo do desmatamento era a agricultura, mas Ricupero insistiu que a exploração ilegal de madeira tinha seu papel também.
O governo deu uma resposta oficial à comunidade internacional e, numa sala de reuniões da ONU, negou as afirmações de Ricupero, ressaltando que "deram uma visão apenas parcial do que ocorre no Brasil". Em discurso lido pelo diplomata Tarrago Pirajibe, o governo decidiu dar informações para que os "assistentes de Ricupero" pudessem informar-lhe sobre o que o Brasil estava fazendo.
Segundo Pirajibe, em 2003, o governo tornou o Programa Nacional de Florestas uma prioridade e Lula criou o Conselho Nacional de Florestas. Além disso, uma série de políticas está sendo estabelecida sobre leis e controle da exploração ilegal e neste ano as operações ilegais de mogno foram "praticamente eliminadas". Disse também que o governo estava finalizando um projeto de lei sobre a regulamentação do manejo florestal em terras públicas.
Fonte: Amazonia.org.br – 02/08/2004
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