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Notícias
15
nov
2011
(GERAL)
Plantio de eucalipto é crescente em São Paulo
O plantio de eucalipto vem aumentando em São Paulo nos últimos anos. O Estado é o segundo maior produtor nacional, atrás apenas de Minas Gerais. Produtores apostam em parcerias com empresas para garantir a comercialização e a rentabilidade.
Há seis anos, o produtor Genaldo Antônio Raimundo da Silva decidiu investir na floresta plantada. Começou com 14 hectares de eucalipto, hoje tem 30 e, no ano que vem, espera chegar a 55 hectares.
– Surgiu a oportunidade, nós fizemos o levantamento e eu verifiquei que era mais vantajoso plantar eucalipto do que criar boi ou tirar leite, que é o que nós fazíamos na fazenda. Realmente estou muito satisfeito porque atingimos o objetivo – conta.
Ele diz que, com a pecuária, a margem de lucro não passava dos 10% e, com o eucalipto, pode chegar a 45%. A situação de Genaldo é um exemplo do que vem ocorrendo em São Paulo, o plantio de eucalipto vem crescendo nos últimos anos.
Os números da Associação Brasileira dos Produtores de Florestas Plantadas confirmam esse cenário. De 2004 para 2010, a área plantada com eucalipto em São Paulo saltou de 747 mil para mais de um milhão de hectares. Em Minas, a área em 2010 chegou a 1,4 milhão. Juntos, os dois Estados responderam por mais da metade da área cultivada no ano passado.
– O mercado é bastante promissor. Hoje o Brasil tem menos de 3% do seu território com florestas de eucalipto e há uma demanda crescente não só por celulose, mas de energia, serraria, construção civil. Então, as possibilidades de comercialização da floresta são muito grandes – relata o coordenador poupança florestal da Fíbria, Efigênio Teixeira Lopes.
O produtor espera começar a lucrar com o eucalipto no ano que vem. Dos 30 hectares que plantou, uma parte vai para consumo próprio ou venda independente. Outra foi comercializada com uma grande companhia de papel e celulose, por meio de parceria. O contrato vale para um ciclo, em média sete anos, e pode ser renovado. A empresa incentiva o plantio fornecendo mudas, insumos e assistência técnica. E garante a compra da produção.
– O pagamento é feito na época da colheita. Quando o eucalipto atinge o ponto de corte, é realizada a colheita e à medida que essa madeira é entregue o produtor recebe mensalmente o volume entregue na fábrica. O preço é de mercado na época da entrega da madeira – conta Lopes.
Para a empresa, o contrato com produtores responde por 18% da base florestal usada na produção. No caso do produtor Genaldo, deve garantir 70% do faturamento. Depois de ser cortado, o eucalipto dele vai para uma unidade, em Jacareí, interior de São Paulo. A primeira remessa deve sair da propriedade em março. Até lá, ele espera que o mercado esteja com bons preços.
Há seis anos, o produtor Genaldo Antônio Raimundo da Silva decidiu investir na floresta plantada. Começou com 14 hectares de eucalipto, hoje tem 30 e, no ano que vem, espera chegar a 55 hectares.
– Surgiu a oportunidade, nós fizemos o levantamento e eu verifiquei que era mais vantajoso plantar eucalipto do que criar boi ou tirar leite, que é o que nós fazíamos na fazenda. Realmente estou muito satisfeito porque atingimos o objetivo – conta.
Ele diz que, com a pecuária, a margem de lucro não passava dos 10% e, com o eucalipto, pode chegar a 45%. A situação de Genaldo é um exemplo do que vem ocorrendo em São Paulo, o plantio de eucalipto vem crescendo nos últimos anos.
Os números da Associação Brasileira dos Produtores de Florestas Plantadas confirmam esse cenário. De 2004 para 2010, a área plantada com eucalipto em São Paulo saltou de 747 mil para mais de um milhão de hectares. Em Minas, a área em 2010 chegou a 1,4 milhão. Juntos, os dois Estados responderam por mais da metade da área cultivada no ano passado.
– O mercado é bastante promissor. Hoje o Brasil tem menos de 3% do seu território com florestas de eucalipto e há uma demanda crescente não só por celulose, mas de energia, serraria, construção civil. Então, as possibilidades de comercialização da floresta são muito grandes – relata o coordenador poupança florestal da Fíbria, Efigênio Teixeira Lopes.
O produtor espera começar a lucrar com o eucalipto no ano que vem. Dos 30 hectares que plantou, uma parte vai para consumo próprio ou venda independente. Outra foi comercializada com uma grande companhia de papel e celulose, por meio de parceria. O contrato vale para um ciclo, em média sete anos, e pode ser renovado. A empresa incentiva o plantio fornecendo mudas, insumos e assistência técnica. E garante a compra da produção.
– O pagamento é feito na época da colheita. Quando o eucalipto atinge o ponto de corte, é realizada a colheita e à medida que essa madeira é entregue o produtor recebe mensalmente o volume entregue na fábrica. O preço é de mercado na época da entrega da madeira – conta Lopes.
Para a empresa, o contrato com produtores responde por 18% da base florestal usada na produção. No caso do produtor Genaldo, deve garantir 70% do faturamento. Depois de ser cortado, o eucalipto dele vai para uma unidade, em Jacareí, interior de São Paulo. A primeira remessa deve sair da propriedade em março. Até lá, ele espera que o mercado esteja com bons preços.
Fonte: Canal Rural
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