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Notícias
20
nov
2011
(GERAL)
Preço da terra volta a subir com a crise
Com a valorização dos preços internacionais das commodities agrícolas o valor das terras agriculturáveis também segue em alta no Brasil. Como investimento seguro em tempos de crise, as áreas rurais têm atraído aportes de grandes grupos empresariais. Somente este ano, a valorização média das terras é superior a 10%, mais do que o dobro da média registrada nos dois últimos anos no País.
Outra razão é o bom momento da agropecuária, com reflexos nas exportações, que de janeiro a outubro deste ano atingiram US$ 79,45 bilhões. O valor é 24,2% superior ao registrado em igual período do ano passado.
Segundo a gerente de Agroenergia da Consultoria Informa Economics FNP, Jacqueline Bierhals, os principais interessados na compra de terras agriculturáveis preparadas em Mato Grosso, Goiás e na região do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (Mapitoba), são grandes grupos empresariais, investidores e companhias estrangeiras.
A terra no sul e sudeste brasileiro segue mais cara que as demais, devido à infraestrutura funcional, e à proximidade com os polos exportadores. Entretanto, a região central e o nordeste do País têm as maiores taxas de valorização. "A procura por terras em São Paulo segue muito lenta, não está aquecida como no Mato Grosso, ou no nordeste. Entretanto, a valorização também chegou aqui: há dois anos a cotação era de R$ 35 mil por alqueire, hoje chega a R$ 60 mil. Com essa valorização as vendas também caíram muito", comenta o corretor da Fazendas AR, Ataíde Ribeiro. Já no centro-oeste e no nordeste, a comercialização de terras está a todo o vapor. Segundo Elton Perez, presidente da corretora MT Fazendas, a demanda por terras nessas regiões fez com que o valor por hectare dobrasse em cinco anos.
Outra razão é o bom momento da agropecuária, com reflexos nas exportações, que de janeiro a outubro deste ano atingiram US$ 79,45 bilhões. O valor é 24,2% superior ao registrado em igual período do ano passado.
Segundo a gerente de Agroenergia da Consultoria Informa Economics FNP, Jacqueline Bierhals, os principais interessados na compra de terras agriculturáveis preparadas em Mato Grosso, Goiás e na região do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (Mapitoba), são grandes grupos empresariais, investidores e companhias estrangeiras.
A terra no sul e sudeste brasileiro segue mais cara que as demais, devido à infraestrutura funcional, e à proximidade com os polos exportadores. Entretanto, a região central e o nordeste do País têm as maiores taxas de valorização. "A procura por terras em São Paulo segue muito lenta, não está aquecida como no Mato Grosso, ou no nordeste. Entretanto, a valorização também chegou aqui: há dois anos a cotação era de R$ 35 mil por alqueire, hoje chega a R$ 60 mil. Com essa valorização as vendas também caíram muito", comenta o corretor da Fazendas AR, Ataíde Ribeiro. Já no centro-oeste e no nordeste, a comercialização de terras está a todo o vapor. Segundo Elton Perez, presidente da corretora MT Fazendas, a demanda por terras nessas regiões fez com que o valor por hectare dobrasse em cinco anos.
Fonte: DCI
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