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Notícias
18
nov
2011
()
Programa ABC prevê aumento das florestas plantadas no Brasil
Nesta quinta-feira (17) um dos paíneis apresentados durante o 3º Congresso do Pinus foi o de Legislação e Meio Ambiente, que aconteceu no período da manhã. O primeiro palestrante foi João Cláudio de Souza, coordenador do Departamento Agrícola do Mnistério da Agricultura. Ele falou sobre o Programa ABC (Programa para Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa).
Segundo o palestrante, o Programa Agricultura de Baixo Carbono, criado em 2010 pelo Governo Federal, dá incentivos e recursos para os produtores rurais adotarem técnicas agrícolas sustentáveis."Tudo para mitigar e reduzir a emissão dos gases de efeito estufa – gás carbônico (CO2), gás metano (CH4) e óxido nitroso', disse.
Segundo João Claudio, a ideia é que a produção agrícola e pecuária garanta mais renda ao produtor, mais alimentos para a população e aumente a proteção ao meio ambiente.
O programa ABC prevê, para a safra 2011/2012, R$ 3,150 bilhões para incentivar processos tecnológicos que neutralizem ou minimizem os efeitos dos gases de efeito estufa no campo.
"O governo quer difundir uma nova agricultura sustentável, a ser adotada pelos agricultores, para reduzir os impactos do aquecimento global.Os recursos para investimentos estão contemplados no Plano Agrícola e Pecuário 2011/2012. Produtores rurais e cooperativas poderão contar com limite de financiamento de R$ 1 milhão e taxas de juros de 5,5% ao ano. O prazo para pagamento é de cinco a 15 anos", explicou o palestrante.
Ainda segundo ele, o plantio de eucalipto e de pinus proporciona renda futura para o produtor e reduz o gás carbônico do ar graças ao oxigênio liberado pelas árvores. O objetivo é aumentar a área de 6 milhões de hectares para 9 milhões de hectares de florestas plantadas.
Para João Cláudio o sistema busca alternar pastagem com agricultura e floresta em uma mesma área. "Isso recupera o solo, incrementa a renda e gera empregos", ressaltou. "A meta é aumentar a utilização do sistema em 4 milhões de hectares e evitar que entre 18 e 22 milhões de toneladas de CO2 equivalentes sejam liberadas", concluiu o palestrante.
Além das palestras que ocorrem o dia todo, a Expo Florestal&Biomassa, oferece ao visitante uma feira de insumos e produtos da silvicultura, máquinas e equipamentos para as indústrias de madeira e biomassa. A feira conta com a presença de marcas tradicionais no setor (Vermeer, Fezer, Planalto, Randon/Log Max, Mill Serras, Facchini) e novos fornecedores que estão chegando ao mercado como Sinotruck, Chiang Máquinas, Trattar, Terra Pinus, Grupo Tona, NP Madeiras e Biomassa, Mannos, entre outras.
Segundo o palestrante, o Programa Agricultura de Baixo Carbono, criado em 2010 pelo Governo Federal, dá incentivos e recursos para os produtores rurais adotarem técnicas agrícolas sustentáveis."Tudo para mitigar e reduzir a emissão dos gases de efeito estufa – gás carbônico (CO2), gás metano (CH4) e óxido nitroso', disse.
Segundo João Claudio, a ideia é que a produção agrícola e pecuária garanta mais renda ao produtor, mais alimentos para a população e aumente a proteção ao meio ambiente.
O programa ABC prevê, para a safra 2011/2012, R$ 3,150 bilhões para incentivar processos tecnológicos que neutralizem ou minimizem os efeitos dos gases de efeito estufa no campo.
"O governo quer difundir uma nova agricultura sustentável, a ser adotada pelos agricultores, para reduzir os impactos do aquecimento global.Os recursos para investimentos estão contemplados no Plano Agrícola e Pecuário 2011/2012. Produtores rurais e cooperativas poderão contar com limite de financiamento de R$ 1 milhão e taxas de juros de 5,5% ao ano. O prazo para pagamento é de cinco a 15 anos", explicou o palestrante.
Ainda segundo ele, o plantio de eucalipto e de pinus proporciona renda futura para o produtor e reduz o gás carbônico do ar graças ao oxigênio liberado pelas árvores. O objetivo é aumentar a área de 6 milhões de hectares para 9 milhões de hectares de florestas plantadas.
Para João Cláudio o sistema busca alternar pastagem com agricultura e floresta em uma mesma área. "Isso recupera o solo, incrementa a renda e gera empregos", ressaltou. "A meta é aumentar a utilização do sistema em 4 milhões de hectares e evitar que entre 18 e 22 milhões de toneladas de CO2 equivalentes sejam liberadas", concluiu o palestrante.
Além das palestras que ocorrem o dia todo, a Expo Florestal&Biomassa, oferece ao visitante uma feira de insumos e produtos da silvicultura, máquinas e equipamentos para as indústrias de madeira e biomassa. A feira conta com a presença de marcas tradicionais no setor (Vermeer, Fezer, Planalto, Randon/Log Max, Mill Serras, Facchini) e novos fornecedores que estão chegando ao mercado como Sinotruck, Chiang Máquinas, Trattar, Terra Pinus, Grupo Tona, NP Madeiras e Biomassa, Mannos, entre outras.
Fonte: CeluloseOnline
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